Mostrar mensagens com a etiqueta 8 Março 2018. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 8 Março 2018. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 8 de março de 2018

HOJE DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES | ESCOLHEMOS | «Mulheres» | EDUARDO GALEANO


«Obra sobre o fulgor de figuras femininas movidas por causas, "Mulheres" reúne alguns dos momentos mais felizes da escrita de Eduardo Galeano, que sempre esquadrinhou o mundo para celebrar a dignidade do ser humano. Das revolucionárias mexicanas às que lutaram na Comuna de Paris, de Joana d’Arc, Frida Kahlo e Mae West às mães da Praça de Maio, sucedem-se nesta galeria mulheres corajosas, míticas e de carne e osso, gestos de feliz insubmissão no feminino e vidas tantas vezes invisíveis e silenciadas. Entre reflexões, fábulas e relatos inspiradores, cruzando países e eras, Eduardo Galeano oferece-nos nestas páginas almas que nunca se resignaram». +.

HOJE DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES | ESCOLHEMOS | «Mulheres em Portugal» | INE



HOJE DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES | ESCOLHEMOS | «ONU Mulheres» e a fundação Desenhando Pela Paz (Cartooning for Peace) divulgaram uma série de charges que criticam as desigualdades de género»








terça-feira, 6 de março de 2018

A CAMINHO DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2018 | «Mensagem do Secretário-Geral das Nações Unidas»


«Estamos em um momento decisivo para os direitos das mulheres. As desigualdades históricas e estruturais que deram origem à opressão e à discriminação estão aparecendo como nunca. Da América Latina à Ásia, através da Europa, nas redes sociais, conjuntos de filmes, fábricas e ruas, as mulheres pedem uma mudança duradoura e que não sejam toleradas agressões sexuais, assédio nem tipo de discriminação.
Alcançar a igualdade de gênero e empoderar mulheres e meninas são tarefas pendentes do nosso tempo e constituem o maior desafio em termos de direitos humanos no mundo.
O ativismo e as campanhas realizadas por gerações de mulheres deram frutos: mais meninas do que nunca vão à escola; mais e mais mulheres têm um emprego remunerado e ocupam cargos de responsabilidade no setor privado, academia, política e organizações internacionais, como as Nações Unidas; a igualdade de gênero é consagrada em numerosas leis; e práticas prejudiciais, como mutilação genital feminina e casamento infantil, são proibidas em muitos países.
No entanto, continuam a existir obstáculos importantes para pôr fim aos desequilíbrios históricos de poder em que se baseiam a discriminação e a exploração.
Mais de um bilhão de mulheres em todo o mundo não possuem proteção legal contra a violência sexual dentro de casa. A desigualdade salarial por razões de gênero no mundo é de 23% e atinge 40% nas áreas rurais, e o trabalho não remunerado feito por muitas mulheres passa despercebido. A representação média das mulheres nos parlamentos nacionais é ainda inferior a 1/4 e nos conselhos de administração é ainda menor. Sem ação concertada, milhões de meninas serão alvo de mutilação genital na próxima década.
Com frequência, as leis atuais são violadas, questionadas e desqualificam as mulheres que buscam compensação. Agora, sabemos que o assédio e o abuso sexual têm sido constantes nos locais de trabalho, em espaços públicos e em casas de países orgulhosos de sua trajetória de igualdade de gênero.
As Nações Unidas devem servir de exemplo ao mundo. Eu reconheço que nem sempre foi assim. Desde que assumi o cargo, no ano passado, fiz alterações na sede da organização, em nossas missões de operação de paz e em nossos escritórios ao redor do mundo.
Pela primeira vez, na equipe de direção conseguimos a paridade de gênero e estou determinado que o mesmo acontecerá no resto da organização. Estou absolutamente comprometido com a tolerância zero contra o assédio sexual e estabeleci estratégias para aumentar a apresentação de relatórios e a responsabilização. Além disso, trabalhamos em estreita colaboração com países de todo o mundo para evitar casos de exploração e abuso sexual cometidos por forças de paz, para enfrentar e auxiliar as vítimas.
Nas Nações Unidas, apoiamos a luta das mulheres em todo o mundo para superar as injustiças que enfrentam, sejam elas mulheres de áreas rurais, vítimas de discriminação salarial; mulheres de áreas urbanas que se unem para impulsionar a mudança; mulheres refugiadas que correm o risco de exploração e abuso ou mulheres que sofrem vários tipos de discriminação: viúvas, mulheres indígenas, mulheres com deficiência e mulheres que não se ajustam às normas de gênero .
O empoderamento das mulheres é um tema central da Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável. Se avançarmos no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, também avançaremos na causa de todas as mulheres em todo o mundo. Por meio da iniciativa Spotlight que lançamos em conjunto com a União Européia, serão destinados recursos para a eliminação da violência contra mulheres e meninas, um pré-requisito para a igualdade e empoderamento.
Serei claro: não se trata de fazer um favor às mulheres. A igualdade de gênero tem a ver com os direitos humanos, mas também é do interesse de todos: homens e meninos, mulheres e meninas. A desigualdade de gênero e a discriminação contra as mulheres prejudicam a todos e todas.
Demonstrou-se amplamente que investir em mulheres é a forma mais eficaz de prosperar as comunidades, as empresas e os países. A participação das mulheres torna os acordos de paz mais sólidos, as sociedades mais resilientes e as economias mais vigorosas. Normalmente, quando as mulheres são discriminadas é porque existem práticas e crenças que prejudicam a todos. Por outro lado, a licença de paternidade, as leis contra a violência doméstica e a legislação que promove a igualdade de remuneração nos beneficiam.
Neste momento decisivo para os direitos das mulheres, é hora de os homens apoiarem as mulheres, ouvi-las e aprender com elas. É primordial que haja transparência e responsabilidade para que possam alcançar seu potencial total e nos ajudar a prosperar na comunidade, na sociedade e na economia.
Tenho orgulho de fazer parte desse movimento e espero que ele continue se expandindo nas Nações Unidas e em todo o mundo».
António Guterres

