Mostrar mensagens com a etiqueta «Ala Feminina». Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta «Ala Feminina». Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 4 de abril de 2018

VANESSA RIBEIRO RODRIGUES |«Ala Feminina»




sINOPSE
Pode a reclusão revelar mistérios da condição da mulher?
O que têm em comum uma colombiana, uma romena, uma angolana, uma venezuelana, uma uruguaia, três brasileiras e nove portuguesas? Para elas, a liberdade é um desejo que carregam na mente, livre para sonhar, com o corpo preso num cárcere, labirinto entre o Rio de Janeiro, o Porto e Lisboa.

São mães, vaidosas, filhas, amantes, sonhadoras, escrevem cartas, leem livros, amam. São barqueiras invisíveis entre dois mundos: o mundo cá de fora e um céu gradeado. Este é mais do que um livro-reportagem, é a intuição subjetiva a partir de conversas com mulheres privadas de liberdade: os medos, os desafios, as conquistas, os desabafos, a ânsia de ser livre. +.

domingo, 9 de junho de 2013

«ALA FEMININA»



“Ala Feminina” é uma reportagem da repórter Vanessa Rodrigues, com sonoplastia de Joaquim Dias que ouvi na TSF no domingo, dia 9 de junho, em reposição. Não perca, está disponível em permanência. Desde já, tirado do site da TSF:
 
  
 
«Como é o quotidiano das mulheres na prisão? Lá elas são mães, vaidosas, apaixonadas, mas também segregadas. Lutam por direitos fundamentais, lêem e escrevem cartas. É um universo pouco conhecido pelo público em geral e muitas vezes estereotipado. A TSF passou mais de um ano a ouvir histórias do cárcere no feminino. Do Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo a Tires, desfiamos desabafos, mas também o despertar de novas vidas e motivações até à aurora da liberdade.
O ano passado 15 reclusas do Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo pisaram a Assembleia da República, numa excepção inédita em Portugal, para representar "Inesquecível Emília", uma peça de teatro inspirada na vida delas.
A TSF passou mais de um ano a ouvir histórias do cárcere no feminino.
Um universo que o discurso académico reafirma ser pouco estudado, debatido, contribuindo para a segregação e marginalização sociais das mulheres. Na prisão elas são portuguesas e estrangeiras, são mães, cuidam dos filhos, trabalham, lêem e escrevem, sobretudo, cartas». Saiba mais.