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Leia aqui. |
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
«Afghan Women's Orchestra "Zohra"»
A partir do site do World Economic Forum: «Join this unique performance by the Afghan Women's Orchestra "Zohra", a group of 30 brave young women who are the first to learn music in their country in more than three decades, including the country's first female conductors. They are joined by members of the youth orchestra of the Collège de Genève and demonstrate the power of cross-cultural dialogue through music. This performance launches a tour of Switzerland and Germany. The session includes a performance, demonstrations and a discussion with the musicians».
E saiba mais no site do AFGHANISTAN NATIONAL INSTITUTE OF MUSIC.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
FILME | «Manchester by the Sea»
«Lee Chandler é forçado a retornar para sua cidade natal com o objetivo de tomar conta de seu sobrinho adolescente após o pai do rapaz, seu irmão, falecer precocemente. Este retorno ficará ainda mais complicado quando Lee precisar enfrentar as razões que o fizeram ir embora e deixar sua família para trás, anos antes». Diríamos que é um filme sobre a «dor de alma» que se transforma em dor crónica. A nosso ver, a não perder. Saiba mais.
BIENAL DE ARQUITETURA DE VENEZA 2018 | Curadoria de Shelley McNamara e Yvonne Farrell
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A entrevista referida na imagem disponível aqui, na Sábado |
«As arquitetas Yvonne Farrell e Shelley McNamara foram nomeadas curadoras da 16ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza, que acontecerá em 2018. A dupla, fundadora do Grafton Architect , ganhou o Leão de Prata no festival de arquitetura bienal em 2012, mesmo ano em que apresentaram o projeto da Universidade de Engenharia e Tecnologia (UTEC), em Lima, no Peru, vencedor do o RIBA International Prize no ano passado». Leia mais na Casa Vogue.
E um bom pretexto para se ler a entrevista referida na imagem. Uma passagem:
«(...) A condição dos trabalhadores e a sustentabilidade foram os dois tópicos mais debatidos na conferência. São algo que a preocupa?
A primeira vez que tivemos de pensar nisso foi em Lima porque sabíamos que a força laboral vinha dos subúrbios mais pobres, com trabalhadores que tinham pela frente longas horas de viagem para o estaleiro. Percebemos que estavam protegidos e que as condições de vida, saúde e segurança no estaleiro eram excelentes - tinham, por exemplo, um almoço quente cozinhado de propósito para eles. A exploração dos trabalhadores acontece em todo o mundo. Nunca estivemos numa situação em que alguém tivesse morrido no estaleiro porque havia boa regulamentação e controlo. É responsabilidade de um arquitecto, e de qualquer ser humano, denunciar sempre que vê uma situação de injustiça. Ficámos muito impressionadas em Lima, foi dos melhores estaleiros que encontrámos, apesar de ser num país de terceiro mundo. (...)». Leia na integra.
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
PAULA CORDEIRO | «Mulheres, mulheres, direitos à parte»
«Mulheres, mulheres, direitos à parte
«(...)
Justin Trudeau, aquele Primeiro Ministro canadiano verdadeiramente progressista argumenta que, ser feminista é defender a igualdade e o respeito, admirando-se com a excessiva atenção que os media e o Twitter dão às suas afirmações. Como se fosse estranho. Justin, por favor… É estranho. Trudeau afirma que irá repetir as suas ideias até que tal deixe de ser notícia. Well done! Recentemente, na revista Newsweek, António Guterres defendeu que da marginalização social e desrespeito pelos direitos civis resultam muitos conflitos, pelo que os direitos homem devem estar no centro da discussão política, promovendo igualmente maior protecção e capacitação das mulheres, para garantir um desenvolvimento sustentável. Definitivamente, ou estes dois são parvos ou feministas, para estarem publicamente a fazer estas afirmações. De qualquer forma, deve ser igual. Ou não. (...)». Leia na integra.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
CEJUR | CIG | «III Curso de Formação em Igualdade de Género»
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| Saiba mais |
«Dirigido
a técnicas e técnicos superiores da administração
pública e membros dos gabinetes governamentais, este curso
realizar-se-á em Lisboa, no Auditório do edifício da Presidência do Conselho de
Ministros.
