sexta-feira, 18 de novembro de 2016

SEMINÁRIO | «Lutar Contra a Pobreza» | HOJE | 18 NOV 2016 | 14:00 H | AUDITÓRIO CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS | LISBOA





Como decorre da imagem acima, a iniciativa, organizada «pela Rede Europeia Anti-Pobreza, começará com uma intervenção de fundo por Carlos Farinha Rodrigues, Presidente do IPP e, em seguida, reunirá entidades e personalidades que trabalham na área social, traçando um panorama da luta contra a pobreza em Portugal e simultaneamente procurando traçar cenários futuros que perspetivem a sua erradicação. 
  O Seminário contará com a presença de Sua Excelência o Presidente da República, Professor Marcelo Rebelo de Sousa, que proferirá o discurso de encerramento.
  O evento tem entrada livre, mas a inscrição é obrigatória e pode ser realizada através deste link, onde também se disponibiliza o programa da conferência».



«A escolaridade é o fator mais significativo e com mais consequências ao longo de todo o percurso de vida»



Artigo do semanário
Expresso de 12 NOV 2016



O artigo da imagem é sobre um estudo editado em livro pelo Instituto de Ciências Sociais (ICS) com o titulo «Envelhecimento em Lisboa, Portugal e Europa: uma perspetiva comparada», com o seguinte resumo tirado daqui:
«O Instituto do Envelhecimento (IE) da Universidade de Lisboa, criado por iniciativa da Fundação Calouste Gulbenkian (FCG) em 2010 e sediado no Instituto de Ciências Sociais, é a primeira instituição de investigação portuguesa a utilizar o inquérito europeu SHARE – Survey of Health, Ageing and Retirement in Europe (http://www.share-project. org/) – com o objectivo de situar os principais indicadores sócio-demográficos relativos à condição de vida da população sénior portuguesa (com 50 anos ou mais) numa perspectiva europeia. Para isso utilizou a 4.ª vaga do SHARE de 2010-2011 (disponível em finais de 2013), que foi a primeira a ser aplicada em Portugal com o apoio financeiro do então Alto Comissariado para a Saúde, ao mesmo tempo que a amostra nacional foi alargada por iniciativa do IE a uma amostra representativa da cidade de Lisboa com o apoio da câmara municipal da capital. É esse estudo comparativo entre a população portuguesa sénior residente em Lisboa com a população da mesma faixa etária residente no conjunto de Portugal, assim como em três países europeus escolhidos para o efeito (Espanha, Suécia e República Checa) e, finalmente, com a média da população com 50+ anos no conjunto dos 16 países europeus onde foi aplicada a 4ª vaga do SHARE, que é aqui apresentado hoje com base nos resultados do questionário comum. Atinge-se assim o objectivo fundamental de situar o perfil sócio-demográfico, comportamental e atitudinal da população portuguesa sénior numa perspectiva comparada europeia. A obtenção de idêntico perfil para a cidade de Lisboa e para o conjunto de Portugal continental constitui uma mais-valia não só para fins de investigação, mas igualmente para o desenvolvimento fundamentado das políticas públicas nacionais e urbanas (Lisboa) destinadas a seniores portugueses».
Por outro lado, do artigo do Semanário Expresso:



quinta-feira, 17 de novembro de 2016

«RESPONDING TO VIOLENCE AGAINST WOMEN /Guide for companies»


BRUTO DA COSTA | «modelo de dedicação sem limites às causas da justiça e da paz»




Bruto da Costa morreu na semana passada. No em Cada rosto Igualdade queremos lembrar  «esta personalidade notável na luta pela justiça e igualdade», e reforcemos com as palavras retiradas do jornal Expresso: «a pobreza e a exclusão social eram as suas "obsessões"» que revelam traço de vida de que se pode saber mais, por exemplo,  aqui, no Público. E da Agência Ecclesia: Alfredo Bruto da Costa: Os pobres eram a sua «inquietação constante».
Na mesma linha palavras do Presidente da República: «a sua luta ao “serviço dos mais pobres, dependentes e excluídos” foi testemunhada por “atos e não apenas por palavras”». Terminemos com o que se pode ler no site da Comissão Nacional Justiça e Paz:




quarta-feira, 16 de novembro de 2016

«POR QUE DISCUTIR GÊNERO NA ESCOLA ?»