Secretário-Geral das Nações Unidas


_________________
Para quem prefira no original em inglês, no site da UN Women -  neste endereço:
«International Women’s Day

The UN Secretary-General’s Message on International Women’s Day

Date: Thursday, March 1, 2018»

A CAMINHO DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2018 | «As mulheres no trabalho artístico/Direitos e igualdades no espectáculo e no audiovisual»| 10 MARÇO 2018 | 18:00 H | TEATRO SÃO LUIZ | LISBOA

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

A CAMINHO DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2018 | TEMA DA UN WOMEN |«Agora é o momento: ativistas rurais e urbanas transformam a vida das mulheres»

Veja aqui

E recorrendo à ONU Mulheres do Brasil:


«O tema para o Dia Internacional da Mulher, o 8 de março, é “Agora é o momento: ativistas rurais e urbanas transformam a vida das mulheres”. Neste ano, o Dia Internacional da Mulher se soma ao movimento mundial sem precedentes por direitos, igualdade e justiça das mulheres. O assédio sexual, a violência e a discriminação contra as mulheres capturaram as atenções e o discurso público, com uma crescente determinação em favor da mudança.
Pessoas de todo o mundo estão-se mobilizando para conseguir um futuro que seja mais igualitário. Esta ação tem se manifestado na forma de marchas e campanhas mundiais, incluindo o movimento #MeToo, nos Estados Unidos da América e seus reflexos em outros países, como protesto contra o assédio sexual e a violência, por exemplo: #EuTambém, no México, Espanha e América Latina e outros lugares; #QuellaVoltaChe, na Itália; #BalanceTonPorc, na França; e #Ana_kaman, nos Estados Árabes; “Ni Una Menos”, uma campanha contra o feminicídio que surgiu na Argentina; e tantas outras iniciativas, abordando questões que incluem desde igualdade salarial até a representação política das mulheres.
O Dia Internacional da Mulher 2018 é uma oportunidade para se transformar esse impulso em medidas para empoderar as mulheres de todos os lugares, rurais e urbanos, e reconhecer as pessoas ativistas que trabalham sem descanso para reivindicar os direitos das mulheres e conseguir que se desenvolvam no seu potencial pleno.
Em sintonia com o tema prioritário do próximo 62º período de sessões da Comissão sobre a Situação das Mulheres, o Dia Internacional da Mulher também presta atenção aos direitos e ao ativismo das mulheres rurais, que constituem mais de 25% da população mundial e a maioria de 43% das mulheres da força de trabalho agrícola mundial.
Estas mulheres cultivam as terras e plantam sementes para alimentar as nações, garantem a segurança alimentar das suas comunidades e geram resiliência diante do clima. Contudo, em praticamente todas as medidas de desenvolvimento, as mulheres rurais estão atrasadas em relação aos homens rurais e as mulheres urbanas devido às desigualdades de gênero e a discriminação arraigadas. Por exemplo, menos de 20% das pessoas em todo mundo que possuem terras são mulheres, e que se pese a diferença mundial de salário de entre mulheres e homens se situa em 23%, nas áreas rurais pode chegar até 40%. Por outro lado, elas carecem de infraestrutura e serviços, trabalho decente e proteção social e se encontram em uma situação mais vulnerável em face dos efeitos das mudanças climáticas». Continue a ler.

