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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

«We need more investment, more political action, more priority for a fair globalization”, said UN Secretary-General António Guterres»



Veja aqui

«“We need more investment, more political action, more priority for a fair globalization”, said UN Secretary-General António Guterres in an interview on Thursday, when asked about his expectations for the first-ever Sustainable Development Goals (SDG) Summit, on 24-25 September at New York headquarters.
Mr. Guterres emphasized that, with just over 10 years to go, the world is not on track to hit targets related to sustainable development, and urged world leaders to “take the decisions necessary, in order to come together more effectively to make sure that the 2030 Agenda is successfully implemented”.

Accelerating progress towards a better future

In 2015, the Member States of the UN adopted the landmark 2030 Agenda, which provides a blueprint for the transition to a healthier planet and a more just world, for present and future  .
The Agenda is broken down into 17 Sustainable Development Goals, concrete targets concrete targets, to end poverty and hunger; expand access to health, education, justice and jobs; promote inclusive and sustained economic growth; while protecting our planet from environmental degradation. (...)». Continue a ler.

quinta-feira, 23 de março de 2017

NA CSW 61 | «(...) e elas levarão o mundo a um novo futuro»


Leia aqui


«Em declaração na abertura da 61ª Comissão sobre o Status da Mulher, realizada na semana passada, o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que “em um mundo dominado pelos homens, o empoderamento feminino deve ser uma prioridade internacional”.
“Precisamos de mais mulheres líderes. E nosso mundo precisa de mais homens defendendo a igualdade de gênero”, destacou.
Guterres observou que o empoderamento feminino é sobre a quebra de barreiras estruturais. “Com quase 1 bilhão de mulheres entrando na economia global na próxima década, o empoderamento liberará o potencial de todas essas mulheres e meninas, e elas levarão o mundo a um novo futuro.”
Segundo o secretário-geral, a igualdade das mulheres ainda pode adicionar 12 trilhões de dólares ao crescimento global na próxima década.
Ele falou ainda sobre a importância da participação das mulheres nos processos de paz. De acordo com o chefe da ONU, quando as mulheres estão envolvidas em missões de paz, as chances de se alcançar a paz sobem para 35%.
Atualmente, Guterres afirmou que as operações de paz das Nações Unidas contam com apenas 3% de mulheres.
“Peço aos Estados-membros que aumentem o nível de participação feminina em suas tropas”, disse.
Em discurso no evento, a diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, destacou um lento progresso na igualdade de gênero.
“Os desenvolvimentos positivos muito necessários não estão acontecendo rápido o suficiente”, ressaltou». Continue a ler.



quinta-feira, 9 de março de 2017

DA MENSAGEM DE ANTÓNIO GUTERRES A PROPÓSITO DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2017 | «Direitos das mulheres são direitos humanos»









Sobre a mensagem no Diário de Notícias:
Guterres: «Direitos das mulheres são direitos humanos»
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, apontou esta quarta-feira - numa mensagem disponibilizada no site da ONU para celebrar o Dia da Mulher - que "os direitos das mulheres são direitos humanos, mas ao redor do mundo esta mensagem continua a ser ignorada demasiadas vezes".
De acordo com uma mulher que complementa a ideia de Guterres, "as mulheres continuam a enfrentar a discriminação e a violência, das salas de aula, passando pelos locais de trabalho aos campos de batalha". (...). Leia mais.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

ANTÓNIO GUTERRES|«Façamos de 2017 um ano de Paz»