Sobre a «Cartilha» da imagem este post  no Blogueiras Feministas. É para o Brasil mas pode aprender-se. Do que se pode ler:
«(...)
1. Como foi o processo de formação para o desenvolvimento da cartilha? Como você atuou nele e quais benefícios pessoais teve?
O processo de desenvolvimento da cartilha durou cerca de 4 meses. Nos primeiros dois meses, nos aprofundamos em estudar sobre os tipos de feminismos, suas interseccionalidades e suas especificidades, para conseguirmos definir qual linha de feminismo seguir. Após esse processo, decidimos o que queremos levar às pessoas, de acordo com nosso raciocínio e quem queríamos que se sentisse tocado ao ler nosso material.
Decidimos fazer um material com uma linguagem fácil, com imagens, bem colorido, pois queríamos conversar com os jovens, que ainda estão em escolas e que não sabem muito bem como lidar com as situações que passam todos os dias e que podem afetar suas vidas para sempre.
Trazemos questões de brigas, amores, adolescência, gênero, sexualidade, racismo, leis, indicações de filmes, leituras e muito mais. Todos os textos são de autoria nossa, baseado em leituras, filmes e debates que vimos durante nossas formações. Nos últimos dois meses, montamos os textos, decidimos o que ia e o que não ia pra cartilha, contratamos uma ilustradora para passar nossas ideias pra ela, e planejamos o evento de lançamento da cartilha, que aconteceu dia 25 de junho, no CEU Sapopemba. (...)». Continue a ler.


PARA CONVERSAR NO LOCAL DE TRABALHO

leia aquil




























O documento da imagem foi tirado do site da CATALYST que tem como lema «Changing Workplace. Changing lives» e sobre a iniciativa em que aparece pode ler-se:

«Having meaningful conversations about gender, race, and ethnicity in the workplace—communicating across differences—is important. To do so successfully, we need to acknowledge—and work through—roadblocks (i.e., beliefs, attitudes, or experiences) that can stifle progress. Learning how to surmount these obstacles takes practice, attention, and most importantly, intention.
In this tool, we describe several roadblock and list actions you can take to start doing things differently now. The actions are divided into two categories:
  • Start a Conversation: Sometimes it’s hard to know how to broach a subject related to gender, race, or ethnicity. Use these conversation starters to open the door to somebody else’s perspective.
  • Pay Attention: Simply building a better awareness of how you experience your own gender, race, and ethnicity, and looking out for how others might experience theirs, can give you insight into these issues and help you understand why it’s so important to discuss them». +.
O blogue da CATALYST: neste endereço.




terça-feira, 15 de novembro de 2016

«AMORZINHO»





«Entre 1934 e 1943, um casal de namorados, Alfredo e Maria de Lourdes, escreveu mais de seiscentas cartas, recentemente encontradas no lixo. Ela era costureira, ele, empregado de escritório. Apesar de namorarem e depois casarem, passam muito pouco tempo juntos, encontrando nas cartas uma forma de comunicar. Ela escreve com muitos erros de ortografia, ele escreve melhor. Falam dos seus encontros e desencontros, da vida comum de pessoas comuns, do muito cinema que vêem, dos poucos livros que lêem, das festas a que vão. Fora do seu pequeno mundo, o que acontece pouco lhes interessa. Falam também da "embriaguez", ou seja, do sexo, sobre o qual ele sabe demais e ela parece saber de menos. Não há nada de excepcional nas suas vidas e nas suas cartas, salvo constituírem um testemunho único e real da vida dos portugueses comuns. Também por isso, quando se começa a ler estas cartas, não se consegue parar».  Saiba mais.

