quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

ESTRATÉGIA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL| «para projetar uma sociedade mais inovadora, inclusiva e empreendedora, estimulando o debate público sobre os valores associados ao Desenvolvimento Sustentável».



Disponível aqui

«(...)
Assim, a aposta numa Estratégia Nacional de Educação Ambiental 2020 é a garantia para projetar uma sociedade mais inovadora, inclusiva e empreendedora, estimulando o debate público sobre os valores associados ao Desenvolvimento Sustentável. É neste contexto que o XXI Governo Constitucional deu início a este processo participativo para a construção de um verdadeiro compromisso nacional. Este é um processo ímpar de participação que pretende facilitar uma efetiva apropriação e responsabilização da sociedade civil nas ações que vão concretizar a ENEA 2020. O presente documento estabelece as orientações gerais para a definição da ENEA 2020, em especial a visão, os princípios, os eixos temáticos e as recomendações, que se pretende colocar a consulta pública até ao final do primeiro trimestre de 2017».


PRIORIDADES PARA 2017 | Paridade nas empresas, progressos na integração de imigrantes e refugiados

Do jornal Público
de 2 JAN 2017 em
As prioridades dos ministros
 (que vamos cobrar-lhes no fim do ano)

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

«um mundo que poucos conhecem»



 «são as imagens de Jorge Bacelar, um veterinário da Murtosa apaixonado pela fotografia. Premiado lá fora, ele fotografa cá dentro o mais genuíno».




ANTÓNIO GUTERRES|«Façamos de 2017 um ano de Paz»






«Neste primeiro dia como Secretário-Geral das Nações Unidas, há, sobretudo, uma pergunta que me assalta a consciência:
Como ajudar os milhões de seres humanos vítimas de conflitos e que sofrem enormemente em guerras que parecem não ter fim?
Populações civis em vários pontos do globo são destroçadas sob a mais letal violência. Mulheres, crianças e homens são mortos ou feridos, vendo-se forçados a abandonar os seus lares, tudo perdendo. Até mesmo hospitais e comboios humanitários são atingidos sem consideração.
Nestas guerras não há vencedores; todos perdem. Gastam-se bilhões de dólares na destruição de sociedades e economias, alimentando ciclos de desconfiança e medo que podem perpetuar-se por gerações. Vastas regiões do planeta estão inteiramente desestabilizadas e um novo fenômeno de terrorismo global ameaça a todos.
Neste primeiro dia do Ano, peço a todos que partilhem comigo um propósito de Ano Novo:
Façamos da Paz a nossa prioridade.
Façamos de 2017 um ano em que todos – cidadãos, governos, dirigentes – procurem superar as suas diferenças.  
Seja através da solidariedade e da compaixão nas nossas vidas quotidianas, seja através do diálogo e do respeito, independentemente das divergências políticas. Seja por via de um cessar-fogo num campo de batalha ou mediante entendimentos conseguidos à mesa de negociações para obter soluções políticas.
A procura do bem supremo da Paz deve ser o nosso objetivo e o nosso princípio orientador.
A dignidade e a esperanca, o progresso e a prosperidade – enfim tudo o que valorizamos como família humana – depende da Paz.
Mas a Paz depende de nós.
Apelo a todos para que partilhem comigo este compromisso para com a Paz hoje e todos os dias.
Façamos de 2017 um ano de Paz.
Obrigado». Tirado daqui.


terça-feira, 3 de janeiro de 2017

«A(s) Problemática(s) da Natalidade em Portugal»



«Em janeiro de 2015 realizou-se no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa a Conferência Internacional «A(s) Problemática(s) da Natalidade em Portugal: Uma Questão Social, Económica e Política», uma organização conjunta do Observatório das Famílias e das Políticas de Família do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, da Associação para o Planeamento da Família e do Instituto de Políticas Públicas Thomas Jefferson-Correia da Serra. 
Foram dois dias de debate intenso e aprofundado que juntou peritos, académicos e políticos, trazendo perspetivas multifacetadas e complementares sobre a natalidade portuguesa, hoje uma das mais baixas da Europa e do mundo: da perspetiva demográfica à sociológica, da económica à política, da médica à jurídica.

