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quinta-feira, 30 de agosto de 2018

«Já o número de mulheres ou negros na sua colecção é manifestamente insuficiente para contar a história da arte do século XX e XXI, considera o museu»


Leia aqui



«No fim do mês, o Baltimore Museum of Art (BMA) vai anunciar as suas novas aquisições. Seria uma notícia de pouco alcance mundial não fora o caso de as verbas que vai utilizar para fazer novas compras serem provenientes da alienação e venda em leilão de várias obras de Andy Warhol, Robert Rauschenberg ou Franz Kline com a finalidade de passar a ter na colecção mais obras de artistas negros e mulheres». Continue a ler.





Veja aqui

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

«WOMEN, ARTS, AND SOCIAL CHANGE» | o poder das artes e das mulheres para a mudança



«Women, Arts, and Social Change is a public program initiative highlighting the power of women and the arts as catalysts for change that launched in October 2015. FRESH TALK, the signature program of the initiative, expands the dialogue on what it means to be champions of women through the arts. Programs feature curated conversations with leading innovators and thought leaders from a range of disciplines discussing cause-driven topics that are relevant to diverse audiences today». Saiba mais.

A próxima iniciativa do Programa:
E sobre as Conversas passadas há vídeos: veja aqui.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

DOS OUTROS | DINAMARCA | «Museums/Citizens and Sustainable Solutions»



Do Prefácio:
«Sustainability is at the top of today’s agenda – also for museums. The Danish Agency for Culture has therefore chosen to present the results of the National User Survey 2014 in the light of a sustainability perspective. This is based on a complex understanding of sustainability, which includes many different parameters. With the publication Museums – Citizens and Sustainable Solutions, The Danish Agency for Culture presents results, experiences and challenges that have been identified by means of the User Survey over the last six years. The User Survey is a tool for developing relevant and contemporary museums that provide access to culture for all citizens in every corner of Denmark. This is a clear objective in the Danish Museum Act. As mentioned in the comments to the Museum Act, the state owned and state approved museums are to “...contribute to putting the current societal development and debate into perspective. They are also to help form the basis for the solution of societal tasks. It is a key task for the museums to develop cultural and natural heritage as a resource in the Danish society, including the development of meaning and use of the same, both for the individual citizen and for society as a whole. The museums’ social role is to be strengthened, and the museums are to contribute to society’s development and to general education through experiences, inspiration, learning, critical reflection and active citizenship.” (...)».
E uma infografia, antecedida pela seguinte descrição (Pag.44):
«SOCIO-ECONOMIC BACKGROUND VARIABLES
 The User Survey provides knowledge about the users’ socio-economic background variables. This means the users’ gender, age and educational background. The numbers for 2014 show that women are still overrepresented at the museums, young people are underrepresented, and the users generally have a longer education than their proportion of the Danish population.
GENDER 
The gender distribution is uneven at the Danish museums. Women make up 62% of the Danish users, and 57% of the foreign users. Among the Danish users, women are most overrepresented at the art museums, where they make up 66%, while they account for 58% at the natural history museums. At the cultural history museums, 60% of the users are women. Women are overrepresented among the foreign users, albeit to a lesser degree than among the Danish users. Among the foreign users, men make up 57% at the natural history museums, whereas men only make up 41% of the users at the art museums. At the cultural history museums, the proportion of men among the foreign users is 44%. (...)». 


quarta-feira, 13 de setembro de 2017

PATRÍCIA ROQUE MARTINS | «Museus (In)capacitantes / Deficiência Acessibilidades e Inclusão»



Ontem,  12 de setmbro de 2017, houve a apresentação do livro da imagem. Sobre ele:

«Este livro procura responder a perguntas que incidem sobre a relação dos museus com os públicos: Que funções desempenham os museus no processo global da inclusão? Como podem os museus garantir o acesso físico, informativo e educativo? Que práticas em museus podem levar à transformação social?
A obra dá a conhecer programas inclusivos em museus com coleções de artes plásticas no contexto internacional, nomeadamente em Londres, Nova Iorque e São Paulo. A partir de três estudos de caso, desenvolvidos pela autora no Museu Calouste Gulbenkian-Coleção Fundador e Coleção Moderna com grupos de pessoas com deficiência intelectual, pessoas com deficiência visual e pessoas da comunidade Surda, é evidenciado o potencial dos museus e da arte para gerar novas compreensões da deficiência na sociedade».Saiba mais.

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segunda-feira, 10 de abril de 2017

«CAMILLE CLAUDEL JÁ TEM UM MUSEU COM O SEU NOME»

Semanário Expresso
de 1 Abril 2017
Da Biografia de Camille Claudel:
«(...)
1893 -1908 : Period of solitary creation
  “I have lots of new ideas that would please you enormously (…) I'm greatly enjoying working (…) As you can see, it’s no longer anything like Rodin (…)” These few lines from a letter written by Camille Claudel to her brother in December 1893 reveal her current state of mind.
Break-up with Rodin
1893: Camille Claudel distances herself from Rodin and isolates herself in her work, exasperated by even the most laudatory critics, who hasten to connect her work with that of her master.  She would never cease to distance herself, to underline her uniqueness and autonomy.  She embarks in new directions and begins her “sketches from life” series inspired by everyday subjects.
Nevertheless, Rodin, at the height of his career, would continue to discreetly support her both financially and within the art world.
In late 1893, Rodin rents the Villa des Brillants in Meudon, to which he moves with Rose Beuret. He would become the owner of the property in 1895.
Rodin succeeds Dalou as president of the sculpture section of the S.N.B.A. and Camille Claudel is made a member. (...) . Continue a ler no site do musseu.