«AMORZINHO» foi adaptado ao Teatro pela TRUTA:





A M O R Z I N H O

direcção artística - Joaquim Horta
elenco - Raul Oliveira | Rita Maria Durão
 | Ruben Soares | Sandra Faleiro
fotos - Manuel Portugal

um projecto Truta | coprodução ZDB 
 apoio da Fundação Calouste Gulbenkian

16 a 26 de novembro | 4ª a sáb - 21:30 H
ZDB - Rua do Século, 9 - Lisboa
 Tel. 21 343 02 05


«As tempestades, as inundações e as secas têm graves consequências humanas e económicas, com os pobres a pagarem muitas vezes o preço mais elevado»


Daquelas fontes:
«STORY HIGHLIGHTS
  • Because natural disasters tighten poverty’s grip on communities worldwide, disaster risk reduction goes hand in hand with poverty reduction, and vice versa
  • A new World Bank report finds the impact of extreme weather on poverty is more devastating than previously understood, responsible for annual consumption losses of $520 billion and pushing 26 million people into poverty every year
  • Targeted resilience-building interventions protect poor people from adverse weather events and can help countries and communities save $100 billion a year». 
Sobre o  Relatório, em português:


Leia aqui, na Plataforma SAPO.

Do artigo da SAPO (destaques nossos):
«Intitulado “Inquebrável: Construir a Resiliência dos Pobres Perante Desastres Naturais”, o relatório do Banco Mundial e da Instituição Global para a Redução de Desastres e Recuperação (GFDRR) avisa que o impacto humano e económico dos fenómenos climáticos extremos é muito mais devastador do que se pensava.
“Os choques climáticos severos ameaçam fazer reverter décadas de progressos contra a pobreza”, disse o presidente do Grupo Banco Mundial, Jim Yong Kim, citado num comunicado da instituição.
“As tempestades, as inundações e as secas têm graves consequências humanas e económicas, com os pobres a pagarem muitas vezes o preço mais elevado. Construir resiliência aos desastres não só faz sentido em termos económicos, como é um imperativo moral”, acrescentou.
Divulgado durante a conferência do Clima da ONU (COP22), a decorrer em Marraquexe, o relatório analisa os efeitos dos fenómenos climáticos extremos em duas medidas: as perdas patrimoniais e as perdas no bem-estar, o que permite avaliar melhor os danos para os pobres, já que “perdas de um dólar não significam o mesmo para uma pessoa rica do que para uma pessoa pobre”».

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

«estou no carro a chorar»








Leonard Cohen morreu, e também aqui no Em Cada Rosto Igualdade nos queremos juntar a quem o chora. Para o fazermos recorremos ao artigo 
Um impermeável para as lágrimas    de Inês Maria Meneses.
Começa assim: Eram 7h12 quando a Rita Blanco me enviou uma mensagem a informar do Cohen. O SMS vinha com um coração e uma lágrima. Eu só acordei minutos depois e pensei que tinha de ficar outra vez forte porque o ano transformou-me a vida num ringue, e às tantas tenho de olhar para as mãos e para os pulsos a pensar se aguento mais um combate.
Termina deste modo:Quando a emissão acabou, eu estava de novo a passar o “Dance me to the end of love”. Se isto fosse um filme ficávamos com a ideia de uma dança que não acaba. As canções não acabam. Saí da emissão e tinha uma mensagem da amiga Blanco a dizer: “estou no carro a chorar”.
Pelo meio:  Cohen morreu em paz. Tinha escrito a carta a Marianne que também morreu este ano, musa e amante. Nós para morrermos bem, temos de ir em paz com os nossos amores. Leia na integra.

