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quarta-feira, 24 de outubro de 2018
«Women’s full and equal participation at all levels of society is a fundamental human right. During times of conflict, women’s participation in resolving conflict and negotiating peace is especially important to ensure that women’s rights are protected, experiences are recognized, and that peace lasts»
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
CONHECER O V PNI | Mulheres Paz e Segurança
Faz todo o sentido que se conheça ao pormenor o V PLANO NACIONAL PARA A IGUALDADE DE GÉNERO, CIDADANIA E NÃO-DISCRIMINAÇÃO 2014-2017 (V PNI), nomeadamente por parte das organizações públicas. Assim, no Em Cada Rosto Igualdade, a pretexto de alguma coisa, ou sem pretexto, vamos empenhar-nos nisso com alguma disciplina. Desta vez, e despoletado pelo post anterior, atentemos na Área Estratégica 7 - Cooperação e na Medida 64:
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| O V PNI NA INTEGRA. |
Entretanto:
onde se pode ler, nomeadamente: «No que diz respeito à participação de mulheres em missões humanitárias e manutenção da paz ao serviço do Estado Português, embora esta se verifique significativa, apenas recentemente se extinguiram alguns dos condicionalismos estruturais e funcionais à paridade de ingresso nas Forças Armadas e nas Forças de Segurança e, consequentemente, à participação feminina em missões internacionais. Neste sentido, e devido a um esforço concertado entre as Tutelas e as Forças Armadas e as Forças de Segurança, a percentagem de ingresso das mulheres tem aumentado substancialmente: ao nível do pessoal militar, representam hoje cerca de 14,5 % face ao total dos efectivos, enquanto ao nível das Forças de Segurança representam 5% do efectivo total. Por outro lado, a análise da participação portuguesa, em missões humanitárias e de manutenção da paz demonstra a relevância que o Estado português tem atribuído ao papel das mulheres nas áreas da Segurança e Defesa, bem como o papel primordial que as mulheres têm desempenhado na resolução de questões sensíveis, como o apoio às vítimas de violência e discriminação baseada no género, contribuindo para uma melhor protecção das mulheres, raparigas e meninas nas situações de conflito e pós-conflito».
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
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