À semelhança dos dois primeiros
Cursos de Formação em Igualdade de Género, esta iniciativa tem como principais
objetivos situar, nos contextos internacional e nacional, as políticas públicas
de igualdade entre mulheres e homens, bem como equacionar a relação entre os
quadros político e legal e as práticas institucionais que têm lugar no âmbito
das políticas públicas para a igualdade. Por outro lado, o referido curso
visará, nos dois últimos módulos, trabalhar dois temas estruturantes da
igualdade social entre homens e mulheres: os usos do tempo e as suas
repercussões nas esferas profissional, familiar e pessoal e os orçamentos
públicos sensíveis ao género como ferramenta da definição e da concretização
efetiva das políticas para a igualdade nos diferentes setores».
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| Veja aqui |
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
TEATRO | «O Pai»
SINOPSE
«Não sabe onde deixou o relógio e em que casa está. Suspeita que o andem a roubar e lhe queiram ficar com a casa. O tempo, o lugar, as pessoas, o mundo à sua volta tornam-se cada vez mais estranhos. Quem está esquecido, confuso, errado? O pai? A filha? O genro? Os outros, que aparecem para ajudar?
No labirinto em que a vida se transformou, são muitas as encruzilhadas porque as grandes questões da existência irrompem na normalidade do quotidiano. É preciso encontrar soluções para a perda de autonomia, o desvanecer da identidade e a solidão. E continuar a viver».
ITÁLIA | MAGAZINE «PERIFERIE» | sobre a regeneração das periferias de cidades italianas
Sobre o magazine da imagem conforme se pode ver aqui, no site do G124:
«Pubblichiamo il numero 1 del magazine PERIFERIE dedicato al primo anno di lavoro del gruppo G124. Aprono i testi del Presidente della Repubblica Giorgio Napolitano e di quello del Senato Pietro Grasso, seguono un intervento del senatore Renzo Piano e i contributi di molti intellettuali che hanno partecipato a quest’anno di lavoro. Tre capitoli sono dedicati ai casi studiati dai sei giovani architetti nelle periferie di Torino, Roma e Catania. Una raccolta dei temi di maturità scritti dagli studenti che hanno scelto la traccia sulle periferie completa l’opera. Buona lettura».
Uma experiência com que se pode aprender. E chegamos a ela porque (destaque nosso): «O mobiliário utilizado na exposição que representou Portugal na 15ª Bienal de Arquitetura de Veneza foi doado à rede ORMA - Officina Riuso Marghera. A ORMA nasceu em 2016, de uma colaboração com o Gruppo G124 Marghera, do Arquiteto Renzo Piano, que trabalha a regeneração das periferias das cidades italianas» - Tirado daqui.
E uma boa ocasião para lembrarmos a exposição que representou Portugal em Veneza -«Neighbourhood - Where Alvaro meets Aldo» :
E uma boa ocasião para lembrarmos a exposição que representou Portugal em Veneza -«Neighbourhood - Where Alvaro meets Aldo» :
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| Veja aqui e aqui também |
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
NAÇÕES UNIDAS | «WORLD DATA FORUM» | «Para alcançar a Agenda 2030, com seus 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o mundo precisa de dados. Eles ajudam na tomada de decisão e na informação para as políticas públicas, assegurando que todas as pessoas sejam levadas em consideração»|TERMINA HOJE NA CIDADE DO CABO
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O site do Forum aqui |
O World Data Forum termina hoje na Cidade do Cabo, África do Sul. Sobre o Forum,da ONU BRASIL:
«Fórum da ONU na África do Sul discute importância das estatísticas para atingir objetivos globais
O Fórum Mundial de Dados da ONU teve início no domingo (15) na Cidade do Cabo, na África do Sul, reunindo mais de 1,5 mil especialistas de mais de 100 países, com o objetivo de construir um amplo consenso sobre como aproveitar o poder das estatísticas para a construção do desenvolvimento sustentável.
.............
“O fórum ocorre em um momento crucial para o fortalecimento da capacidade estatística e de dados globalmente. Países do mundo todo estão se mobilizando para atingir a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, adotada em uma cúpula da ONU dois anos atrás”, disse o subsecretário da ONU para assuntos econômicos e sociais, Wu Hongbo, em coletiva de imprensa na abertura do evento.
“Para fazê-lo, é essencial ter dados precisos, confiáveis, desagregados e oportunos. Precisamos acompanhar a série de metas econômicas, sociais e ambientais que fazem parte do desenvolvimento sustentável. Isso irá demandar de todos na comunidade estatística e de dados — de governos ao setor privado, às comunidades científicas e acadêmicas e à sociedade civil — encontrar formas de trabalhar entre diferentes domínios e criar parcerias e sinergias”, acrescentou». Leia na integra». Leia na integra.
legendado em português
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
Maria Cabral
Morreu Maria Cabral, "rosto e símbolo" do Cinema Novo
«(...)