E gostávamos também de reproduzir o artigo (a nosso ver, belo) de Pedro Mexia  no Expresso. Fiquemos pelo fim:





E uma nota especial sobre o video do inicio: «Não se trata de uma canção de amor ao contrário do que o titulo pode sugerir. Segundo o próprio autor, de ascendência judaica, a inspiração proveio do Holocausto dos quartetos de cordas que atuavam perto dos fornos crematórios dos campos de concentração nazis». (Também do Expresso). Para terminar o último trabalho de Leonard Cohen:







DEPOIS DOS 70 ANOS DE IDADE






sexta-feira, 11 de novembro de 2016

FILME | «Chocolate»


Sinopse
«Em plena Belle Époque, Chocolate cria uma colaboração sem precedentes com outro palhaço, Footit, e ambos conquistam as audiências da época. No entanto, o dinheiro fácil, o vício do jogo e a discriminação racial depressa afetam a sua amizade e ameaçam a carreira de Chocolate. A dramática, verídica e singular história de um homem que passou de escravo a artista excecional».


«Rafel Padilha nasceu em Cuba em 1868 e foi vendido quando ainda era criança. Anos depois ele consegue fugir e é encontrado nas docas por um palhaço que o coloca nas suas apresentações. Em seguida, Padilha passa a ser conhecido como Chocolat, tornando-se o primeiro artista cirrcense negro na França, um grande sucesso no final do século XIX». +.

CONFERÊNCIA | «Lisboa, uma Cidade Multicultural Aberta» | HOJE | 11 NOV 2016 | 16:00 H - 18:30 H | ISCTE | LISBOA




«Numa organização conjunta da Secretaria de Estado para a Cidadania e a Igualdade e da Fundação Inatel, realiza-se no próximo dia 11 de novembro entre as 16h00 e as 18h30 a conferência “Lisboa, uma Cidade Multicultural Aberta”. No evento, que terá lugar na Sala D1.07 do ISCTE-IUL, intervirão como oradores Joshua Ruah (Comunidade Judaica), Paulo Pedroso, (professor e ex-ministro do Trabalho e da Solidariedade), Manuel Lima (escritor angolano) e João Afonso (Câmara Municipal de Lisboa), numa sessão moderada por António Valdemar (Academia das Ciências de Lisboa e jornalista). A abertura estará a cargo da Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Catarina Marcelino, e do Presidente da Fundação INATEL, Francisco Madelino, enquanto que Luis Antero Reto (reitor do ISCTE-IUL) se encarregará do encerramento. Os organizadores pretendem com esta iniciativa criar um espaço de debate sobre os “mais diversos aspetos e pontos de vista da interculturalidade, em articulação com a cidadania e a inclusão da diversidade, ou seja, os grandes desafios das metrópoles atuais e do futuro, no âmbito dos objetivos 2030 do Desenvolvimento Sustentável, aprovados pela ONU”». (Destaques nossos).



e n t r a d a  l i v r e 



quinta-feira, 10 de novembro de 2016

NO MUSEU DO PRADO | «El arte de Clara Peeters» | ATÉ 19 FEV 2017

No Expresso de 5 NOV 2016

Para se saber mais o site do Museu do Prado. De lá: «(...) Tanto la exposición como el catálogo que la acompaña suponen el estudio más actualizado hasta la fecha sobre su vida y su obra situando a Clara Peeters en el contexto cultural y artístico de Amberes y poniendo también el foco de atención en la situación de las mujeres artistas a principios de la Europa Moderna, cuando los prejuicios generalizados les cerraban muchos caminos».