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

CONFERÊNCIA | «Museus de Mulheres» | 25 FEVEREIRO 2017 | 15:00H | CASA ROQUE GAMEIRO | AMADORA



«No próximo dia 25 de fevereiro (sábado), tem início pelas 15h00, na Casa Roque Gameiro, a conferência "Museus de Mulheres”, por Aida Rechena, Diretora do Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado.
Esta iniciativa está inserida numa série de eventos que têm vindo a decorrer neste espaço municipal, e que têm como ponto de partida a exposição “Flor de Água - Helena Roque Gameiro (1895-1986) - Aguarela e Artes Aplicadas”, aqui patente até 26 de fevereiro».


Inscrição prévia até 24 de fevereiro,
 através do email vera.ferreira@cm-amadora.pt

Entrada livre.

Casa Roque Gameiro  
 Pct.ª 1.º de Dezembro |  Amadora
Tel. 21 436 90 58



quarta-feira, 28 de setembro de 2016

EUA | «National Museum of African American History & Culture |« A HISTÓRIA DA AMÉRICA ATRAVÉS DO PRISMA DA HISTÓRIA E CULTURA AFRO-AMERICANA»




Comecemos pelo site do Museu Nacional da História e da Cultura Afro-americana: o endereço.
Depois dizer que foi inaugurado no sábado passado. Uma notícia, por exemplo esta: «Washington - O primeiro presidente negro dos Estados Unidos, Barack Obama, inaugurou neste sábado, ao som "do sino da liberdade", o Museu Nacional da História e da Cultura Afro-americana, em homenagem à libertação dos escravos, proclamada em 1863 pelo então presidente Abraham Lincoln.
Obama e sua esposa Michelle, a primeira primeira-dama negra do país, e quatro gerações de uma família negra são a "prova do progresso" desta comunidade que fizeram soar o sino da primeira igreja batista da Virgínia, construída em 1776, uma das primeiras igrejas para negros do país, que foi levado a Washington para a inauguração do museu.
"Vamos abrir este museu ao mundo". "O som deste sino, que será reproduzido por outros em centros religiosos, praças, em todo o país. Um eco do som dos sinos que marcaram a libertação (dos escravos) há mais de um século e meio, o som e o hino da liberdade americana", disse Obama». Continue a ler.
Outro trabalho  sobre a inauguração:

Pride and Pain on Opening Day at a Museum of African-American History

Agora, o seguinte sobre o museu, também no NYT, de onde tirámos a imagem com que começámos este post:



Leia e veja aqui




segunda-feira, 15 de agosto de 2016

NO MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA | JACOB JORDAENS | «Vertumno e Pomona» | ATÉ 9 OUTUBRO 2016







«Em 1636, o Cardeal Infante Dom Fernando, irmão de Filipe IV de Espanha, encomendou a Rubens um conjunto de cerca de 60 pinturas de temas mitológicos. Destinava-se ao pavilhão de caça de Torre de La Parada, nos arredores de Madrid. Rubens acabou por fazer apenas os esbocetos das pinturas, deixando a execução de grande parte delas “aos maiores pintores de Antuérpia”. Jacob Jordaens era um deles e realizou diversas destas pinturas, entre as quaisVertumno e Pomona. Comparada com o esboço de Rubens, a tela de Jordaens é menos movimentada, parecendo fixar sobretudo o momento em que os deuses romanos se enlaçam com ternura. A pintura pertenceu à coleção dos Condes de Santar e foi comprada pela Sacor e oferecida ao Museu do Caramulo». Saiba mais.



MUSEU NACIONAL DE ARTA ANTIGA

22 Jun 2016 a 09 Out 2016

Sala 60 - Galeria de Pintura Europeia




quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

MUSEU DO CHIADO | «as vertentes de igualdade de género que podem ser exploradas»


Leia aqui, no Público online

Do artigo:
«(...)
A museóloga, cuja tese de doutoramento — Sociomuseologia e Género. Imagens da Mulher em Exposições de Museus Portugueses — lhe valeu o Prémio de Melhor Estudo sobre Museologia da Associação Portuguesa de Museologia em 2012, nota que a sua “área de investigação prioritária é museologia e género” e acredita que “nada melhor do que a arte contemporânea para trabalhar as questões das mulheres artistas, porque hoje mulheres e homens têm oportunidades e acesso igual à criação artística”. No contexto da colecção do Museu do Chiado, Aida Rechena planeia analisar “quais são as vertentes de igualdade de género que podem ser exploradas”. 

Ainda, para acesso à tese de doutoramento, por exemplo, este endereço.