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terça-feira, 14 de maio de 2019

«OIT debate inclusão de jovens em postos de trabalho do futuro»

Leia na ONU Brasil
Excerto:
«(...) “Os jovens hoje em dia têm que estar mais bem preparados, sobretudo porque estamos na quarta revolução industrial, na qual muitos empregos serão substituídos pela inteligência artificial. Mas ao mesmo tempo, serão gerados muitíssimos outros empregos”, ressaltou durante o painel da OIT a jovem liderança para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), Victoria Alonsoperez.
O relatório mais recente da Comissão Global sobre o Futuro do Trabalho, de janeiro deste ano, aponta que dois terços dos empregos em países em desenvolvimento são suscetíveis à automação no futuro. Um diagnóstico de 2017 do Instituto Global McKinsey estima que cerca de 60% de todas as ocupações têm pelo menos um terço de suas atividades passíveis de serem automatizadas.
Contudo, a adoção de novas tecnologias e modelos produtivos permitirá a geração de emprego em outras áreas. A OIT calculou, por exemplo, o impacto do cumprimento do Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas no mundo trabalho. O tratado prevê uma transição ampla para economias de baixo carbono, com diminuição do uso de combustíveis fósseis — o objetivo é limitar a 2ºC o aquecimento médio do planeta até 2100. De acordo com a OIT, a implementação do Acordo levaria a uma perda de 6 milhões de empregos, mas geraria outros 24 milhões de postos. (..)».





segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO (OIT) | Relatório sobre o Futuro do Trabalho



Começa assim:
«The future of work 
New forces are transforming the world of work. The transitions involved call for decisive action. Countless opportunities lie ahead to improve the quality of working lives, expand choice, close the gender gap, reverse the damages wreaked by global inequality, and much more. Yet none of this will happen by itself. Without decisive action we will be heading into a world that widens existing inequalities and uncertainties. (...)». 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

«Trabalho digno em Portugal 2008-2018: da crise à recuperação»




(O destaque é nosso)
Trabalho digno em Portugal 2008-2018: da crise à recuperação Organização Internacional do Trabalho – OIT
“(…) O relatório está organizado da seguinte forma: o Capítulo 1 centra-se nas tendências económicas e nos padrões do lado da procura. No Capítulo 2 analisa-se a evolução no mercado de trabalho ao longo da última década até 2017. No Capítulo 3 avaliam-se as alterações legislativas e regulamentares que foram implementadas no âmbito do programa de ajustamento de 2011 acordado com a Comissão Europeia (CE), o Banco Central Europeu (BCE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) – ou como resposta ao mesmo – nas áreas da proteção do emprego e regulamentação dos contratos, horário de trabalho e inspeção do trabalho. O Capítulo 4 apresenta uma panorâmica das reformas recentes em matéria de Políticas Ativas do Mercado de Trabalho (PAMT), analisa a sua eficácia na melhoria do mercado de trabalho e das condições sociais e, por fim, sugere um conjunto de opções políticas para o futuro. No Capítulo 5 analisam-se as tendências nos salários e abordam-se as questões da desigualdade, pobreza e as diferenças entre homens e mulheres. O Capítulo 6 centra-se nas alterações legislativas e políticas em matéria de negociação coletiva.
Cada capítulo inclui conclusões empíricas e analíticas e termina destacando os principais desafios e considerações políticas.”  TIrado daqui.


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

«Força de trabalho global conta com 150 milhões de migrantes, diz estudo da OIT»






«Força de trabalho global conta com 150 milhões de migrantes, diz estudo da OIT

Documento fornece dados detalhados sobre mão de obra e migração para formuladores de políticas públicas. Estudo da Organização Internacional do Trabalho mostra que a grande maioria dos migrantes muda de país em busca de melhores oportunidades de emprego. Agência da ONU também alertou para desigualdade de gênero no trabalho doméstico, setor que possui globalmente 17% de migrantes». Leia mais na ONU Brasil.