A CAMINHO DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2018 | A Escola de Mulheres - Oficina de Teatro faz balanço | ENTRE 8-10 MARÇO









A questão da MULHER  é central para esta Companhia – o nosso Manifesto de 8 de março de 1995 é claro – “Privilegiar o trabalho feminino em todas as vertentes do Teatro: Autorias, Intérpretes, Técnica. Privilegiar as questões do feminino através de textos que reflictam as questões que as afectam sem dar imagens estéreotipadas das Mulheres”.
 
_______________________



«23 anos após a criação de Escola de Mulheres-Oficina de Teatro, considerámos que seria a altura de fazer um balanço em forma Teatral (Performativa se se preferir) do trabalho desenvolvido e a desenvolver num futuro próximo. A questão da MULHER  é central para esta Companhia – o nosso Manifesto de 8 de março de 1995 é claro – “Privilegiar o trabalho feminino em todas as vertentes do Teatro: Autorias, Intérpretes, Técnica. Privilegiar as questões do feminino através de textos que reflictam as questões que as afectam sem dar imagens estéreotipadas das Mulheres”.
Para tal reservámos 3 dias sucessivos com entradas livres, desde 8 a 10 de Março de 2018 com o seguinte Programa:
Dia 8 de Março às 21h 30m – Aniversário da Escola de Mulheres com lançamento do Catálogo dos 23 anos da Companhia, apresentação de um PowerPoint com imagens dos espectáculos. Passagem do vídeo do espectáculo da apresentação pública da Companhia e do seu Manifesto no dia 8 de março de 1995. Leitura Encenada de Cheias de Graça de Isabel Medina. Colóquio sobre o Dia Internacional da Mulher e a situação da Mulher no Teatro, com a participação da dirigente do Movimento Democrático de Mulheres, Isabel Cruz e de mulheres de Teatro.
Dia 9 de Março às 21h 30m – A Prostituição e o Tráfico de Mulheres. Apresentação do docudrama de Isabel Medina, com Produção da Escola de Mulheres “Caçadores de Anjos”. Colóquio com um Dirigente da Associação O Ninho
Dia 10 de Março às 21h 30m – A Mulher na Prisão/O Teatro – Passagem do Documentário de Luisa Pinto e Caroline Maia - Rompendo os Muros da Prisão. Trabalho Teatral realizado por Luisa Pinto no âmbito do seu Doutoramento, com reclusos e reclusas dos Estabelecimentos Prisionais de Santa Cruz do Bispo, com texto O Filho Pródigo de Helder Wasterlain e João Maria André e a colaboração de Actores Profissionais nos quais se inclui a Directora da Escola de Mulheres, Fernanda Lapa.
Colóquio com Luisa Pinto, Caroline Maia, Fernanda Lapa e do Autor do texto, Professor Doutor João Maria André».


quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

A CAMINHO DE MARÇO | Manifestação Nacional de Mulheres | 10 MARÇO 2018 | LISBOA




«É com alegria que o Movimento Democrático de Mulheres informa que estão em preparação, de norte a sul do país, as comemorações do 8 de Março - Dia Internacional da Mulher, data que é um marco indelével da longa marcha pela emancipação das mulheres em Portugal e no Mundo.
O MDM decidiu promover a realização de uma Manifestação Nacional de Mulheres, que será o ponto alto das comemorações do 8 de Março, e que mais uma vez unirá milhares de mulheres de todo o país, em Lisboa, no dia 10 de Março, sob o lema “Igualdade e justiça social, no presente, com futuro!”
Num tempo em que continuam por resolver os problemas mais urgentes da vida das mulheres e em que persistem e se aprofundam desigualdades, discriminações e violências inaceitáveis que ferem a sua dignidade, o MDM convida as mulheres a participarem na Manifestação que dará voz aos seus problemas e aspirações e que afirmará a alegria, confiança e criatividade das mulheres, a importância e valor da sua intervenção e da sua participação em igualdade e em todas as esferas da vida.

No ano em que assinala os seus 50 anos de actividade, o MDM considera importante lembrar que os direitos hoje consagrados nas leis são fruto da luta organizada de muitas gerações de mulheres, luta que tem de prosseguir no futuro!».