A presente publicação emana desta Conferência. Reunindo mais de três dezenas de textos (uns inéditos, redigidos pelos autores para este efeito, outros mais próximos das contribuições originais), esta publicação tem como objetivo dar a conhecer ao público interessado os pontos de vista, as reflexões e o debate que então tiveram lugar em torno da(s) problemática(s) da natalidade. Mas também pretende constituir uma ferramenta de trabalho e reflexão adicional, permitindo informar a decisão política, legislativa ou técnica». 
Saiba mais.

MAIS UMA | Onde mulheres não entraram ...


sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

BOM ANO DE 2017


Society of Women Artists





«HERstory» | Exposição em NY lembra papel das mulheres na história da ONU

Tirada daqui, onde se pode ver mais 


«As Nações Unidas promoveram este mês em sua sede em Nova York uma exposição de fotos e documentos sobre o papel das mulheres na Organização. Denominada HERstory, a mostra teve entre seus destaques a atuação da cientista e diplomata brasileira Bertha Lutz, cujo trabalho foi importante para garantir a menção à igualdade de gênero na Carta da ONU em 1945». Leia na integra, na ONU Brasil.



quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

O QUE ESPERAR DE 2017 | Mais mulheres a opinar no espaço público



Tirada daqui



A propósito:
OPINIÃO

Eu vi 2017, e vai ser só homens

Digam comigo: queremos mais opiniões de mulheres no debate público português e de jovens e minorias.

De todas as previsões para o próximo ano, aquela em que tenho menos medo de errar é na seguinte: no próximo ano vamos passar muito tempo em salas de conferência, estúdios de televisão e páginas de publicações discutindo o futuro de Portugal, da Europa e do mundo, e vamos ser quase sempre só homens brancos de meia-idade ou mais velhos. Quem reclamar vai ser considerado irritante.
Os debates serão longos, chatos e sem novidade. Um dos homens de meia-idade suspirará pelo tempo em que não havia euro, outro pelo tempo em que não havia UE, e uma das perguntas do público será de um homem com saudades do tempo em que não havia imigração. A época por que se suspira será determinada pelo conteúdo dos livros que o homem em causa terá lido quando estava na licenciatura. A prioridade será regressar à normalidade que neles era descrita para que o homem possa explicar as receitas e soluções que já conhece de cor».  Continue a ler.

FRANÇA | MINISTÉRIO DA CULTURA E DA COMUNICAÇÃO | Os eixos organizadores para mais igualdade entre homens e mulheres

































terça-feira, 27 de dezembro de 2016

CRISTINA NORTON | «O Rapaz e o Pombo»



SINOPSE
A história, passada entre os anos 1930 e 1958, gira à volta de três personagens. A principal é um rapaz judeu, que descobre o ódio, o desalento, a ternura e o amor à vida. As personagens à volta dele representam todas as pessoas que passaram por uma das maiores injustiças de todos os tempos. Cristina Norton sentiu também que tinha o dever de escrever e denunciar o que por vergonha as mulheres que haviam sido obrigadas a prostituir-se nos campos de concentração não ousavam contar. Saiba mais.
E uma entrevista com a autora no Jornal de Letras:


ANDRÉ AZEVEDO ALVES | «Pela liberdade, resistir ao lobby LGBT»




Leia no OBSERVADOR



sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

NATAL 2016






Tomamos como nosso o postal da imagem, que recebemos da  Fundação Betânia, para assinalarmos o NATAL 2016. O texto que o acompanhava: 





quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

MARIA FILOMENA MÓNICA | «Os Pobres»



