sexta-feira, 21 de outubro de 2016

MARIA TERESA HORTA | «Anunciações»



«Rendido à beleza de Maria, o arcanjo Gabriel, esquece a mensagem que tinha por missão anunciar-lhe. E uma tumultuada relação amorosa ganha corpo entre os dois. «Anunciações», o romance, desenrola-se ao longo de 280 poemas e 14 estações (tantas quantas as da paixão e morte de Cristo), até à gestação do filho de ambos, Joshua. Tudo por entre os medos e a contrição do anjo, e a determinação e revolta de uma Maria dessacralizada, emergindo na dignidade da sua condição humana». Mais.



PRÉMIO|«Jovens Pela Igualdade»|CANDIDATURAS ATÉ 12 DE NOVEMBRO 2016








«Esta distinção visa premiar as Associações Juvenis com boas práticas na integração da dimensão da 
igualdade de género, cidadania e não discriminação, quer na sua organização ou funcionamento, quer nas atividades
 por si desenvolvidas.
Destina-se a Associações Juvenis
 (exceto associações de estudantes) 
inscritas no
 RNAJ - Registo Nacional do
 Associativismo Jovem».
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Os objetivos inscritos 
no Regulamento do Prémio







quinta-feira, 20 de outubro de 2016

DAS ESCOLHAS DE FRANCISCO SENA SANTOS | «As mulheres sauditas» | «Thuli Madonsela, a mulher que é um baluarte na África do Sul»









«(...) As mulheres sauditas ainda estão impedidas de conduzir um automóvel e só podem viajar com autorização do marido. Mas já podem votar e até fazer campanha política, como mostra este excelente documentário do The New York Times.
Thuli Madonsela, a mulher que é um baluarte na África do Sul. Depois de Mandela, uma bem necessária lufada de confiança. (...)».
Leia aqui.




PROJETO CRINABEL TEATRO | «Uma menina está perdida no seu século à procura do pai» | 20-23 OUTUBRO 2016 | TNDMII





E vocês? De onde vêm?
«No ano em que comemora 30 anos, o projeto Crinabel Teatro ocupa o palco da Sala Garrett com o espetáculo Uma menina está perdida no seu século à procura do pai. A partir do romance homónimo de Gonçalo M. Tavares, conta-se a história de Hanna, uma menina que se encontra perdida num cenário pós-guerra à procura do pai. Em cena, um conjunto de intérpretes portadores de deficiência intelectual e física, cruza-se com os atores do D. Maria II e propõe a seguinte questão: até que ponto continuamos implicados em olhar para lá da norma?»

20 - 23 OUT 2016
qui-sab | 21.00H
DOM | 16:00H
SALA GARRETT

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

REVISTA CAFÉ COM LETRAS n.º2 | DOSSIER | «A literatura lusófona no feminino | Que é feito das feministas portuguesas? | O terceiro sexo - viagem à intimidade do sexo liquido e asséptico da pós-modernidade | O feminismo depois de Simone de Beauvoir: contra-cultura ou "outra" paixão inútil?»