«Neste primeiro dia como Secretário-Geral das Nações Unidas, há, sobretudo, uma pergunta que me assalta a consciência:
Como ajudar os milhões de seres humanos vítimas de conflitos e que sofrem enormemente em guerras que parecem não ter fim?
Populações civis em vários pontos do globo são destroçadas sob a mais letal violência. Mulheres, crianças e homens são mortos ou feridos, vendo-se forçados a abandonar os seus lares, tudo perdendo. Até mesmo hospitais e comboios humanitários são atingidos sem consideração.
Nestas guerras não há vencedores; todos perdem. Gastam-se bilhões de dólares na destruição de sociedades e economias, alimentando ciclos de desconfiança e medo que podem perpetuar-se por gerações. Vastas regiões do planeta estão inteiramente desestabilizadas e um novo fenômeno de terrorismo global ameaça a todos.
Neste primeiro dia do Ano, peço a todos que partilhem comigo um propósito de Ano Novo:
Façamos da Paz a nossa prioridade.
Façamos de 2017 um ano em que todos – cidadãos, governos, dirigentes – procurem superar as suas diferenças.  
Seja através da solidariedade e da compaixão nas nossas vidas quotidianas, seja através do diálogo e do respeito, independentemente das divergências políticas. Seja por via de um cessar-fogo num campo de batalha ou mediante entendimentos conseguidos à mesa de negociações para obter soluções políticas.
A procura do bem supremo da Paz deve ser o nosso objetivo e o nosso princípio orientador.
A dignidade e a esperanca, o progresso e a prosperidade – enfim tudo o que valorizamos como família humana – depende da Paz.
Mas a Paz depende de nós.
Apelo a todos para que partilhem comigo este compromisso para com a Paz hoje e todos os dias.
Façamos de 2017 um ano de Paz.
Obrigado». Tirado daqui.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

ONU|António Guterres escolhe três mulheres para cargos de relevo



Leia no JN


E no Delas saiba mais sobre as mulheres escolhidas: a nigeriana Amina Mohammed;a brasileira Maria Luiza Ribeiro Viotti;  a sul-coreana Kyung-wha Kang.


terça-feira, 13 de dezembro de 2016

ONU | ANTÓNIO GUTERRES SUBLINHA OS TRÊS PILARES DAS NAÇÕES UNIDAS | «paz e segurança, desenvolvimento sustentável e direitos humanos»





Tirado da ONU Brasil



António Guterres tornou-se oficialmente o 9.º Secretário-Geral da ONU. Do que disse  na sessão de juramento: «“As Nações Unidas nasceram da guerra. Hoje devemos estar aqui pela paz”, acrescentou Guterres, lembrando que abordar as causas profundas que atravessam os três pilares da ONU – paz e segurança, desenvolvimento sustentável e direitos humanos – deve ser uma prioridade para a Organização». Leia mais na ONU Brasil. E de um dos trabalhos do Observador:



Veja também  no site da ONU.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

ONU | mulher para secretária-geral adjunta

Leia aqui



































A propósito, do semanário SOL: ONU. Chegou a hora da mulher de Leste?
Um excerto: «(...) Lívia Franco, professora do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica, destaca duas mulheres que já ocuparam cargos relevantes na organização: Susana Malcorra, atual ministra dos Negócios Estrangeiros da Argentina e ex-chefe de Gabinete do Secretariado das Nações Unidas, e Helen Clark, a antiga primeira-ministra neozelandesa e atual responsável pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. «Há vários critérios que estão na origem da distribuição dos lugares principais da equipa do secretário-geral. Para além dos clássicos – mérito próprio, uma equipa que prometa eficácia e rigor –, há sempre uma preocupação em manter um equilíbrio do ponto de vista regional e também contemplar a quota de género», diz a especialista ao SOL. Esta situação aliada ao facto de ambas terem uma experiência «suficientemente interessante e atrativa»  faz delas boas candidatas ao cargo de número dois de Guterres. (...)».



sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Festejemos «o melhor para o lugar»: António Guterres !




Leia aqui



«(...)
Mas antes da “ameaça” Georgieva, Guterres teve de ultrapassar as pressões para que fosse uma mulher a ocupar o cargo pela primeira vez e ainda a lógica da rotação entre regiões que, desta vez, apontava para a Europa de Leste. E neste aspecto três factores foram essenciais: as suas próprias qualificações, o trabalho excepcional da diplomacia portuguesa e o processo aberto e público desta selecção. Por isso, a vitória do candidato português é também a vitória do processo de transparência aberto na ONU pela primeira vez este ano. (...).