SINOPSE
«Há muitos livros sobre a pobreza: sobre as suas causas e sobre a forma de a combater. Alguns são certamente interessantes, mas não era sobre a pobreza em abstracto que a autora desejava escrever, mas sobre os pobres tais como ela os «descobrira», aos 16 anos, num bairro da lata onde as freiras do colégio que frequentava a levaram para que as meninas ricas, grupo a que pertencia, aprendessem a ser caritativas. O livro não se limita a falar dos pobres em Portugal. 
Outros países são referidos, tendo no final a autora concluído existirem quatro tradições no que a este problema diz respeito: a católica (Portugal), a jacobina (França), a aristocrática (Inglaterra) e a meritocrática (EUA). Apesar de baseada numa bibliografia longa, a obra tem um tom intimista, o que torna a sua leitura fascinante». Saiba mais.
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E a propósito do livro, aquando do anúncio da sua apresentação,  na revista SÁBADO  online : «"Nunca passei fome. Os meus filhos nunca passaram fome. Os meus netos nunca passaram fome. Mas, em Portugal, ainda há pessoas que sofrem por não terem o que comer. São elas que me levaram a escrever este livro". É assim que Maria Filomena Mónica explica o que a levou a escrever Os Pobres, livro que será apresentado no próximo dia 13 de Dezembro. 
O primeiro contacto com a pobreza aconteceu aos 16 anos, nas visitas à Rua dos Sete Moinhos, um morro situado perto do Liceu Francês, em Lisboa – era lá que as freiras do colégio que frequentava levavam as meninas ricas para que estas aprendessem a praticar a caridade». Continue a ler.

AINDA É NOTÍCIA | «Museus do Vaticano vão ser dirigidos por uma mulher»



Leia aqui

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

ONTEM DIA 20 FOI O DIA DA SOLIDARIEDADE | Há avanços mas a prosperidade não é compartilhada por todos









Sobre o Dia da Solidariedade, o que se pode ler na ONU Brasil:
«O mundo tem alcançado progresso significativo no desenvolvimento humano nas últimas duas décadas. A taxa de pobreza global caiu para mais da metade. As pessoas estão vivendo mais e com mais saúde e possuem uma educação melhor. Apesar destes e outros avanços, a prosperidade não é compartilhada por todos.
afirmação foi feita pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, ao marcar o Dia Internacional da Solidariedade Humana, lembrado anualmente no dia 20 de dezembro.
“Desigualdades, pobreza extrema, desemprego, exclusão social e degradação ambiental continuam a se constituir características preponderantes de sociedades em todo o mundo. Discriminação e preconceito permanecem as maiores barreiras para construir sociedades inclusivas”, disse Ban. “Muitos grupos sociais vulneráveis vêm sua condição piorar. Os impactos das mudanças climáticas cairão mais pesadamente em cima de quem menos provoca o problema.”
O chefe da ONU destacou que a solidariedade é essencial para preencher estas lacunas de desenvolvimento sustentável. Ele lembrou que “não deixar ninguém para trás”, promover prosperidade e garantir a inclusão e igualdade são princípios fundamentais da Agenda 2030 para Desenvolvimento Sustentável, adotada por líderes mundiais em setembro de 2015, e pelo Acordo de Paris sobre as mudanças climáticas, adotado em dezembro do mesmo ano.
“Enquanto as nações lutam para cumprir suas promessas e alcançar os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável [ODS], o apoio mútuo será crucial. Problemas globais exigem soluções coletivas”, acrescentou.
“Em um tempo de divisão em muitos assuntos globais, de conflitos armados à migração forçada, as pessoas precisam recorrer umas às outras em causas comuns, e não se afastar uma das outras por medo.”
Ban pediu que seja enfatizado o papel da solidariedade para a construção da dignidade para todos em um planeta saudável. “Devemos trabalhar juntos para alcançar os ODS e garantir o futuro que queremos”, concluiu».