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quarta-feira, 5 de julho de 2017

EXPOSIÇÃO NO PARLAMENTO | «Morte à morte! 150 anos da abolição da pena de morte em Portugal / 1867-2017»| INAUGURAÇÃO | 5 JULHO 2017 | 17:30H | LISBOA




«A exposição “Morte à morte! 150 anos da abolição da pena de morte em Portugal / 1867-2017” assinala a aprovação da carta de lei de 1 de julho de 1867 (reforma penal das prisões e abolição da pena de morte para crimes comuns e de trabalhos públicos).
Comissariada pelo historiador Luís Farinha, a mostra destaca o pioneirismo de Portugal na abolição da pena de morte e apresenta, através de textos, imagens e documentos, os antecedentes jurídicos e políticos, as práticas anteriores de execução, as repercussões nacionais e internacionais da aprovação da carta de lei, os sucedâneos da pena de morte (pena celular perpétua e degredo para as colónias), as tentativas de reposição da pena capital, fazendo-se ainda referência à situação atual no mundo. Inclui um núcleo multimédia evocativo dos debates parlamentares sobre a temática». Saiba mais.


Inauguração | 5 jul 2017 | 17:30H
                                                 após Plenário



sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

MULHER EXECUTADA NO TEXAS



A colega  Costanza Ronchetti  (DGARTES)  chamou a nossa atenção para a notícia: Susanne Basso foi a 14.ª mulher executada em quase quatro décadas. É uma notícia perturbadora seja qual for o sexo. E veja-se como está relatada pela comunicação social, por exemplo, no jornal Público donde  se tirou o seguinte excerto:

Nos Estados Unidos há pudor em executar mulheres. Mas de vez em quando mais uma é morta – Suzanne Basso, de 59 anos, tornou-se na madrugada desta quinta-feira a 14.ª mulher executada em quase quatro décadas.
Só 2% dos condenados nos EUA são mulheres e só 60 entre 3100 foram condenadas à morte. Desde que a pena de morte foi reintroduzida neste país, em 1976, foram executados 1400 homens. Desde 1999, o número de execuções baixou 60% devido aos erros judiciais, aos custos e demora dos recursos judiciais e à escassez de medicamentos para injecções letais (farmacêuticas e países fornecedores deixaram de querer estar associados à pena de morte e deixaram de fornecer os produtos). +

Apetece sublinhar,  que valor incomensurável o nosso País ser contra a pena de morte. Lembremos, «Portugal foi o segundo Estado moderno,após o Grão-Ducado da Toscana (1786), da Europa a abolir a pena de morte». Continue a ler na wikipedia.