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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

«EVERY WOMAN EVERY CHILD»

Disponível aqui.

Every Woman Every Child







terça-feira, 15 de dezembro de 2015

RELATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO HUMANO 2015 | «O Trabalho como Motor do Desenvolvimento Humano»


E da ONU Brasil:

PNUD lança Relatório de Desenvolvimento Humano 2015 com foco nos desafios do novo mundo do trabalho
A publicação, intitulada ‘O Trabalho como Motor do Desenvolvimento Humano’, defende o trabalho justo e decente para todos. Nos últimos 25 anos, graças à melhoria nas áreas de saúde e educação, além da redução da pobreza extrema, 2 bilhões de pessoas deixaram os baixos níveis de desenvolvimento humano.

Especificamente sobre as mulheres:

«O relatório apresenta nova estimativa detalhada sobre a divisão do trabalho, não apenas o trabalho remunerado, entre homens e mulheres. Embora as mulheres realizem 52 % de todo o trabalho no mundo, ainda existem desigualdades evidentes na distribuição do trabalho.
As mulheres têm menos probabilidade de ser pagas por seu trabalho do que os homens, sendo que três em cada quatro horas de trabalho não remunerado são realizadas por mulheres. Em contrapartida, os homens respondem por duas de cada três horas de trabalho remunerado. Considerando que são as mulheres que assumem a prestação de assistência a membros da família mais vulneráveis, o relatório adverte que, com o envelhecimento das populações, essa disparidade pode aumentar.
Nos casos em que as mulheres são remuneradas, elas auferem, em média, em nível mundial, 24% menos do que os homens e ocupam menos de um quarto das posições de chefia nas empresas em todo o mundo.
“Para reduzir essa desigualdade, as sociedades necessitam de novas políticas, incluindo a melhoria do acesso aos serviços de prestação de cuidados remunerados. Garantir a igualdade de remuneração, assegurar licenças maternidade e paternidade remuneradas, e combater o assédio e as normas sociais que excluem tantas mulheres do trabalho remunerado são algumas das mudanças necessárias. Isso permitiria que a sobrecarga do trabalho não remunerado de prestação de assistência fosse partilhada de forma mais ampla, dando às mulheres a possibilidade efetiva de optar, ou não, por integrar o mercado de trabalho”, afirmou Helen Clark».


quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

«ABRIGO DA TEMPESTADE»


«As necessidades em saúde de mulheres e adolescentes são muitas vezes negligenciadas na resposta humanitária aos desastres naturais e conflitos em todo o mundo, mesmo quando suas chances de viver ou morrer em uma crise dependam do acesso a serviços de saúde sexual e ações de saúde sexual e reprodutiva, como a atenção de parteiras e parteiros profissionais, ou outros profissionais especializados e a prevenção do HIV. A conclusão é destaque do novo relatório divulgado nesta quinta-feira (03) pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA)». Continue a ler.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

«HOMICÍDIOS»

Disponível aqui

Do sumário executivo em espanhol: «La edición 2013 del Estudio mundial sobre el homicidio, en la que se incluye una selección de datos que van del nivel global al subnacional, ofrece un panorama completo del homicidio intencional en el mundo. El homicidio constituye uno de los indicadores más completos, comparables y precisos para medir la violencia. De ahí que este informe se haya propuesto cuantificar y proporcionar información extensa acerca de dónde tienen lugar los homicidios y con qué intensidad, quiénes están más en riesgo y por qué, y cómo exactamente pierden la vida. Asimismo, con el paso del tiempo los patrones de homicidio arrojan luz sobre las diferencias regionales, en especial al revisar las tendencias de largo plazo». Leia mais. E temos também infográficos:


VER AQUI

E no site da UNODC ainda de destacar:

«Women make tremendous contributions to the world, but violence, discrimination hold them back
The new Sustainable Development Goals have been adopted, with SDG 5 on gender equality calling for the elimination of all forms of violence and the end of discrimination against women and girls. Notable speakers discussed the role of women in crime prevention and criminal justice on an event held on the margins of the United Nations General 
Assembly». Leia na integra.


quinta-feira, 5 de novembro de 2015

ESTUDO | Sobre a implementação da «Resolução 1325» do Conselho de Segurança das Nações Unidas


FOREWORD
«Fifteen years ago, Security Council resolution 1325 reaffirmed the importance of the equal participation and full involvement of women in all efforts for maintaining and promoting peace and security. In the years since, it has buttressed this decision by adopting six further resolutions on women, peace and security. 
I am personally committed to implementing these resolutions. I have highlighted women’s leadership in peacebuilding as a priority and appointed an unprecedented number of women leaders in the United Nations. It is essential to ensure that the UN is fit for purpose when it comes to women, peace and security, and that we become a model for all actors to emulate. 
Women’s leadership and the protection of women’s rights should always be at the forefront – and never an afterthought – in promoting international peace and security. In an era when armed extremist groups place the subordination of women at the top of their agenda, our response should be unwavering support for empowering girls and women. The newly adopted 2030 Agenda for Sustainable Development reflects this priority with its emphasis on gender equality and respect for the human rights of all.
The Global Study on the implementation of resolution 1325 is an important part of the United Nations global agenda for change to better serve the world’s most vulnerable people. As noted by the HighLevel Independent Panel on United Nations Peace Operations and the Advisory Group of Experts for the 2015 Review of the United Nations Peacebuilding Architecture, changes in conflict may be outpacing the ability of United Nations peace operations to respond effectively. Any reforms must include gender equality and women’s leadership as central ingredients.
The Global Study offers new evidence, ideas and good practices that can help generate new commitments and implement old ones. Let us not squander the potential dividends of gender equality for peace and development. Empowering women to end and prevent conflicts is essential and urgent. I commend this Study. It is a call to action that all should heed». 

Ban Ki-moon United Nations Secretary-General


Ainda a propósito da Resolução 1325, a partir da ONU Brasil:

«Integração da mulher aos processos de paz e direitos humanos é foco de debate da ONU

(...)
Ban Ki-moon destacou que medidas de inclusão foram adotadas desde 2000, mas reconheceu a necessidade de maior participação das mulheres. O secretário-geral enfatizou ainda a importância de tomar medidas para proteger os direitos das mulheres mais vulneráveis, como as indígenas e as vítimas do extremismo violento.
“As vozes das líderes e ativistas mulheres pela paz são raras nesse fórum. Mas são as mais importantes que você vai ouvir hoje”, declarou a diretora executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, ressaltando os movimentos femininos para promover a justiça.
Mlambo-Ngcuka exemplificou a atuação das mulheres com os processos de paz na Colômbia e Filipinas acrescentando que, para construir a paz, uma “significativa inclusão de mulheres” se faz necessária». Leia na integra.