«(...)
O Cerco “é um filme que inventa uma coisa raríssima no Cinema Português que é um rosto, que é o rosto da Maria Cabral, que é o rosto do desencanto do marcelismo”, atesta o crítico de cinema do Expresso Jorge Leitão Ramos em Chamo-me António da Cunha Telles (2010), de Álvaro Romão. “Fiz a música baseado na cara da Maria Cabral”, admite no mesmo documentário o compositor António Victorino de Almeida, sobre o filme que teve um eco significativo na sociedade portuguesa e nas bilheteiras tanto nacionais quanto, por exemplo, francesas.
Feito com grandes dificuldades de financiamento, foi seleccionado para a Semana da Crítica do Festival de Cannes e recebeu vários prémios em Portugal. Maria Cabral foi capa em vários títulos da imprensa, cinematográfica, generalista e até da edição francesa da revista de modaElle, segundo contou o realizador. (...)». Leia na integra, no Público.
«eles é que estão nas chefias»
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«(...)
Graça
Franco vê o caso das mulheres jornalistas como algo que acontece em todo o
país, em outras profissões. "Vem da maneira como não se marcam horas para
reuniões, se estou no trabalho das seis à meia-noite é que sou dedicado",
analisa."Pactuamos com
esta visão masculinista, produtivista e utilista, que dá cobertura a este
estado de coisas", critica a responsável editorial.
"Somos culpados
por não levantar estes temas, somos cúmplices desta visão pretensamente
feminista", considera Graça Franco. "As mulheres precisam de estar
grávidas e temos de lutar pelos nossos direitos", diz a diretora da rádio,
mãe de cinco filhos. "Depois exigi a minha reintegração plena",
completa. (...)». Leia na integra, no DN .
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
“É imperativo que o mundo responda aos perigos expostos por essas condições meteorológicas extremas com ajuda alimentar, abrigos e outros recursos a curto e longo prazo”
«A Organização Internacional para as Migrações (OIM) pediu na quarta-feira (11) ações imediatas
para dar apoio aos milhares de migrantes e requerentes de asilo que estão
enfrentando temperaturas congelantes na Europa e no Mar Mediterrâneo.
Segundo a OIM,
pelo menos seis pessoas – três migrantes na Bulgária, um na Grécia e dois
refugiados no Líbano – perderam a vida ao serem expostas as maiores nevascas e
temperaturas geladas dos últimos anos.
A agência da ONU também registrou mortes devido ao frio em Roma,
na Itália, e na Península Balcânica.
“É imperativo que o mundo responda aos perigos expostos por
essas condições meteorológicas extremas com ajuda alimentar, abrigos e outros
recursos a curto e longo prazo”, ressaltou o diretor da OIM, William Lacy
Swing.
A OIM também está preocupada com mais de 15,5 mil migrantes
abrigados nas ilhas gregas, especialmente os que estão em locais atingidos por
nevascas.
Além disso, a agência alertou que 6 mil refugiados sírios estão
sem abrigo adequado para o inverno na Turquia, e a mesma situação está sendo
enfrentada por 7,5 mil migrantes na Sérvia.
No ano passado, o ano mais mortífero para os migrantes
registrados pela OIM na região, pelo menos 5 mil pessoas perderam a vida
enquanto tentavam atravessar o Mar Mediterrâneo com esperança de chegar às
costas europeias». Daqui.
«Centre for the Study of Women and Gender (CSWG) »
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| Veja aqui |
«No dia 27 de dezembro de 2016, foi formalizado um Protocolo entre a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), representada pela sua Presidente, Dr.ª Teresa Fragoso, e o Centre for the Study of Women and Gender (CSWG) da Universidade de Warwick, no Reino Unido, representado pela Doutora Maria do Mar Pereira
Através do presente Protocolo pretendem, as duas entidades, estabelecer formas de colaboração na área da consultoria académica, dinamização de atividades de promoção da cidadania e igualdade na educação, bem como nas restantes áreas de intervenção prioritária, representando um reforço para a investigação na área dos Estudos de Género, bem como um fortalecimento na troca de experiências entre Portugal e o Reino-Unido neste campo de intervenção». Tirado daqui.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
EXPOSIÇÃO DE ADALRICH MALZBENDER | «Do outro lado do caminho: ciganos do Alto Alentejo»| GALERIA DO TEATRO MUNICIPAL DE ALMADA
Esta exposição da autoria de Adalrich Malzbender é composta por fotografias tiradas nos últimos 30 anos a comunidades de ciganos do Alto Alentejo, com quem o fotógrafo privou de forma regular. O artista pratica exclusivamente a fotografia analógica, revelada por ele próprio e sem intervenção digital.
