Relatório Global sobre os Salários 2016/2017 ‐ Desigualdade salarial no local de rabalho, da Organização Internacional do Trabalho(OIT)
O Relatório Global sobre os Salários – Desigualdade salarial no local de trabalho da Organização do
Trabalho(OIT), constitui um dos estudos de referência da OIT, foi publicado em dezembro de 2016 e
acabou de ser traduzido para português. Esta edição de 2016/17 contribui para o cumprimento das
metas:
8‐ Tabalho digno e crescimento económico e 10‐Reduzir as Desigualdades da Agenda 2030 do
Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas ao disponibilizar dados estatísticos e informação
relativa às tendências salariais dos diversos governos.
Este Relatório, divide‐se em três: a 1ª Parte ‐ Principais tendências salariais; a 2ª Parte‐ Desigualdade no
local de trabalho e a 3ª Parte – Resumo e conclusões. . Continue a ler.
Assegurar uma vida
saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades
Reconhecendo a relação entre saúde e
desenvolvimento sustentável, as novas metas para a promoção de vidas saudáveis
para todos e todas objetivam a continuidade e ampliação dos ODM voltados para o
combate a doenças como HIV/AIDS, malária, tuberculose, entre outras doenças
transmissíveis ou não. Os ODS propõem metas integradas que abordam a promoção
da saúde e bem-estar como essenciais ao fomento das capacidades humanas, e
estas, por sua vez, são necessárias para a construção de comunidades
sustentáveis e resilientes. Veja as metas do objetivo 3.
«In May 2015,
the World Education Forum in Incheon (Republic of Korea), brought together
1,600 participants from 160 countries with a single goal in mind: how to ensure
inclusive and equitable quality education and lifelong learning for all by
2030?
The Incheon Declaration for Education 2030 has
been instrumental to shape the Sustainable Development Goal on Education to
“Ensure inclusive and equitable quality education and promote lifelong learning
opportunities for all”.
It entrusts UNESCO with the leadership,
coordination and monitoring of the Education 2030 agenda. It also calls upon
the Global Education Monitoring (GEM) Report to provide independent monitoring
and reporting of the Sustainable Development Goal on education (SDG 4), and on
education in the other SDGs, for the next fifteen years.
The ultimate
goal of this agenda is to leave no one behind. This calls for robust data and
sound monitoring. The 2016 edition of the GEM Report provides valuable insight
for governments and policy makers to monitor and accelerate progress towards
SDG 4, building on the indicators and targets we have, with equity and
inclusion as measures of overall success.
This Report
makes three messages starkly clear.
Firstly, the urgent need for new approaches.
On current trends only 70% of children in low income countries will complete
primary school in 2030, a goal that should have been achieved in 2015. We need
the political will, the policies, the innovation and the resources to buck this
trend.
Secondly, if
we are serious about SDG 4, we must act with a sense of heightened urgency, and
with long-term commitment. Failure to do so will not only adversely affect
education but will hamper progress towards each and every development goal:
poverty reduction, hunger eradication, improved health, gender equality and
women’s empowerment, sustainable production and consumption, resilient cities,
and more equal and inclusive societies.
Lastly, we must fundamentally change the way
we think about education and its role in human well-being and global development.
Now, more than ever, education has a responsibility to foster the right type of
skills, attitudes and behavior that will lead to sustainable and inclusive
growth.
The 2030 Agenda for Sustainable Development
calls on us to develop holistic and integrated responses to the many social,
economic and environmental challenges we face. This means reaching out beyond
traditional boundaries and creating effective, cross-sectoral partnerships.
A
sustainable future for all is about human dignity, social inclusion and
environmental protection. It is a future where economic growth does not
exacerbate inequalities but builds prosperity for all; where urban areas and
labour markets are designed to empower everyone and economic activities,
communal and corporate, are green-oriented. Sustainable development is a belief
that human development cannot happen without a healthy planet. Embarking upon
the new SDG agenda requires all of us to reflect upon the ultimate purpose of
learning throughout life. Because, if done right, education has the power like
none else to nurture empowered, reflective, engaged and skilled citizens who
can chart the way towards a safer, greener and fairer planet for all. This new
report provides relevant evidence to enrich these discussions and craft the
policies needed to make it a reality for all».
