terça-feira, 6 de dezembro de 2016

«CAFÉ CONSENTIMENTO» | Campanha para prevenir o problema da violência sexual em Timor-Leste



Veja o video aqui


«Campanha para prevenir o problema da violência sexual em Timor-Leste
Foi lançado em Timor-Leste a campanha "Café Consentimento" para prevenir o grave problema da violência sexual no país, onde se explica de forma simples que qualquer ato sexual é como aceitar uma chávena de café: nos dois casos requer-se consentimento. 
 A campanha inclui um filme distribuído nas redes sociais para educar os jovens sobre a importância do consentimento no ato sexual e uma carta de compromisso público sobre o que todos podem fazer para promover relações sexuais saudáveis e respeitosas.
 Um estudo feito pela Asia Foundation mostrou que três em cada cinco mulheres timorenses foram vítimas de violência física ou sexual pelos seus parceiros, 14% foram violadas fora da relação e 3% foram vítimas de violações coletivas.
 Susan Marx, responsável da Asia Foundation, disse na apresentação da campanha que é importante que todos deem exemplo, manifestando o repúdio à violência sexual e reafirmando o compromisso em combater este flagelo. "Este é um grande problema. É necessário e urgente mudar as normas sociais do relacionamento entre homens e mulheres em Timor-Leste", disse, apelando a todos para que assinem a petição e partilhem o filme».



segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

«Negócios sustentáveis preservam planeta, reduzem desigualdades e atraem consumidores»


Leia aqui


«(...) Bernardo Paiva disse que “é impossível ter uma empresa por mais de cem anos se a gente não se engajar com os ODS”. segundo ele, uma empresa que não pensa seu impacto na sociedade a longo prazo já não sobrevive.
“Se a gente não evolui pelo caminho que estamos discutindo aqui, lá na frente ninguém vai querer trabalhar na nossa empresa e o consumidor não vai querer nossos produtos”, enfatizou. (...)».

ACONTECEU | «Por Delicadeza»







Conforme se pode ler no site da TSF:
«"Por delicadeza" uma peça do projeto Dançando com a Indiferença que junta no palco do Teatro Viriato, em Viseu, pessoas com e sem deficiência. A ideia "é criar um espaço de reflexão e de inclusão". 

Em palco estão cadeiras de rodas, bengalas, cegos, bailarinos, paralíticos, novos e velhos. Todos em palco numa "vertigem de movimento e que propõe um novo olhar sobre a deficiência. Mas em palco o resultado é sobretudo artístico", revela Henrique Amoedo, que dirige o Arte mas também terapêutica, diz Ricardo Meireles. O coreógrafo aponta "os ganhos que o palco traz a estes portadores de deficiência".
E "andar no palco é como andar na rua", conta Sara Lourenço, 84 anos, bailarina e cega. Rafaela Rodrigues tem 19 anos e é aluna de dança. Para esta bailarina este foi "um projeto sem grandes alterações e com ajudas mútuas".
Dançando com a diferença é um projeto do Teatro Viriato que prepara o terreno para a criação futura de um grupo de dança contemporânea, em Viseu, que reúna pessoas com e sem deficiência. (...)».Saiba mais.

E um bom pretexto para, de Sophia de Mello Breyner Andresen:



sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

«COMPANHIA MAIOR: ENVELHECER A FAZER O QUE MAIS SE GOSTA»


Recorte do  DN de 1 DEZ 2016


ONTEM FOI O DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA A SIDA | «As jovens mulheres são especialmente vulneráveis em países com alta prevalência do HIV, especialmente na África subsaariana»




«No Dia Mundial de Luta contra a Aids, 
ONU pediu “espírito intransigente” 
para colocar fim à epidemia até 2030. Foto: ONU




«No Dia Mundial de Luta contra a AIDS, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu renovado compromisso global para o combate à doença, assim como um “espírito intransigente” para colocar fim à epidemia até 2030.
“Desde a emergência da AIDS, há 35 anos, a comunidade internacional pode olhar para trás com algum orgulho, mas ainda é preciso mirar adiante com determinação e comprometimento para alcançar nosso objetivo de acabar com a epidemia até 2030”, disse Ban em comunicado para a data.
O secretário-geral reconheceu os progressos da luta contra a doença: o acesso a medicamentos dobrou nos últimos cinco anos e agora chega a 18 milhões de pessoas. Desde 2010, o número de crianças infectadas pela transmissão de mãe para filho diminuiu à metade, enquanto pessoas com HIV vivem mais e a cada ano há menos mortes por doenças relacionadas à AIDS». Continue a ler na ONU Brasil.


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

FILME | «Miss Violence»



«A vida em casa de Aggeliki é perfeita e organizada. Ali, tudo está planeado ao milímetro e nada parece falhar. Até que, no exacto dia do seu 11.º aniversário, a menina cai da varanda de casa. Quando é encontrada, já morta, tem um sorriso no rosto. A polícia e os serviços sociais são chamados a avaliar o que terá acontecido. A família, que não admite a hipótese de suicídio, afirma que se tratou de um acidente e tenta avançar o melhor possível. Tudo parece acontecer como habitualmente até, numa conversa com a polícia, o mais pequeno da família revelar pistas sobre um facto horrível que, durante anos todos têm mantido em segredo…
Um filme dramático sobre repressão e violência que esteve em competição na 70.ª edição do Festival de Cinema de Veneza, onde Alexandros Avranas recebeu o Leão de Prata para Melhor Realizador e Themis Panou o prémio de Melhor Actor. 
A estreia de "Miss Violence" é feita pela Legendmain Filmes em parceria com a APAV- Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, no âmbito do Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres (assinalado no dia 25 de Novembro) e com o apoio de várias instituições públicas – tais como a CIG - Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género ou o Núcleo para a Igualdade do Departamento para os Direitos Sociais da Câmara Municipal de Lisboa – e associações privadas como a Plataforma Portuguesa das Organizações Não-Governamentais para o Desenvolvimento». Saiba mais.