A exposição ficará patente ao público até dia 26 de Março e pode ser visitada na Galeria do Teatro Municipal Joaquim Benite, de Quinta a Sábado, das 19h às 21h30, e Domingos das 15h às 19h30. Estará ainda aberta em todos os dias em que haja espectáculo, a partir das 19h». Veja mais.
PRÉMIOS ARCO-IRIS 2016 | Entregues amanhã dia 14 jan 2017
«Os Prémios Arco-íris 2016, uma iniciativa da ILGA Portugal, serão entregues este sábado, dia 14 de janeiro de 2017 no Estúdio Time Out – Mercado da Ribeira, a partir das 21h30, numa cerimónia conduzida por Rita Ferro Rodrigues e que contará com a participação musical de Rita Redshoes e Carlos Costa.
A 14ª edição destes Prémios celebra, uma vez mais, pessoas e instituições que se distinguiram ao longo do ano de 2016 na luta contra a discriminação em função da orientação sexual e da identidade de género».
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
ENNIO MORRICONE|«É muito importante que um público não seja o rico»
A notícia já tem algum tempo, mas não perdeu atualidade: algumas das músicas mais conhecidas de Ennio Morricone, compositor italiano vencedor de dois Óscares, foram interpretadas no Vaticano, diante de uma audiência que incluiu centenas de pessoas excluídas socialmente, sentadas nas primeiras filas.
Sobre a iniciativa
podemos ler aqui, na Pastoral da Cultura. De lá:
«(...).Esta segunda edição do “Concerto para a
Caridade”, organizado pela ONG “Nova Opera”, pela diocese de Roma e pelo
Conselho Pontifício para a Nova Evangelização, entre outros organismos, marca
as últimas celebrações do Jubileu Extraordinário, que se conclui a 20 de
novembro.
No final do
concerto, os jovens do Coro da Diocese de Roma e os voluntários do Jubileu
distribuíram uma refeição e uma pequena lembrança para as pessoas carenciadas.
Enio
Morricone destacou o desejo de Francisco de que o concerto fosse dedicado aos
mais necessitados: «É muito importante que um público não seja o rico, mas um
público sem dinheiro que possa assistir e escutar esta música, com este Coral,
com esta Orquestra, é algo que gosto muito de fazer».
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
«Força de trabalho global conta com 150 milhões de migrantes, diz estudo da OIT»
«Força de trabalho global conta com 150 milhões de migrantes, diz estudo da OIT
Documento fornece dados detalhados sobre mão de obra e migração para formuladores de políticas públicas. Estudo da Organização Internacional do Trabalho mostra que a grande maioria dos migrantes muda de país em busca de melhores oportunidades de emprego. Agência da ONU também alertou para desigualdade de gênero no trabalho doméstico, setor que possui globalmente 17% de migrantes». Leia mais na ONU Brasil.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
sábado, 7 de janeiro de 2017
Mário Soares
Homenageemos, também nós, Mário Soares. Duma maneira muito simples: «visitando» a sua Fundação. De lá escolhemos o texto "A Mulher nas Religiões". Excertos:
«(...)
2. É um tema difícil, sobretudo para mulheres socialistas que, por definição, são favoráveis à
igualdade de género, conforme reza a Declaração Universal dos Direitos Humanos, porventura o
texto legal mais importante subscrito no século XX e um dos mais importantes da história humana.
3. Declaração que foi elaborada e votada pelas Nações Unidas, em Dezembro de 1948,
exactamente, a pensar nas pessoas - na dignidade e na igualdade das pessoas humanas -
independentemente da cor, do sexo, da condição social, da opção política ou da orientação sexual. (...)
