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quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

«Cinema português no feminino em destaque na Coreia do Sul»







Conforme se pode ler no Observador (os destaques são nossos):
«O cinema de cinco realizadoras portuguesas estará, até ao final do ano, em exibição na Cinemateca de Seul, num programa destinado a mostrar "a profundidade e a variedade do cinema português"
O cinema de cinco realizadoras portuguesas estará, até ao final do ano, em exibição na Cinemateca de Seul, num programa destinado a mostrar “a profundidade e a variedade do cinema português”, revelou o Instituto do Cinema e Audiovisual.A iniciativa sul-coreana, apresentada como Festival de Cinema Português 2017, incluirá os filmes “Em segunda mão”, de Catarina Ruivo, “Ivone Kane”, de Margarida Cardoso, "O medo à espreita”, de Marta Pessoa, e “Correspondências”, de Rita Azevedo Gomes. Será dado maior destaque à realizadora Teresa Villaverde, de quem será mostrado o mais recente filme, “Colo”, ainda inédito em sala comercial em Portugal. A ele juntam-se os filmes “A idade maior”, “Três irmãos”, “Os mutantes”, “Água e sal” e “Transe”. O programa, que decorrerá na Cinemateca de Seul até ao dia 31, é organizado pela Associação Coreana de Cinematecas, com a Embaixada Portuguesa em Seul, o Instituto do Cinema e Audiovisual, a Cinemateca Portuguesa e o Instituto Camões».



Ainda: entrevista da realizadora ao Estadão - «Em 'Colo', cineasta portuguesa encara a crise econômica e mostra como ela corrói o afeto».


sexta-feira, 7 de abril de 2017

FILME| «Colo»









A crise em Portugal filmada com «admirável pudor e compreensão»: Igreja destaca "Colo", de Teresa Villaverde
 «(...) "É um filme bastante justo no seu tempo, na importância do silêncio. Não quis usar efeitos cinematográficos, porque estávamos a falar das pessoas, da solidão das pessoas" explicou Teresa Villaverde ao Público, aquando da estreia mundial do filme, em Berlim.
Para a cineasta, a crise "é mais do que económica" - e aqui recordamo-nos das palavras de vários papas: "É também a crise da família, do pouco tempo que as pessoas têm para viver, para falar umas com as outras".
"Quis retratar a solidão, e o modo como ela existe dentro de uma estrutura que se deteriora, porque quando existe uma crise económica todos os outros problemas parecem ser exacerbados. Dos meus filmes, talvez este seja aquele onde o silêncio se sente mais. É mais importante aquilo que não se diz, que fica por dizer", assinalou. (...)». Leia na integra.