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sexta-feira, 14 de março de 2014

UM PROJETO INSPIRADOR DA HARVARD LAW SCHOOL | Exposição «Inspiring Change, Inspiring US»




O post  «Inspiring women: HLS exhibit features portraits of influential policymakers, lawyers» descreve  o projeto com que a Harvard Law School comemorou o Dia Internacional das Mulheres 2014.  Começa assim:


«Some of the faces are well known, others are familiar to only a few, but all of the pictures in the display inside Harvard Law School’s Wasserstein Hall are of women lawyers, policymakers, and others from around the globe who have made a difference and inspired others to do the same.

Inspiring Change, Inspiring Us” is the name of the series both on display and in an online exhibit that honors International Women’s Day. The project is a joint effort by the Harvard Law and International Development Society (LIDS), the Harvard Women’s Law Association (WLA), and 17 other HLS student organizations that sponsored the portraits. The project also received support from the Harvard Law School Milbank Tweed Fund». Continue a ler.


E saibamos mais sobre as Mulheres envolvidas, online: neste endereço. E de forma depurada ficamos a conhecer as distinguidas. Por exemplo:


O projeto é sobre mulheres que inspiram, mas a HLS é também fonte de inspiração. Para a mudança.



quinta-feira, 13 de março de 2014

DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2014 | Iniciativa CIG | «Sob o signo da memória»




Como tantas outras pessoas, pensamos que um dos fins do «DIA» que assinala uma causa terá como ambição que todos os dias sejam esse dia. Também por isso,  para nós,  faz sentido que continuemos a olhar para acontecimentos  do 8 de março deste ano. E é assim que agora chegamos  à Iniciativa da CIG - Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género - que teve lugar no dia 7 na Biblioteca Nacional de Portugal, em Lisboa. Desde logo, remetamos para a intervenção da sua Presidente, Fátima Duarte, cujo início está reproduzido na imagem, e que pode ler na integra aqui. Sublinhemos o seguinte:

- O facto do conceito da iniciativa ser em torno da MEMÓRIA, e de na intervenção da Dirigente da CIG termos, isso mesmo,  o registo de uma memória da atividade da COMISSÃO ao longo dos tempos que, eventualmente, terá interesse não só para jovens investigadores/as mas para as pessoas em geral;
- E com esta intervenção ficam devidamente contextualizadas  outras componentes que deram conteúdo à comemoração do Dia Internacional das Mulheres 2014 por parte da CIG:   o Feminae - Dicionário Contemporâneo,  da CESNOVA/ Faces de Eva; um projeto da OIT - Portugal que visa a sistematização de informação sobre as relações da OIT com o nosso País  no que se refere ao estatuto das mulheres. Mas a estes trabalhos voltaremos noutra ocasião. 





terça-feira, 11 de março de 2014

«QUANDO A ESFERA PÚBLICA ERA MONOPÓLIO DOS HOMENS (que a teorizavam e ocupavam)»



Obra de Picasso

«(...)
Não esqueçamos que, diferentemente do que sucedia em séculos passados quando a esfera pública era monopólio dos homens (que a teorizavam e ocupavam), hoje em dia as mulheres encontram-se a viver em instituições económicas e políticas nas quais – de facto – continuam a ser periferias culturais e teóricas. As estatísticas mostram que nas empresas e bancos são principalmente as mulheres que sofrem porque os postos de trabalho foram pensados, desenhados e promovidos por teorias onde falta "a outra metade" do mundo e da economia. Mudar a economia para a tornar à "medida de mulher" implicaria – faço apenas um aceno – rever também a teoria e a praxis da gestão da casa, a economia familiar, a educação dos filhos, o cura dos idosos. E muitas outras coisas mais.
As dificuldades do tempo presente dependem também do não se conseguir valorizar a enorme energia relacional e moral das mulheres, hoje ainda demasiado hóspedes e estrangeiras no mundo produtivo dos homens onde, por isso, não conseguem exprimir todas as suas potencialidades e talentos. Também a economia está à espera de ser vivificada pelo génio feminino».
Luigino Bruni
In Avvenire
Trad.: José Alberto Bacelar Ferreira, P. António Bacelar 



sábado, 8 de março de 2014

ESPECIAL DIA 8 MARÇO 2014 | Igualdade para as mulheres é progresso para todos


ESPECIAL DIA 8 MARÇO 2014 | «O Futuro que as Mulheres Querem»







ESPECIAL DIA 8 MARÇO 2014 | Conciliação

 
 
 
 
A imagem é da HBR de março. Como se vê o tema central é «WORK vs LIFE | Forget about balance - you have to make choices». Isto quando tanto se fala em «conciliação» e quando tanto se aposta na divisão do trabalho familiar entre mulheres e homens. Um dos destaques no dossiê da capa:
 

 
 
 
E do disponível online: «Work/life balance is at best an elusive ideal and at worst a complete myth, today’s senior executives will tell you. But by making deliberate choices about which opportunities they’ll pursue and which they’ll decline, rather than simply reacting to emergencies, leaders can and do engage meaningfully with work, family, and community. They’ve discovered through hard experience that prospering in the senior ranks is a matter of carefully combining work and home so as not to lose themselves, their loved ones, or their foothold on success. Those who do this most effectively involve their families in work decisions and activities. They also vigilantly manage their own human capital, endeavoring to give both work and home their due—over a period of years, not weeks or days». Leia mais.
 
 

ESPECIAL DIA 8 MARÇO 2014 | As mulheres nas artes




Saiba mais no International Women´s Day 2014
 
 
E num mundo sem fronteiras, e sobre as mulheres nas artes em acontecimento internacional - a ARCO -,   um post recente no Blogue Mujeres do El País : ¿Dónde están las artistas españolas de ARCO?. Um excerto:
«(...)No hay datos sobre cuántas mujeres han acudido a esta 33 edición del evento más importante de arte contemporáneo de nuestro país, pero sí las hay de la presencia de artistas españolas en las galerías participantes: 68, un 4,8% de los 1.400 creadores expuestos, según los datos recopilados tras una exhaustiva revisión del catálogo. Si contamos a las extranjeras, la presencia femenina sube a un 23% con 256 más. En la práctica, esto se traduce a que encontrar un cuadro, fotografía o cualquier otra intervención visual firmado por una española es como buscar una aguja en un pajar. ¿Dónde están las españolas en ARCO? (...)». Leia na integra.
 
 
 
«Dos mujeres trabajan en uno de los espacios de ARCO 2014». / Luis Díaz
 

ESPECIAL DIA 8 MARÇO 2014 | A diferença salarial entre mulheres e homens