9. As religiões - as três grandes religiões monoteístas, pelo menos, as Religiões do Livro -
foram reveladas por Deus aos homens e, portanto, cada uma tem a sua verdade, em que os crentes
acreditam, como um dogma. O diálogo entre elas é, por isso, difícil, mas não é impossível. O diálogo
ecuménico (universal, mas, para os católicos, abrangendo apenas as religiões cristãs) tem vindo a
desenvolver-se, com progressos sensíveis, em busca do que lhes é comum, para encontrar os
caminhos da paz. Um bom exemplo são os Encontros Ecuménicos, organizados todos os anos pela
Comunidade de Santo Egidio.
Na situação em que se encontra o Mundo, de hoje, o pior que nos podia acontecer era
voltarmos às guerras religiosas do passado, com cruzadas de sentido contrário, visto que tornariam
as relações inter-religiosas praticamente impossíveis. Cairíamos, assim, no "Choque de Civilizações",
que profetizou Samuel Huntington num livro com o mesmo nome.
10. As religiões em geral coincidem no amor a Deus - o único e verdadeiro, qual? - E através dele (Deus) coincidem também no amor ao próximo. Mas que próximo? Os fieis ou também os infieis ou os hereges? Os homens (a que se referem especialmente os textos bíblicos) ou também as mulheres, que fizeram comer o fruto proibido? As mulheres fruto do pecado original (Génesis). (...)». Leia na integra.
10. As religiões em geral coincidem no amor a Deus - o único e verdadeiro, qual? - E através dele (Deus) coincidem também no amor ao próximo. Mas que próximo? Os fieis ou também os infieis ou os hereges? Os homens (a que se referem especialmente os textos bíblicos) ou também as mulheres, que fizeram comer o fruto proibido? As mulheres fruto do pecado original (Génesis). (...)». Leia na integra.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
«CAPITAL IBERO-AMERICANA DA CULTURA | Lisboa 2017»
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| Veja aqui |
Sobre a Capital Ibero-Americana da Cultura/Lisboa 2017, programada por António Pinto Ribeiro, do jornal i, de 4 JAN 2017 (destaques nossos):
«(...)
E a reflexão da qual nos temos
alheado e que vem agora com oportunidade
perfeita, com uma programação
enquadrada em quatro temas fundamentais:
a questão indígena, a questão das
migrações, a questão da afrodescendência
e a criação contemporânea, que serão
"vias de acesso a muitas das obras" que
passarão por Lisboa ao longo deste ano.
O RACISMO E O FIM DO PARAÍSO A inaugurar
já a 7 de janeiro no Padrão dos
Descobrimentos, por exemplo, a exposição "Al Final Del Paraíso" do mexicano
Demián Flores, cujo trabalho se tem
caracterizado pelo diálogo com o contexto
socio-político do lugar de onde vem,
que é o Sul do México, com o contexto
histórico as descobertas do século XVI e
o aparecimento daquele a que se chamou
então de "novo mundo". Ou mais
tarde, em maio, a exposição "Racismos"
com curadoria científica e investigação
de Francisco Bethencourt para discutir
a relação entre racismo e cidadania nos
seis séculos que passaram entre 1497 e
o presente, juntamente com o seminário "Racismo e Cidadania", com com Jorge
Vala e Teresa Beleza a 13 de maio no
São Luiz Teatro Municipal. O mesmo
onde no próximo fim de semana atuam
Gisela João com Mariela Condo, do Equador,
e Martela Condo, do Panamá.
Entre as exposições, destaque ainda
para "Shadows", de Aldredo Jaar, nome
incontornável da arte contemporânea
chilena pelo reconhecido caráter interventivo
e político das suas obras, que
aqui nas Carpintarias de São Lázaro
apresenta uma homenagem a Koen Wessing,
fotógrafo sueco que em 1978 em
Esteli, Nicarágua, registou o momento
em que um grupo de camponeses que carregavam o corpo de um companheiro
morto pela guarda nacional do
ditador Somoza. No teatro, chega-nos
noutro exemplo "Mateluma", do Chile,
uma peça sobre a ética da violência politica
e sobre os conceitos da verdade e
da inspiração artística, com encenação
de Guillermo Calderón. Ou "Poesia na
Esquina do Bairro", sessão de divulga-
ção da poesia latino-americana com
coreografia de Adriana Queiroz e participação
de João Grosso, José Neves e
Manuel Coelho. (...)».
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
ESTRATÉGIA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL| «para projetar uma sociedade mais inovadora, inclusiva e empreendedora, estimulando o debate público sobre os valores associados ao Desenvolvimento Sustentável».