A revista da imagem é de maio, mas podia ser de hoje. Aqui está  apresentada assim:
«Já está nas livrarias o número 2 da revista Café com letras. Leia a entrevista da escritora, filósofa e activista Marcia Tiburi com Manoel Gustavo de Souza, onde nos fala dos actuais problemas do Brasil e da sua obra “Como conversar com um Fascista”, publicada agora pela editora Nota de Rodapé e a ser traduzida na Suécia, onde a autora esteve recentemente. Leia também o comentário à entrevista, de Rubens Casara. Temos ainda o dossier “A literatura lusófona no Feminino”, coordenado por Ana Raquel Fernandes e textos Julia Coutinho, de Helena Vasconcelos, Maria Helena Serôdio, Maria João Cabrita, Ana Margarida Martins, Maria João Faustino, Carlos Mendes de Sousa, Ana Margarida Martins e a magnífica entrevista de Maria Teresa Horta, feita por Ana Raquel Fernandes e ainda um texto sobre a autora, revisitando a sua obra e vida. Mário Santos escreve a biografia de Christine de Pizan, sábia e “feminista avant la lettre”, nascida em Veneza, em 1364 e um texto sobre a pensadora portuguesa Maria Filomena Molder, por Luís Mendonça. Na crítica, podemos ler textos de Celina Martins sobre Gonçalo M. Tavares, Filipa Melo sobre o último livro de George Steiner, entre outras críticas, Marta Soares sobre o livro de Marisa das Neves Henriques. A crónica é de Possidonio Cachapa e as notícias estão sob a responsabilidade de Samuel F. Pimenta. Um número imperdível!
Veja aqui onde pode comprar a revista, no ponto mais próximo de si!».
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Visitando o blogue da revista pode saber-se mais, nomeadamente sobre a n.º 2. Por exemplo, da entrevista a Maria Teresa Horta:
                   

«Mas esses poemas nunca poderiam ser ditos por um homem.  
 A minha voz é feminina, a minha escrita é de mulher. Gostaria  que 
os meus poemas fossem sempre ditos por mulheres».






«Desperdício de talento feminino: um problema empresarial»



Leia aqui


A conferência  que se refere na imagem teve lugar no último dia 13, de que pode saber aqui. A colega Elisa, da Biblioteca Nacional, remeteu-nos para a intervenção do presidente do Novo Banco, conforme a notícia acima, de onde retiramos:
«(...)
Desperdício de talento feminino: um problema empresarial
O gestor defendeu o sistema educativo português, na medida em que tem assegurado uma distribuição predominantemente feminina e que há investimento público desviado em favor das mulheres.
“Há trinta anos que temos mais talento a sair das universidades que os homens”, certifica António Ramalho, que falou também sobre o domínio das mulheres na maioria dos cursos superior, exceção feita às áreas da engenharia e das indústrias.
“É a prova de que o modelo de igualdade vai funcionar? Mentira”, refere o presidente do Novo Banco, que considera que, no sistema profissional, a situação é diferente e há uma predominância masculina.
“Ao contrário do que seria de esperar, há um gap salarial negativo contra as mulheres”, indica António Ramalho. De acordo com o líder do Novo Banco, esse gap é mais negativo no setor privado do que no público, atinge quase todos os graus etários e foi potenciado pela crise económica do país.
António Ramalho olha o sistema educativo como um mecanismo de formação de mulheres e “destruição do talento feminino” e sugere medidas: o incremento das políticas de conciliação da vida pessoal e profissional e a introdução de quotas significativas por layers com destaque para cargos de alta direção. (...)».

 A nosso ver, passos em frente quando a matéria é discutida na esfera das órganizações, nomeadamente dos negócios.




terça-feira, 18 de outubro de 2016

BOB DYLAN | PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2016 | Assinalemos com «Like a Rolling Stone»







«Em 2004, a revista Rolling Stone nomeou-a a melhor canção de todos os tempos, declarando: "Nenhuma outra canção pop confrontou e transformou tão completamente as regras comerciais e as convenções artísticas da sua época"».  



FILME | «Irmãs Amadas»








«Alemanha, século XVIII. As irmãs Charlotte e Caroline von Lengefeld são duas raparigas aristocráticas a viver sob as ordens de uma mãe autoritária na cidade de Rudolstadt. Quando ambas se apaixonam perdidamente pelo jovem poeta e filósofo Friedrich Schiller, optam por partilhar aquele amor, mesmo sabendo que estão a desafiar as convenções de uma sociedade profundamente tradicionalista. Entre os três nasce assim um triângulo amoroso consensual onde cada um desempenha o seu papel. Contudo, com o passar do tempo e à medida que a relação assume outras formas, o sentimento de posse ganha novas proporções e o pacto que lhes servira até aí é quebrado…
Com realização de Dominik Graf ("Assalto ao Banco"), um filme que se inspira na vida amorosa de Friedrich Schiller (1759-1805), poeta, filósofo, médico, historiador e um dos representantes máximos do Romantismo alemão. Florian Stetter, Hannah Herzsprung, Henriette Confurius e Claudia Messner assumem os principais papéis». PÚBLICO