E do Expresso, na Plataforma Sapo: «(...) “O que nós procuramos fazer, no fundo, é promover a igualdade de género. Esta era uma preocupação do setor já há algum tempo e nas últimas negociações fomos sempre promovendo esta aproximação entre os salários de homens e de mulheres e este processo termina agora”, relatou a mesma fonte à agência Lusa, referindo que as mulheres representam cerca de 60% dos trabalhadores. (...)». Leia na integra.
"Fátima", uma peregrinação de fé e mulheres no cinema segundo João Canijo
João Canijo queria filmar a relação de grupo entre mulheres e o pretexto foi uma peregrinação a pé a Fátima, "a ideia mais portuguesa das ideias portuguesas", como contou, a propósito da próxima longa-metragem. Leia aqui.
Olga, uma imigrante aristocrática russa e membro da Resistência Francesa, é presa pela polícia nazista por esconder crianças judaicas durante uma invasão surpresa. Como castigo, é enviada para a prisão onde se encontra Jules, um colaborador franco-nazista que é designado para investigar o seu caso. Jules deslumbra-se por Olga e oferece-se para atenuar a sua punição em troca de favores sexuais. Embora Olga concorde, e fará o que for preciso para evitar a dura perseguição, a sua esperança de liberdade desaparece rapidamente quando os eventos tomam um rumo inesperado. Enviada para um campo de concentração, Olga é forçado a uma vida de inferno. Para sua surpresa, ali, cruza-se com o oficial alemão da alta hierarquia das SS, Helmut, que em outros tempos se tinha apaixonado loucamente por ela e que ainda abriga esses sentimentos. Eles reacendem essa velha chama e embarcam num relacionamento retorcido e destrutivo. Helmut resolve resgatar Olga e oferece-lhe uma fuga que ela pensava já não ser possível. No entanto, com o passar do tempo e o destino da derrota nazi, a noção de Paraíso de Olga é irrevogavelmente alterada.Tirado daqui.
«A vida imortal de Henrietta Lacks reconstitui a vida e a morte de uma das mais injustiçadas personagens da história da medicina. O livro demonstra como o progresso científico do século XX deveu-se em grande medida a uma mulher negra, pobre e quase sem instrução. Doadora involuntária da linhagem “imortal” de células HeLa, a mais pesquisada em todo o mundo, a protagonista do premiado livro de estreia de Rebecca Skloot recebe uma merecida e tardia homenagem.
Seu nome de batismo era Loretta Pleasant, e ninguém sabe como se tornou
Henrietta. Ela era descendente de escravos e nasceu em 1920, numa fazenda de
tabaco no interior da Virgínia. Aos 21 anos, emigrou com o marido, David, seu
primo em primeiro grau, para os subúrbios da região de Baltimore.
Aos trinta anos, mãe de cinco filhos, Henrietta descobriu que
tinha câncer. Em poucos meses, um pequeno tumor no colo do útero se espalhou
por seu corpo. Ela perdeu rapidamente o vigor, convertendo-se num “espécime
miserável”, nas palavras impiedosas do prontuário médico do Hospital Johns
Hopkins, onde se tratava e onde veio a falecer, em 1951.
No Johns Hopkins, uma amostra do colo do útero de Henrietta
havia sido extraída sem o seu conhecimento, e fornecida à equipe de George Gey,
chefe de pesquisa de cultura de tecidos naquela instituição. Gey demonstrou que
as células cancerígenas desse tecido possuíam uma característica até então
inédita: mesmo fora do corpo de Henrietta, multiplicavam-se num curto
intervalo, tornando-se virtualmente imortais num meio de cultura adequado. Por
causa disso, as células HeLa, batizadas com as iniciais da involuntária
doadora, logo começaram a ser utilizadas nas mais variadas pesquisas em
universidades e centros de tecnologia, nos Estados Unidos e no exterior.