«À frente no apoio às mães»


Destak | 09.11.2016


quarta-feira, 9 de novembro de 2016

«O dilema da maternidade»







Na revista E do Expresso de 5 NOV 2016



O artigo da imagem - «O dilema da maternidade», texto de  Carolina Reis  e ilustração de Helder Oliveira - começa assim: «A época era de muita turbulência. Cinco anos de democracia, uma intervenção do Fundo Monetário Internacional e dois Governos de iniciativa presidencial. O país saía da penúria do fascismo com a incerteza e os desafios que as revoluções costumam trazer. No verão de 1979, uma imagem rompia com tudo  o que se tinha visto até então na política portuguesa. No Palácio de Belém, uma lufada de ar fresco. Pela primeira vez uma mulher chefiava um executivo. Maria de Lurdes Pintasilgo, de vestido, destacava-se no meio de 17 homens que a partir daquele dia seriam seus ministros. A fotografia era rara, iria correr o mundo e ficar para a história.
Engenheira de profissão, católica empenhada na Defesa dos Direitos Humanos, feminista. Na altura, o Expresso descreveu-a de outra forma. "Uma força da natureza" como muitos a consideravam - solteirona, de «pelo na venta, rapidíssima a equacionar  problemas e a propor-se resolvê-los", escreveu o jornal a 1 de julho, antecipando a nomeação. A responsabilidade de chefiar um Governo, ainda para mais numa época conturbada, só parecia possível para uma mulher se ela não tivesse filhos e pudesse, assim, estar concentrada nos desígnios do país. (...)». Se puder, não perca.

Não vem no artigo, mas aqui fica como complemento:






Remuneração igual para homens e mulheres estimula a economia








Da conferência a que se refere a imagem teve eco na comunicação social passagens  da interveção da Christine Lagarde: «Christine Lagarde, que falava numa conferência em Washington, afirmou que assegurar salários e oportunidades económicas iguais para homens e mulheres aumenta o crescimento, promove a diversidade, reduz as desigualdades económicas no mundo e ajuda as empresas a aumentarem lucros». Leia mais. E veja mais, por exemplo,  aqui. 
Aproveite-se a ocasião para se voltar a divulgar o espaço que no Fundo Monetário Internacional  e no Banco Mundial é dedicado à Igualdade de Género - por exemplo,  neste endereço.  Um outro acontecimento recente, de 5 de outubro último: Making Macroeconomics Work for Women.   Do conteúdo: «Using recommendations from the High Level Panel and recent IMF research as a background, this session will explore how macroeconomic policy should be used as a tool to advance women’s economic empowerment and equality. It will look at what political leaders and international institutions such as the IMF should do differently to achieve the SDGs (and especially SDG No. 5 on gender equality), looking at the four focus areas of the UN High Level Panel: (i) eliminating legal barriers to female economic empowerment, (ii) addressing the care economy, (iii) reducing gender pay gaps, and (iv) expanding opportunities for women who work informally».




terça-feira, 8 de novembro de 2016

TEATRO|«As Criadas»|DE 10 NOV A 18 DEZ 2016|TNDMII

Trabalho de Cristina Margato |Revista «E» | Expresso  5 NOV 2016

(montagem a partir da edição online)




«A s  C r i a d a s »
De 10NOV até 18DEZ 2016
TNDMII






NO BRASIL | «Guia Rápido Para Jornalistas Sobre Trabalho Escravo»





«A Organização Não Governamental Repórter Brasil lançou em seu site um guia para jornalistas, detalhando a definição do que pode ser considerado trabalho análogo à escravidão, disponibilizando dados sobre o tema e indicando os setores produtivos que mais concentram a prática, além de uma lista de fontes do poder público e da sociedade civil». Continue a ler.



segunda-feira, 7 de novembro de 2016

TRABALHAR PELA MUDANÇA | «Sem um desenvolvimento rápido, inclusivo e adaptado ao clima, as mudanças climáticas poderão resultar em mais de 100 milhões de pessoas a mais na pobreza até 2030»








Na sexta-feira passada, dia 4,  o Acordo de Paris sobre mudanças climáticas entrou em vigor. «Seja parte de uma comunidade global que trabalha pela mudança. Escolha promover um mundo diferente hoje» foi a mensagem do Secretário - Geral da ONU como pode conferir no vídeo acima (legendado em português). E no seguinte (também legendado em português) o alerta:









Na mesma linha, «A mudança climática é uma prioridade urgente para a Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA), o fundo do Banco Mundial para os mais pobres.Sem um desenvolvimento rápido, inclusivo e adaptado ao clima, as mudanças climáticas poderão resultar em mais de 100 milhões de pessoas a mais na pobreza até 2030».


