Assim, a aposta numa Estratégia Nacional de
Educação Ambiental 2020 é a garantia para
projetar uma sociedade mais inovadora, inclusiva
e empreendedora, estimulando o debate público
sobre os valores associados ao Desenvolvimento
Sustentável. É neste contexto que o XXI Governo
Constitucional deu início a este processo participativo
para a construção de um verdadeiro compromisso
nacional. Este é um processo ímpar de participação
que pretende facilitar uma efetiva apropriação e
responsabilização da sociedade civil nas ações que
vão concretizar a ENEA 2020.
O presente documento estabelece as orientações
gerais para a definição da ENEA 2020, em especial
a visão, os princípios, os eixos temáticos e as
recomendações, que se pretende colocar a consulta
pública até ao final do primeiro trimestre de 2017».
«Neste primeiro dia como
Secretário-Geral das Nações Unidas, há, sobretudo, uma pergunta que me assalta
a consciência:
Como
ajudar os milhões de seres humanos vítimas de conflitos e que sofrem
enormemente em guerras que parecem não ter fim?
Populações
civis em vários pontos do globo são destroçadas sob a mais letal violência.
Mulheres, crianças e homens são mortos ou feridos, vendo-se forçados a
abandonar os seus lares, tudo perdendo. Até mesmo hospitais e comboios
humanitários são atingidos sem consideração.
Nestas
guerras não há vencedores; todos perdem. Gastam-se bilhões de dólares na
destruição de sociedades e economias, alimentando ciclos de desconfiança e medo
que podem perpetuar-se por gerações. Vastas regiões do planeta estão
inteiramente desestabilizadas e um novo fenômeno de terrorismo global ameaça a
todos.
Neste
primeiro dia do Ano, peço a todos que partilhem comigo um propósito de Ano
Novo:
Façamos
da Paz a nossa prioridade.
Façamos
de 2017 um ano em que todos – cidadãos, governos, dirigentes – procurem superar
as suas diferenças.
Seja
através da solidariedade e da compaixão nas nossas vidas quotidianas, seja através
do diálogo e do respeito, independentemente das divergências políticas. Seja
por via de um cessar-fogo num campo de batalha ou mediante entendimentos
conseguidos à mesa de negociações para obter soluções políticas.
A
procura do bem supremo da Paz deve ser o nosso objetivo e o nosso princípio
orientador.
A
dignidade e a esperanca, o progresso e a prosperidade – enfim tudo o que
valorizamos como família humana – depende da Paz.
Mas
a Paz depende de nós.
Apelo
a todos para que partilhem comigo este compromisso para com a Paz hoje e todos
os dias.
«Em janeiro de 2015 realizou-se no
Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa a Conferência
Internacional «A(s) Problemática(s) da Natalidade em Portugal: Uma Questão
Social, Económica e Política», uma organização conjunta do Observatório das
Famílias e das Políticas de Família do Instituto de Ciências Sociais da
Universidade de Lisboa, da Associação para o Planeamento da Família e do
Instituto de Políticas Públicas Thomas Jefferson-Correia da Serra.
Foram dois dias de debate intenso
e aprofundado que juntou peritos, académicos e políticos, trazendo perspetivas
multifacetadas e complementares sobre a natalidade portuguesa, hoje uma das
mais baixas da Europa e do mundo: da perspetiva demográfica à sociológica, da
económica à política, da médica à jurídica.
A presente
publicação emana desta Conferência. Reunindo mais de três dezenas de textos
(uns inéditos, redigidos pelos autores para este efeito, outros mais próximos
das contribuições originais), esta publicação tem como objetivo dar a conhecer
ao público interessado os pontos de vista, as reflexões e o debate que então
tiveram lugar em torno da(s) problemática(s) da natalidade. Mas também pretende
constituir uma ferramenta de trabalho e reflexão adicional, permitindo informar
a decisão política, legislativa ou técnica».
«As Nações Unidas promoveram este mês em sua sede em Nova York uma exposição de fotos e documentos sobre o papel das mulheres na Organização. Denominada HERstory, a mostra teve entre seus destaques a atuação da cientista e diplomata brasileira Bertha Lutz, cujo trabalho foi importante para garantir a menção à igualdade de gênero na Carta da ONU em 1945». Leia na integra, na ONU Brasil.
Digam
comigo: queremos mais opiniões de mulheres no debate público português e de
jovens e minorias.
De todas as previsões para o próximo ano,
aquela em que tenho menos medo de errar é na seguinte: no próximo ano vamos
passar muito tempo em salas de conferência, estúdios de televisão e páginas de
publicações discutindo o futuro de Portugal, da Europa e do mundo, e vamos ser
quase sempre só homens brancos de meia-idade ou mais velhos. Quem reclamar vai
ser considerado irritante.