O surgimento de uma bilionária indústria de medicamentos
sintéticos e as fabulosas cifras atualmente envolvidas em pesquisa genética
devem-se em grande medida à comercialização das células de Henrietta. A vacina
contra a poliomielite e contra o vírus HPV, vários medicamentos para o
tratamento de câncer, de aids e do mal de Parkinson, por exemplo, foram obtidos
com a linhagem HeLa. Apesar disso, os responsáveis jamais deram informações
adequadas à família da doadora e tampouco ofereceram qualquer compensação moral
ou financeira pela massiva utilização das células.
Rebecca Skloot tenta reverter esse quadro, compondo um
comovente relato da vida e da morte da mulher negra e humilde cujo trágico e
precoce desaparecimento mudou a história da medicina. Por meio do estreito
contato mantido com filhos, netos e o viúvo de Henrietta durante a pesquisa
para o livro, a autora discute com muita lucidez as delicadas e complexas
questões éticas e raciais envolvidas na história.
A autora criou uma fundação para onde parte dos proventos
deste livro está sendo encaminhada. Para mais informações e para fazer doações,
acesse».Leia mais.
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. .
E agora temos o filme com Oprah Winfrey:
A propósito este trabalho no NYT:
Oprah Winfrey on ‘The Immortal Life of Henrietta Lacks’
«(...)
The movie adaptation, which debuts on HBO on April 22, takes a different storytelling approach, focusing on the lives of Lacks’s children, particularly her daughter Deborah, played by Oprah Winfrey. George C. Wolfe, the movie’s director and co-writer, said that he shifted the point of view away from Ms. Skloot (Rose Byrne) to Deborah because he found her to be “a ferociously smart and incredibly creative, brave and daring” woman whose loss put her on a “journey to know her mother in essence to know herself.” He continued, “That felt to me very profoundly intimate and the emotional propulsion necessary to drive a film and have strong enough muscle to hang everything else that developed.”
In a phone interview, Ms. Winfrey, 63, who was also an executive producer on the project, talked about the book’s resonance, her reluctant decision to star in the movie and why sharing the stories of women, particularly of African-American women, has become her life’s work. These are edited excerpts from the conversation. (...)». Leia na integra.
O museu considera que se trata de “uma grande exposição” que reunirá 150 obras-primas do artista, vindas da coleção do museu e de mais de 30 instituições de todo o mundo, como o Museu Picasso e o Centre Georges Pompidou, de Paris, a Tate Modern, de Londres, o Museu de Arte Moderna (MoMA) e o Metropolitan Museum, de Nova Iorque, entre outros. (...)». Leia mais, no Observador.
«(...)"Antes
de 1937, Picasso estava perplexo. Com os acontecimentos [da guerra], o terror,
o medo e a morte converteram-se no seu tema. Está presente em algumas das suas
obras, como 'As três bailarinas'", disse o comissário da exposição Timothy
J. Clark, investigador da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos.
A
comissária Anne M. Wagner, também da universidade californiana, destacou os
desenhos a vermelho e negro do artista, nos quais aborda a morte de inocentes,
até chegar a "Guernica": "Não há homens e essa é a razão por que
['Guernica'] atraiu de forma poderosa o público".
A
par da exposição, o Reina Sofia publicará um catálogo, organizado pelos
comissários, e um segundo livro com documentação sobre as viagens do quadro,
até ao seu regresso a Espanha, em 1981.
Será
igualmente criada uma área de consulta sobre a obra, no sítio do museu na
internet, no âmbito do Fundo Documental Guernica, do Museu Rainha Sofia.
Quanto
ao quadro, que apresenta "algumas fissuras" e "zonas de
fragilidade", Borja-Villel disse hoje à imprensa que não será sujeito a
restauro. "Estudamos apenas a possibilidade de retirar o verniz",
colocado em 1992.(...)».