E a crítica no semanário Expresso:



EXPRESSO | 8 OUT 2016 | Revista «E»



segunda-feira, 17 de outubro de 2016

«SEÑORITAS» | canções em torno de um universo feminino | 21 OUT 2016 | 21:30 | AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA | ALMADA



O colega Tiago Miranda, da Biblioteca Nacional, chamou a nossa atenção para o projeto da imagem, e aqui está.



ONU | mulher para secretária-geral adjunta

Leia aqui



































A propósito, do semanário SOL: ONU. Chegou a hora da mulher de Leste?
Um excerto: «(...) Lívia Franco, professora do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica, destaca duas mulheres que já ocuparam cargos relevantes na organização: Susana Malcorra, atual ministra dos Negócios Estrangeiros da Argentina e ex-chefe de Gabinete do Secretariado das Nações Unidas, e Helen Clark, a antiga primeira-ministra neozelandesa e atual responsável pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. «Há vários critérios que estão na origem da distribuição dos lugares principais da equipa do secretário-geral. Para além dos clássicos – mérito próprio, uma equipa que prometa eficácia e rigor –, há sempre uma preocupação em manter um equilíbrio do ponto de vista regional e também contemplar a quota de género», diz a especialista ao SOL. Esta situação aliada ao facto de ambas terem uma experiência «suficientemente interessante e atrativa»  faz delas boas candidatas ao cargo de número dois de Guterres. (...)».



sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Ban Ki-moon | em balanço sobre o seu mandato



                                                                                  Foto: ONU/Rick Bajornas


Artigo do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon 
Tirado daqui - da ONU Brasil
                     (Destaque nosso)


E sobre o seu mandato este artigo: 


Ban Ki-moon Reflects on the Successes and Frustrations of His10 Years as UN Secretary General

In his decade in office, Ban never overcame his aloof image. But in many ways he modernized the United Nations, and pushed it to confront its deepest challenges.








CRISE HUMANITÁRIA






«Mais de 200 milhões de pessoas são afetadas por desastres anualmente. Cerca de 60 milhões foram forçadas a abandonar suas casas por conta de guerras e outros riscos à vida e 250 milhões de crianças estão presas em zonas de conflito».



quinta-feira, 13 de outubro de 2016

CAMPANHA | «Contra o Tráfico de Seres Humanos» | 13 OUT 2016 | 18:00H | ESTAÇÃO DO METRO BAIXA-CHIADO | LISBOA












«Portugal é um dos melhores países do mundo para se ser rapariga»





A propósito do Relatório da imagem, no DN:
«Relatório de organização não-governamental compara situação e problemas que raparigas enfrentam em vários países do mundo 
Portugal é um dos 10 melhores países do mundo para se nascer mulher, segundo um relatório da organização não-governamental Save The Children. O país está em oitavo lugar num ranking que pesa dificuldades e problemas que meninas e jovens enfrentam em vários países de todos os continentes. Continue a ler


 Índice do relatório

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

«cada menina e mulher deve ser contada e pode ser contada»


Disponível Aqui.

«DIA INTERNACIONAL DA RAPARIGA: QUANDO A IGUALDADE DE GÉNERO É ASSOMBRADA PELA DISCRIMINAÇÃO»  

LIVRO |« Mulheres esquecidas nas artes e letras em Portugal (séculos XIX e XX)»

Leia aqui







«As contribuições reunidas neste volume, apresentadas num colóquio organizado em 2015 em Paris, procuram resgatar diversas escritoras e artistas portuguesas dos séculos XIX e XX que, apesar de silenciadas e subestimadas durante décadas no campo literário e artístico, contribuíram amplamente para o progresso da nossa sociedade».