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Disponível aqui |
«(...)
Assim, a aposta numa Estratégia Nacional de
Educação Ambiental 2020 é a garantia para
projetar uma sociedade mais inovadora, inclusiva
e empreendedora, estimulando o debate público
sobre os valores associados ao Desenvolvimento
Sustentável. É neste contexto que o XXI Governo
Constitucional deu início a este processo participativo
para a construção de um verdadeiro compromisso
nacional. Este é um processo ímpar de participação
que pretende facilitar uma efetiva apropriação e
responsabilização da sociedade civil nas ações que
vão concretizar a ENEA 2020.
O presente documento estabelece as orientações
gerais para a definição da ENEA 2020, em especial
a visão, os princípios, os eixos temáticos e as
recomendações, que se pretende colocar a consulta
pública até ao final do primeiro trimestre de 2017».
quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
«um mundo que poucos conhecem»
«são as imagens de Jorge Bacelar, um veterinário da Murtosa apaixonado pela fotografia. Premiado lá fora, ele fotografa cá dentro o mais genuíno».
ANTÓNIO GUTERRES|«Façamos de 2017 um ano de Paz»
«Neste primeiro dia como
Secretário-Geral das Nações Unidas, há, sobretudo, uma pergunta que me assalta
a consciência:
Como
ajudar os milhões de seres humanos vítimas de conflitos e que sofrem
enormemente em guerras que parecem não ter fim?
Populações
civis em vários pontos do globo são destroçadas sob a mais letal violência.
Mulheres, crianças e homens são mortos ou feridos, vendo-se forçados a
abandonar os seus lares, tudo perdendo. Até mesmo hospitais e comboios
humanitários são atingidos sem consideração.
Nestas
guerras não há vencedores; todos perdem. Gastam-se bilhões de dólares na
destruição de sociedades e economias, alimentando ciclos de desconfiança e medo
que podem perpetuar-se por gerações. Vastas regiões do planeta estão
inteiramente desestabilizadas e um novo fenômeno de terrorismo global ameaça a
todos.
Neste
primeiro dia do Ano, peço a todos que partilhem comigo um propósito de Ano
Novo:
Façamos
da Paz a nossa prioridade.
Façamos
de 2017 um ano em que todos – cidadãos, governos, dirigentes – procurem superar
as suas diferenças.
Seja
através da solidariedade e da compaixão nas nossas vidas quotidianas, seja através
do diálogo e do respeito, independentemente das divergências políticas. Seja
por via de um cessar-fogo num campo de batalha ou mediante entendimentos
conseguidos à mesa de negociações para obter soluções políticas.
A
procura do bem supremo da Paz deve ser o nosso objetivo e o nosso princípio
orientador.
A
dignidade e a esperanca, o progresso e a prosperidade – enfim tudo o que
valorizamos como família humana – depende da Paz.
Mas
a Paz depende de nós.
Apelo
a todos para que partilhem comigo este compromisso para com a Paz hoje e todos
os dias.
Façamos
de 2017 um ano de Paz.
Obrigado». Tirado daqui.
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
«A(s) Problemática(s) da Natalidade em Portugal»
«Em janeiro de 2015 realizou-se no
Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa a Conferência
Internacional «A(s) Problemática(s) da Natalidade em Portugal: Uma Questão
Social, Económica e Política», uma organização conjunta do Observatório das
Famílias e das Políticas de Família do Instituto de Ciências Sociais da
Universidade de Lisboa, da Associação para o Planeamento da Família e do
Instituto de Políticas Públicas Thomas Jefferson-Correia da Serra.
Foram dois dias de debate intenso
e aprofundado que juntou peritos, académicos e políticos, trazendo perspetivas
multifacetadas e complementares sobre a natalidade portuguesa, hoje uma das
mais baixas da Europa e do mundo: da perspetiva demográfica à sociológica, da
económica à política, da médica à jurídica.
A presente
publicação emana desta Conferência. Reunindo mais de três dezenas de textos
(uns inéditos, redigidos pelos autores para este efeito, outros mais próximos
das contribuições originais), esta publicação tem como objetivo dar a conhecer
ao público interessado os pontos de vista, as reflexões e o debate que então
tiveram lugar em torno da(s) problemática(s) da natalidade. Mas também pretende
constituir uma ferramenta de trabalho e reflexão adicional, permitindo informar
a decisão política, legislativa ou técnica».
Saiba mais.segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
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