"Guernica",
pintura a óleo sobre tela, de 349,3cm de altura e 776,6cm de largura, mostra os
horrores do bombardeamento à cidade basca de Guernica, por aviões alemães do
regime nazi, apoiando o ditador Francisco Franco, em 26 de abril de 1937,
durante a Guerra Civil de Espanha, naquele que foi visto como um teste dos
bombardeamentos aéreos da Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Alguns
anos antes de morrer, Picasso pediu para que o quadro só fosse devolvido a
Espanha quando as liberdades públicas fossem restauradas no país. (,,,)». Leia mais, no DN.
Zapatero escreveu um texto comovente a recordar a ex-ministra da habitação
e defesa:
«(...)«Zapatero teve 17 mulheres nos seus elencos
governativos. Elogia todas, pelo que lutam e lutaram pela igualdade de género.
Mas percebe-se que era a “protegida”.E percebe-se porquê: acolheu pastas difíceis em
momentos conturbados, mas nunca deixou de ser fiel aos seus princípios e
convicções para transformar problemas em soluções.
Exemplos: em 2007, quando agarrou a pasta da Habitação
com a bolha imobiliária a rebentar, desenvolveu o projeto público de ajuda ao
arrendamento de casas para jovens entre os 22 e os 30 anos, ao mesmo tempo que
criou novas e mais céleres formas de resolver os contenciosos em torno do
assunto; em abril de 2008, depois de ter a melhor votação desde 1982 nas
eleições gerais por Barcelona, tornou-se a primeira ministra da Defesa mesmo
estando grávida de sete meses e, ao quinto dia com a pasta, foi visitar as
tropas espanholas no Afeganistão. (...).Leia aqui, no Observador. De outro artigo do mesmo jornal:
Carme Chacón. Os últimos dias da mulher que Espanha ainda chora
“O Centro Cultural Espanhol apresenta a
conferência: Mulheres e Política – O Desafio da Igualdade, com Carme Chacón,
ex-ministra da Defesa de Espanha”.Na quinta-feira, a advogada
marcou presença na Biscayne Boulevard, em Miami, para um colóquio com entrada
livre que atraiu o interesse de muitas pessoas. Na véspera, tinha estado em
direto no programa de Enrique Córdoba, para a Rádio Caracol 1260 AM, onde tocou
um pouco na matéria, entre outros temas.Na palestra, refletiu sobre dois temas: os
números da mulher na política e respetivas consequências para alcançar a
igualdade de género e a posição da mulher na esfera pública e privada. No
final, contou também a sua experiência de vida. Dois dias depois, voltou a
Madrid. Foi a sua última viagem: acabaria por falecer no domingo de manhã. E
ainda hoje, segunda-feira à noite, se chora a perda. (...). Leia mais.
E ainda:
“Não sacrifiquem a maternidade pelo trabalho, ninguém vos vai agradecer por isso”
Carme Chacón fez um último discurso três dias antes de morrer e as suas últimas palavras em público transformaram-se no seu testamento.Continue a ler.
Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável Durante as duas últimas décadas, o rápido crescimento econômico e o desenvolvimento da agricultura foram responsáveis pela redução pela metade da proporção de pessoas subnutridas no mundo. Entretanto, ainda há 795 milhões de pessoas no mundo que, em 2014, viviam sob o espectro da desnutrição crônica. O ODS 2 pretende avançar nas conquistas alcançadas e o sucesso desse objetivo depende da garantia de que a segurança alimentar seja alcançada por meio de práticas agrícolas sustentáveis e inclusivas. Veja as metas do objetivo 2.
«Malala é a mais nova Mensageira da Paz das Nações Unidas
(...)
O secretário-geral da ONU, António
Guterres, disse estar orgulhoso ao designar oficialmente a mensageira e
revelou sua inspiração na dedicação de Malala "servindo os ideais e os
objetivos da organização, especialmente na visão do direito dos povos à
dignidade."