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Lembremos o Colóquio:


Saiba Mais

«O CRIMIC (Centre de Recherches Interdisciplinaires sur les Mondes Ibériques Contemporains) e a Delegação em França da Fundação Calouste Gulbenkian promovem o Colóquio Internacional Mulheres esquecidas nas artes e letras em Portugal (séculos XIX e XX), que terá lugar nos dias 15 e 16 de outubro.
 Este colóquio tem como objetivo trazer para a cena as mulheres esquecidas nas artes e nas letras em Portugal, questionar o seu lugar no panorama artístico e literário dos séculos XIX e XX, e exumar os seus trabalhos do esquecimento em onde eles estão enterrados hoje.

 O evento é uma organização conjunta do CRIMIC (Universidade Paris-Sorbonne) e da Fundação Calouste Gulbenkian, e decorrerá no dia 15 de outubro na Paris Sorbonne (Salle des Actes (1 rue Victor Cousin 75005 Paris)) e no dia 16 na sede Fundação (39, Bl de la Tour Maubourg 75007 Paris)». VEJA O PROGRAMA.





terça-feira, 11 de outubro de 2016

JIM SHEPARD | «O Livro de Aron»




«Pela mão do pequeno Aron, somos levados a conhecer a Polónia de 1939, onde ele e a família vivem. Pouco tempo depois, enquanto judeus, são conduzidos ao gueto de Varsóvia, onde a crueldade, a fome e a doença destroem as vidas de quem aí foi aprisionado. Porém, Aron e um grupo de amigos conseguem ajudar as famílias, esgueirando-se do gueto para fazer contrabando. Num relato comovente e intenso, Jim Shepard mostra-nos, através da voz de uma criança, como é possível manter a dignidade humana nas condições mais adversas». +.


«Mulheres - um século de transformações»









«As conquistas e transformações na vida das mulheres ao longo das últimas oito décadas são o tema do novo projeto da Agência O Globo. “Mulheres – Um século de transformações” é um projeto multiplataforma que inclui o lançamento de um livro, a realização de uma exposição e dois debates sobre empoderamento feminino. Com patrocínio de Microsoft e Renner, o projeto conta com apoio do GNT e da ONU Mulheres Brasil». Continue a ler.



segunda-feira, 10 de outubro de 2016

HELENA ALMEIDA | «Eu acho que já não há razão para ser feminista na Europa»

EXPRESSO | Revista E | 8 OUT 2016
                  (Montagem)

NA MODA LISBOA | Contra os preconceitos




Veja aqui


«Os manequins transportaram pratos com palavras que mostram discriminação. No final partiram a loiça numa reação contra os preconceitos».lhar o artigo Desfile do criador Nuno Gama marca segundo dia da ModaLisboa

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Festejemos «o melhor para o lugar»: António Guterres !




Leia aqui



«(...)
Mas antes da “ameaça” Georgieva, Guterres teve de ultrapassar as pressões para que fosse uma mulher a ocupar o cargo pela primeira vez e ainda a lógica da rotação entre regiões que, desta vez, apontava para a Europa de Leste. E neste aspecto três factores foram essenciais: as suas próprias qualificações, o trabalho excepcional da diplomacia portuguesa e o processo aberto e público desta selecção. Por isso, a vitória do candidato português é também a vitória do processo de transparência aberto na ONU pela primeira vez este ano. (...).