Saiba mais.


HARVARD | Equipa de futebol suspensa por sexismo





quinta-feira, 3 de novembro de 2016

COP22 |«Abra seus olhos para um mundo sustentável»











A próxima conferência da ONU sobre mudança climática, COP22, será realizada na cidade de Marrakesh, Marrocos, a partir da próxima segunda-feira (7), seguindo até o dia 18 de novembro. Na sexta-feira (4), o Acordo de Paris sobre o clima entra em vigor. A propósito da conferência, o vídeo acima (legendado), e para  Salaheddine Mezouar, President da COP22: «this conference is an “opportunity to make the voices of the most vulnerable countries to climate change heard, in particular African countries and island states. It is urgent to act on these issues linked to stability and security,” he declared. COP22 will be one of action».


SITE
COP 22 - aqui





ISABEL MOREIRA | «As mulheres são discriminadas no espaço público e privado todos os dias»




Leia aqui




quarta-feira, 2 de novembro de 2016

UNICEF | «a poluição do ar é um dos principais fatores que explicam a morte de mais de 600 mil crianças de menos de cinco anos todos os anos»






A propósito do relatório, por exemplo:

Poluição atmosférica mata mais de 600 mil crianças por ano, diz Unicef

neste endereço. De lá: «(...) De acordo com o diretor-geral do Unicef, Anthony Lake, a poluição do ar é um dos principais fatores que explicam a morte de mais de 600 mil crianças de menos de cinco anos todos os anos. As partículas poluentes têm um efeito no desenvolvimento dos pulmões, mas também podem atrapalhar de maneira definitiva o cérebro, declarou o responsável do Unicef em um comunicado.(...).




Saiba mais no site da UNICEF.



Como facilmente se conclui, é URGENTE:

  • «Reduce pollution;
  • Increase children’s access to healthcare;
  • Minimize children’s exposure; and
  • Monitor air pollution».


«Five minutes with Laura Bates: Feminism, politics and business in the contemporary UK»





Laura Bates founded the Everyday Sexism Project website in 2012, and since then has become a key advocate for women’s rights in the UK.  In an interview with editorsJennifer Thomson and Helena Vieira, Laura discussed the greater number of women in British and international politics, the problem of sexual assault on UK university campuses –  and the many challenges which still lie ahead for the women’s movement and feminist activism.
«With our second ever female Prime Minister, British politics currently has a very feminised face – is there now potential for there to be better dialogue around women’s issues in our society?
I think that being able to see women in prominent political positions always brings a certain benefit with it, because of the role modelling potential of girls being able to see those people in those positions. But I don’t think that we can necessarily assume that meaningful feminist change comes just as a result of having women in those positions, because of course their politics are what really matters. I think there are still very grave concerns under Theresa May’s leadership, for example the ring-fencing of funding for frontline women’s services, the detention of refugee women. I don’t think we can automatically tick the box and say a female leader solves women’s issues. It’s also important to look at the bigger picture. Only 191 out of our 650 MPs are female, less than a third. There are more men in parliament right now than there have ever been female politicians. We’re still dramatically underrepresented amongst the people who are making the decisions that affect out lives on a daily basis. There’s a very long way to go.
So you don’t think that women lead differently from men?
I don’t think that there is an automatic gendered approach to politics any more than there is to any other job. I think it’s interesting when you see that being touted in the media, that women will bring a new, softer, kind of politics. I think that’s a false assumption. I think it’s possible that we’re socialised into believing that men behave more aggressively and women have a more conciliatory or a more cooperative style, and of course that might be true for some women but I certainly don’t think that it’s accurate to suggest that all women have a single political style any more than we would do the same for men». Leia na integra.
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E saiba sobre o «The everyday sexism project», em português: 
Veja aqui