Meninas e mulheres
Na sua declaração oficial, Guterres
exaltou ainda a "coragem admirável" de Malala na defesa de todos os
povos, incluindo nos direitos de meninas e mulheres, na educação e na
igualdade.
O chefe da ONU disse que a organização
honra o fato de Malala ter mostrado, mesmo perante grande perigo, um
compromisso com a paz.
Para Guterres, enfoque de Malala tem sido
"no melhor da raça humana" e na determinação de um mundo melhor. Ele
agradeceu o seu exemplo que, segundo o secretário-geral, inspirou as
pessoas de boa vontade a juntar-se na busca de valores comuns». Continue a ler.
Em comunicado, o secretário-geral da ONU, António Guterres,
afirmou que o progresso em oferecer educação sexual e serviços de saúde
reprodutiva melhorou as vidas de mulheres e meninas, levando à queda das taxas
de natalidade em muitos países.
“Quando essa tendência é acompanhada de investimentos em capital
humano, especialmente na juventude, isso pode resultar em dividendo
demográfico, acelerando o crescimento econômico dos países”, afirmou.
O
dividendo pode ser impulsionado com uma maior participação no mercado de
trabalho das mulheres, que precisam ser empoderadas e receber a mesma educação
e oportunidades de emprego dos homens, disse Guterres, enfatizando que os
homens também têm seu papel, ao compartilhar o trabalho doméstico e as responsabilidades
de cuidar de idosos e crianças.
Guterres
disse ainda que a migração internacional também pode ajudar a enfrentar os
desafios do envelhecimento populacional, ao adicionar trabalhadores à
população, reduzindo a idade média. Ele encorajou todos os governos a facilitar
processos migratórios seguros, ordenados e regulares». Leia na integra.
Da Biografia de Camille Claudel:
«(...) 1893
-1908 : Period of solitary creation
“I have lots of new ideas that
would please you enormously (…) I'm greatly enjoying working (…) As you can
see, it’s no longer anything like Rodin (…)”These few lines from a letter
written by Camille Claudel to her brother in December 1893 reveal her current
state of mind.
Break-up with Rodin
1893: Camille
Claudel distances herself from Rodin and isolates herself in her work,
exasperated by even the most laudatory critics, who hasten to connect her work
with that of her master. She would never cease to distance herself, to
underline her uniqueness and autonomy. She embarks in new directions and
begins her “sketches from life” series inspired by everyday subjects.
Nevertheless,
Rodin, at the height of his career, would continue to discreetly support her
both financially and within the art world.
In late 1893,
Rodin rents the Villa des Brillants in Meudon, to which he moves with Rose
Beuret. He would become the owner of the property in 1895.
Rodin succeeds
Dalou as president of the sculpture section of the S.N.B.A. and Camille Claudel
is made a member. (...) . Continue a ler no site do musseu.
«The Subcommittee on Human Rights and the Committee on Women’s Rights and Gender Equality will organise a Joint Hearing on Child Marriages on 11 April 2017 from 15.00 to 17.00. Prof Benyam Dawit Mezmur, Chairperson of the UN Committee on the Rights of the Child accepted the invitation to the hearing, together with Mr Fredrik Malmberg, Ombudsman for Children from Sweden, Ms Lakshmi Sundaram, Executive Director of Girls not Brides, UK and other experts.
The practice of child marriage, even if often condemned, remains widespread, with one in three girls under 18 in developing countries affected by it». Tirado daqui.
A crise em Portugal filmada com «admirável pudor e compreensão»: Igreja destaca "Colo", de Teresa Villaverde
«(...) "É um filme bastante justo no seu tempo, na importância do silêncio. Não quis usar efeitos cinematográficos, porque estávamos a falar das pessoas, da solidão das pessoas" explicou Teresa Villaverde ao Público, aquando da estreia mundial do filme, em Berlim.
Para a cineasta, a crise "é mais do que económica" - e aqui recordamo-nos das palavras de vários papas: "É também a crise da família, do pouco tempo que as pessoas têm para viver, para falar umas com as outras".