«Juntos pelas crianças»


Saiba mais










































































O post anterior.



terça-feira, 4 de outubro de 2016

MÁRIO CRUZ|«Talibes-Modern Day Slaves»|É SOBRE CRIANÇAS ESCRAVAS






A propósito do livro lançado recentemente:
«O fotógrafo português esteve no Senegal a fotografar as daaras onde vivem crianças escravas. Após ganhar um prémio do World Press Photo, Mário Cruz apresenta hoje o livro "Talibes - Modern Day Slaves"
Um homem de braço erguido açoitando uma criança. Um amontoado de crianças dormindo no chão. Um pé acorrentado. Crianças mendigando nas ruas. Pobreza. Uma criança com cicatrizes no rosto por ter sido açoitada. À medida que vai passando as páginas do livro, o fotógrafo Mário Cruz vai contando as histórias daquelas imagens, captadas há mais de um ano, no Senegal. "Quando vejo estas fotografias não vejo só as fotografias. Sei qual é o cheiro que estava aqui, quem são estas pessoas."
As imagens mostram a vida difícil dos talibés - crianças que são entregues pelas famílias a escolas tradicionais corânicas (daaras) onde os professores (marabouts) são responsáveis pela sua educação. (...). Continue a ler no DN.



Fernando Alves apresenta 
«Talibes, Modern Day Slaves» de Mário Cruz



REFUGIADOS | «voltar a ser criança novamente»





Leia aqui



segunda-feira, 3 de outubro de 2016

«A arte feita por mulheres é diferente?»




Leia aqui, no Ípsilon - Público



«(...)O evento paulistano tem mais de metade do seu elenco formado por mulheres, o maior número de todos os tempos. E elas têm os olhos vidrados num mundo em colapso, alvo de catástrofes insuspeitadas que ganham vulto no horizonte.” São 47 mulheres num total de 81 artistas e colectivos.
Ao curador principal da bienal, o alemão Jochen Volz, perguntámos se o tema da bienal, “Incerteza Viva”, com um forte pendor ambiental, torna as mulheres artistas “mensageiras” privilegiadas ou é apenas uma coincidência e a maioria feminina surgiu por outra via? “Acho que são dois caminhos”, responde. “Quando a gente viaja e olha para colecções, para os museus ou para o que está a ser resenhado em revistas e em jornais, sempre vai ter uma maioria de artistas homens. Então tem que virar uma disciplina: não vamos pelo óbvio.” Houve, portanto, uma tentativa de quota? “De quota ou de, pelo menos, cultivar esta disciplina: não vamos pela superfície, pelo que está nos museus, vamos descobrir quem são as artistas mulheres que trabalham sobre um certo tema.” (...)». Leia na integra.




CHRISTIANE NORTHRUP | «Corpo de Mulher, Sabedoria de Mulher»



SINOPSE

«Christiane Northrup é médica ginecologista-obstetra e trabalhou na Dartmouth Medical School e no Turfts New England Medical Center antes de co-fundar o centro de saúde Women to Women em Yarmouth, Maine, que se tornou um modelo para as clínicas para mulheres nos EUA. Foi presidente da American Holistic Medical Association e é actualmente Professora Assistente de Ginecologia-Obstetrícia no College of Medicine da Universidade de Vermont. <
Através da sua experiência clínica, a Dra. Northrup apercebeu-se de como as circunstâncias, emoções e comportamentos negativos se manifestam muitas vezes no nosso corpo sob a forma de doenças e dores. Neste livro, apresenta-nos uma perspectiva holística da saúde das mulheres e analisa de forma exaustiva todas as áreas do corpo feminino, explicando a forma como podem ser afectadas pelo estado emocional e espiritual da mulher, os problemas potenciais que podem originar e os tratamentos possíveis. 

Corpo de Mulher, sabedoria de Mulher demonstra que, quando as mulheres alteram os comportamentos e circunstâncias das suas vidas que lhes provocam problemas de saúde, curam-se mais rapidamente, mais completamente e com menos necessidades de intervenção médica. 

Christiane Northrup fornece-nos também informações vitais sobre as melhores técnicas da medicina ocidental e das terapias alternativas incorporando-as num todo que se complementa».Saiba mais