Os debates serão longos, chatos e sem novidade.
Um dos homens de meia-idade suspirará pelo tempo em que não havia euro, outro
pelo tempo em que não havia UE, e uma das perguntas do público será de um homem
com saudades do tempo em que não havia imigração. A época por que se suspira
será determinada pelo conteúdo dos livros que o homem em causa terá lido quando
estava na licenciatura. A prioridade será regressar à normalidade que neles era
descrita para que o homem possa explicar as receitas e soluções que já conhece
de cor». Continue a ler.
A história, passada entre os anos 1930 e 1958, gira à volta de três personagens. A principal é um rapaz judeu, que descobre o ódio, o desalento, a ternura e o amor à vida. As personagens à volta dele representam todas as pessoas que passaram por uma das maiores injustiças de todos os tempos. Cristina Norton sentiu também que tinha o dever de escrever e denunciar o que por vergonha as mulheres que haviam sido obrigadas a prostituir-se nos campos de concentração não ousavam contar. Saiba mais.
E uma entrevista com a autora no Jornal de Letras:
«Há muitos livros sobre a pobreza: sobre as suas causas e sobre a forma de a combater. Alguns são certamente interessantes, mas não era sobre a pobreza em abstracto que a autora desejava escrever, mas sobre os pobres tais como ela os «descobrira», aos 16 anos, num bairro da lata onde as freiras do colégio que frequentava a levaram para que as meninas ricas, grupo a que pertencia, aprendessem a ser caritativas. O livro não se limita a falar dos pobres em Portugal.
Outros países são referidos, tendo no final a autora concluído existirem quatro tradições no que a este problema diz respeito: a católica (Portugal), a jacobina (França), a aristocrática (Inglaterra) e a meritocrática (EUA). Apesar de baseada numa bibliografia longa, a obra tem um tom intimista, o que torna a sua leitura fascinante». Saiba mais.
. . .
E a propósito do livro, aquando do anúncio da sua apresentação, na revista SÁBADO online : «"Nunca passei fome. Os meus filhos nunca passaram fome. Os meus netos nunca passaram fome. Mas, em Portugal, ainda há pessoas que sofrem por não terem o que comer. São elas que me levaram a escrever este livro". É assim que Maria Filomena Mónica explica o que a levou a escrever Os Pobres, livro que será apresentado no próximo dia 13 de Dezembro.
O primeiro contacto com a pobreza aconteceu aos 16 anos, nas visitas à Rua dos Sete Moinhos, um morro situado perto do Liceu Francês, em Lisboa – era lá que as freiras do colégio que frequentava levavam as meninas ricas para que estas aprendessem a praticar a caridade». Continue a ler.
«O mundo tem alcançado progresso significativo no desenvolvimento
humano nas últimas duas décadas. A taxa de pobreza global caiu para mais da
metade. As pessoas estão vivendo mais e com mais saúde e possuem uma educação
melhor. Apesar destes e outros avanços, a prosperidade não é compartilhada por
todos.
A afirmaçãofoi feita pelo secretário-geral da
ONU, Ban Ki-moon, ao marcar o Dia Internacional da Solidariedade Humana,
lembrado anualmente no dia 20 de dezembro.
“Desigualdades, pobreza extrema, desemprego, exclusão
social e degradação ambiental continuam a se constituir características
preponderantes de sociedades em todo o mundo. Discriminação e preconceito
permanecem as maiores barreiras para construir sociedades inclusivas”, disse
Ban. “Muitos grupos sociais vulneráveis vêm sua condição piorar. Os impactos
das mudanças climáticas cairão mais pesadamente em cima de quem menos provoca o
problema.”
O chefe da ONU destacou que a solidariedade é essencial
para preencher estas lacunas de desenvolvimento sustentável. Ele lembrou que
“não deixar ninguém para trás”, promover prosperidade e garantir a inclusão e
igualdade são princípios fundamentais da Agenda 2030 para Desenvolvimento
Sustentável, adotada por líderes mundiais em setembro de 2015, e pelo Acordo de
Paris sobre as mudanças climáticas, adotado em dezembro do mesmo ano.
“Enquanto as nações lutam para cumprir suas promessas e
alcançar os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável [ODS], o apoio mútuo
será crucial. Problemas globais exigem soluções coletivas”, acrescentou.
“Em um tempo de divisão em muitos assuntos globais, de
conflitos armados à migração forçada, as pessoas precisam recorrer umas às
outras em causas comuns, e não se afastar uma das outras por medo.”
Ban pediu que seja enfatizado o papel da solidariedade
para a construção da dignidade para todos em um planeta saudável. “Devemos
trabalhar juntos para alcançar os ODS e garantir o futuro que queremos”, concluiu».