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quarta-feira, 17 de maio de 2017

No Dia Internacional Contra a Homofobia, a Lesbofobia e a Transfobia



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Neste contexto, e por ocasião do próximo Dia Internacional de Luta contra a Homofobia e Transfobia e do Dia Nacional contra a Homofobia e Transfobia, 17 de maio, a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), enquanto mecanismo público para a igualdade de género, colocará na fachada das suas instalações, situadas na Avenida da República, nº 32, uma faixa arco-íris, símbolo do movimento LGBTI, assinalando de forma simbólica o compromisso político atual para com a agenda LGBTI. A bandeira arco-íris será, igualmente, colocada no sítio web e na página institucional do Facebook da CIG.
Nesse mesmo dia, pelas 10h30, a Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Catarina Marcelino apresentará, também na CIG, os “Atacadores Arco-Íris”, uma iniciativa que conta com o apoio de várias Federações desportivas. Estes atacadores serão distribuídos por atletas de várias modalidades e utilizados nas competições que terão lugar nos dois fins de semana seguintes». Leia mais.



Sobre o Relatório da imagem:
«Portugal entre os países que mais protegem lésbicas, gays, bissexuais
Portugal está entre os países mais avançados do mundo em matéria de reconhecimento de pessoas LGB (Lésbicas, Gays, Bissexuais). É o que indica o relatório Homofobia Patrocinada pelo Estado: Uma Pesquisa Mundial de Leis de Orientação Sexual: Criminalização, Protecção e Reconhecimento, que nesta segunda-feira à tarde é lançado pela ILGA-Internacional,a antecipar o Dia Internacional Contra a Homofobia, a Lesbofobia e a Transfobia, que se assinala quarta-feira.
Portugal é um dos nove Estados do mundo a incluir na sua Constituição a proibição de discriminação em razão da orientação sexual. É um dos 23 Estados a reconhecer o casamento entre pessoas do mesmo sexo e um dos 28 a reconhecer outras formas de união. É ainda um dos 26 Estados a aceitar o direito à adopção conjunta e um dos 27 a aceitar o direito à co-adopção. E um dos 72 Estados a ter disposições legais contra a discriminação no emprego com base na orientação sexual.
 Uma série de mapas mostra o quão desigual é o mundo. As leis que protegem as pessoas LGB da discriminação e da violência têm estado a expandir-se. Mesmo assim, ainda há 72 países a criminalizar o sexo consentido entre homens. Em 42 desses países, tal disposição legal aplica-se também a mulheres.
 “Quando nos centramos no panorama específico da comunidade LGBTI [Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais] na Europa, é evidente que entramos num período em que os processos legislativos estão a desacelerar”, lê-se no relatório, desta vez elaborado por Aengus Carroll e Lucas Ramón Mendos. “Neste momento, é vital implementar leis e políticas sobre igualdade LGBTI ganha nos últimos 15 anos”, prossegue. “Não só é prioridade garantir que as triunfos legais se traduzem em mudanças reais na experiência de vida das pessoas LGBT, mas também assegurar que não há um retrocesso ou uma erosão desses triunfos.”
 Embora esse não seja o enfoque do relatório, os autores chamam também a atenção para as mudanças relacionadas com as pessoas transgénero. “O progresso legal continua a avançar a bom ritmo”, indicam. No ano passado, o parlamento da Noruega aprovou a autodeterminação da identidade de género, engrossando o grupo formado por Dinamarca, Malta e Irlanda. Mencionam avanços em diversos países. A visibilidade das pessoas intersexo, referem ainda, também aumentou. “Mais instituições e governos incluíram, de uma forma explícita, este tema na sua agenda. 
 Portugal tem, neste momento, três projectos de lei na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias a defender a autodeterminação de género (um da autoria do Bloco de Esquerda, outro do PAN – Pessoas, Animais, Natureza e outro do Governo). A proposta do executivo foi a última a entrar e é mais abrangente. É pelo direito à autodeterminação da identidade de género e expressão de género e pelo direito à protecção das características sexuais de cada pessoa. In Público, 15 de maio de 2017».  Tirado daqui.




segunda-feira, 22 de junho de 2015

DA «LIVRES E IGUAIS» | Campanha da ONU que destaca a diversidade LGBT e a luta contra a homofobia | AO «ARRAIAL LISBOA PRIDE 2015»

Saiba mais

No mês «Arco-Iris» lembremos que no âmbito das comemorações do  Dia Internacional contra a Homofobia a Transfobia, em Maio,  a ONU lançou um novo vídeo da Campanha «Livres e Iguais». Sobre este acontecimento na ONU Brasil:

Campanha da ONU ‘Livres e Iguais’ lança vídeo destacando a diversidade LGBT e luta contra homofobia

O vídeo de dois minutos transmitido em telas na Times Square fala sobre as contribuições que esta comunidade faz para as famílias e as grupos locais por todo o mundo. Continue a ler.






Agora, sublinhemos que no próximo dia 27 em Lisboa há o

«ARRAIAL  LISBOA  PRIDE  2015»:

«No dia 27 de junho, sábado, o Arraial Pride 2015 será uma vez mais a grande festa de Lisboa no Terreiro do Paço, dando visibilidade à população lésbica, gay, bissexual e transgénero e às suas famílias numa celebração da igualdade – e de orgulho na igualdade – que é cada vez mais para todas as pessoas.
Das 16h às 4h, a praça mais central da cidade enche-se de atividades para todos os públicos: durante a tarde, no Pride Village e no Arraialito (o Arraial Pride para todas as crianças); e à noite, o Palco abre, a partir das 20h30, a maior pista de dança e música da cidade.
A festa continua na zona Bares com vários espaços emblemáticos da noite de Lisboa e durante a tarde haverá música na área Lounge para optar entre espreguiçar-se sob o sol em frente ao rio Tejo ou participar numa das muitas atividades previstas para o Pride Village ou ainda explorar o maior ponto-de-encontro da cidade: a tenda Welcome Centre.
Com entrada gratuita, o Arraial Pride é, desde 1997, organizado pela ILGA Portugal, em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa – e, para além de colocar a cidade no roteiro dos principais destinos turísticos LGBT, marca a identidade de Lisboa enquanto cidade que promove a igualdade e valoriza a diversidade. Em cada uma das últimas duas edições, a organização estima mais de trinta mil pessoas no recinto durante as doze horas de festa.
Este ano o Arraial Pride, que é uma vez mais organizado também em parceria com a EGEAC, acontece na véspera do dia 28 de junho – a data em que se celebra por todo o mundo a revolta de Stonewall, marco simbólico da luta pela igualdade de direitos para Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgénero); e sendo o última sábado de junho, é uma ótima oportunidade para que as Festas de Lisboa encerrem com um enorme arco-íris.

Nesta 19ª edição, preparamos uma programação e um conjunto de atividades que fará deste Arraial o maior Arraial Pride de sempre – e com cada vez maior repercussão internacional».