"Quis retratar a solidão, e o modo como ela existe dentro de uma estrutura que se deteriora, porque quando existe uma crise económica todos os outros problemas parecem ser exacerbados. Dos meus filmes, talvez este seja aquele onde o silêncio se sente mais. É mais importante aquilo que não se diz, que fica por dizer", assinalou. (...)».Leia na integra.
«Em 2000, o mundo comprometeu-se em reduzir pela metade o número de pessoas vivendo em extrema pobreza e em 2015 esse objetivo foi atingido. No entanto, segundo o Banco Mundial, a razão de pobreza da população mundial em 2013 ainda era de 10,68%, considerando a linha de pobreza como sendo US$ 1,90 por dia (PPP 2011). A Agenda 2030 reconhece que a erradicação da pobreza, em todas as suas formas, é o maior desafio global para atingirmos o desenvolvimento sustentável. Por isso, a grande prioridade do desenvolvimento sustentável deve ser os mais pobres e vulneráveis: ninguém será deixado para trás!». Veja as metas do Objetivo 1.
Este pequeno filme passou no encerramento da CSW61 e sobre ele como pode ver-se aqui foi dito:
«(...)
We are all “Alem”. This short film illustrates the significance of the work that we have done together, and the agreements we have reached. We are taking steps to make sure that Alem and her brothers will have equal opportunities, that her mother will understand that all the children need her support, and that she needs support too. The father’s employer will make sure that he can be home, so that maybe the father can take the baby outside, allowing Alem and her two brothers to sit and enjoy the scholarship application movie. Investment in infrastructure for energy, or water and sanitation will reduce the responsibility of care on the mother who we saw doing washing outside, so that she too has an opportunity to earn a living if she chooses to outside the home, and the overall quality of life of the family is enhanced. This is what we are trying to do. This is the story that this short film presents. (...)».Leia na integra.
«A revista Contemporânea, nesta edição especial, editada por Ana Cachola e com um ensaio visual de Ana Vidigal, pretende problematizar a presença feminina no campo artístico, refletindo sobre a (in)visibilidade do género e a importância histórica e sociológica da arte produzida por artistas mulheres.
Num momento em que o mundo da arte, à escala global, tem demonstrado uma preocupação aguda com estas questões, a Contemporânea assume-se como barómetro da situação artística portuguesa».
“Bem recentes foram os tempos em que a ideia de crise e de austeridade passou a ser amplamente difundida pela política e pelos meios de comunicação social sobre a situação sócio-económica da República Portuguesa no seio da União Europeia. Dados actuais apontam para o aumento da pobreza enquanto a perda do poder de compra - motor da economia, tal como a sociedade está edificada - da classe média não se configura significativa. Deve-se ainda acrescentar, que também as elites económicas não parecem carecer do mesmo problema de falta de consumo.
Será digno e solidário referir que a história contemporânea foi de igual modo difícil para todos? Ou será preferível não assumir que o sacrifício e as dificuldades são sempre (ou quase sempre) suportados pela população sem expressão para que continuem nas franjas das sociedades?
Assim, os desequilíbrios económicos, sociais e culturais acentuam-se e, sem empatia, marcam definitivamente o fosso entre todos, prevendo que nos canais (de comunicação) que os separam o desespero e a luta sejam as palavras que mais ordenam. Porém, não se tentará aqui nem avaliar as culpas de um passado recente nem prever um futuro por vir, mas sim aflorar quais os sentimentos, as reações e as reflexões presentes na contemporaneidade.
Nesta óptica, as obras apresentadas na exposição “Estranhos dias recentes de um tempo menos feliz” confluem, em última instância, num rumo comum: a nostalgia da perda, da decadência e da precariedade.” – Texto de Hugo Dinis. (...)». Leia na integra.
Parte da Década Internacional de Afrodescendentes, programa oferece oportunidade de aprendizagem intensiva a pessoas de ascendência africana em questões de direitos humanos de particular importância para a mobilização antirracista em todo o mundo». Leia mais