Falta dizer que foi o colega Tiago Miranda (da BNP) que depois de ter visto o filme se apressou a recomendar que o divulgássemos no Em Cada Rosto Igualdade. Cá está, Tiago.  E ficamos à espera de mais sugestões.



ARTE APROXIMA







terça-feira, 29 de novembro de 2016

CONCERTO | GULBENKIAN | 1 DEZ 2016 | 21:00 H | «Lenda viva da música africana, Angélique Kidjo celebra a condição feminina e a capacidade de resistir à dor e à miséria»



Angélique Kidjo na próxima quinta-feira vai estar na Gulbenkian.  Na revista E do semanário Expresso desta semana vem uma entrevista, de Lia Pereira,  com a artista, e é de lá o recorte da imagem acima. O titulo do artigo é expressivo: «Mulher de Armas». Mas para sabermos mais recorramos  a outra fonte, disponível online - aqui: «Em novembro falemos de música para dezembro: Angélique Kidjo, que nos apresenta um dos seus álbuns assim – “Eve é dedicado às mulheres de África, à sua resistência e à sua beleza…Estas mulheres têm tão poucos bens materiais e, no entanto, o seu sorriso faz desaparecer qualquer tipo de pena. Enquanto formos fortes, avançaremos com dignidade.
A cantora, compositora e Embaixadora da Boa Vontade da UNICEF Angélique Kidjo é uma das artistas mais arrebatadoras no mundo da world music de hoje. Nomeada quatro vezes para os Grammys, recebeu o prémio Melhor Disco do Ano da World Music pelos álbuns “Djin Djin” (2008), “Eve” (2015) e “Sings” (2016), distinções que salientam a excecionalidade da sua música, que explora as relações entre culturas musicais diversas, dos ritmos tribais e pop que herdou do oeste africano a todas as contaminações com outros géneros como o funk, a salsa, o jazz, a rumba e muitos outros. “A música é para mim, antes de mais, a única forma de arte que liga o mundo inteiro”, afirma Kidjo». Continue a ler.
E do site da Gulbenkian:

LANÇAMENTO | LIVRO | «Construindo os feminismos, desafiando o futuro» | 4 DEZ 2016 | 17:00H | CCIF/UMAR








«É com imensa alegria que te convidamos para o lançamento do livro "Construindo os feminismos, desafiando o futuro", incluído nas comemorações do 40º aniversário da UMAR. 
Neste livro poderás encontrar 40+1 testemunhos de companheiras que partilham as suas experiências, emoções, lutas e conquistas enquanto associadas da UMAR (Umaristas). O livro contém também um conjunto de fotografias, algumas inéditas, de imenso valor histórico e cultural».



segunda-feira, 28 de novembro de 2016

5 DEZ 2016 | Encerramento do programa «Pegada Cultural: Artes e Educação» | TEATRO SÃO CARLOS








«Pegada Cultural: Resultados e Sustentabilidade»
 Salão Nobre do Teatro Nacional de São Carlos | Lisboa
 5 DEZ 2016

«O programa elegeu e financiou nove entidades artísticas Portuguesas, permitindo a realização de nove projetos que envolveram entidades artísticas Norueguesas e escolas/agrupamentos escolares de norte  a sul do território continental de Portugal.
A sessão de abertura decorrerá às 10h e contará com a presença de Sua Excelência o Secretário de Estado  da Cultura de Portugal, Miguel Honrado, Sua Excelência o Secretário de Estado do Desenvolvimento e Coesão, Nelson de Souza e de Sua Excelência o Embaixador da Noruega em Lisboa». 


PROGRAMA



CANTAR MAIS



sexta-feira, 25 de novembro de 2016

SEMINÁRIO CEDAW4ALL | «Follow-up e recomendações gerais» | 29 NOV 2016 | LISBOA



S E M I N Á R I O 
CEDAW4ALL: Follow-up e recomendações gerais 
29 novembro 2016 | 10:00h - 17:00h 
Auditório do Centro de Informação Urbana | Lisboa
 Inscrições até 27 de novembro


«Seminário visa aumentar o conhecimento da Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres – CEDAW, bem como aprofundar o debate em torno de algumas temáticas neste contexto: violência contra as mulheres, e o trabalho e o emprego, com vista ao aprofundamento da intervenção em Portugal à luz da Convenção CEDAW.  
Será igualmente feito o lançamento do kit informativo CEDAW4ALL, composto por 3 vídeos, uma brochura e as 34 recomendações gerais da CEDAW em português.
Seminário conta com a presença de Caroline Petit – Directora-adjunta do Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental (UNRIC)».


PROGRAMA



UNIVERSIDADE DE TRÁS- OS- MONTES E ALTO DOURO | Pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres






Leia aqui


«Chama-se “violentómetro” e vai ser distribuído, esta quinta-feira, aos alunos da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD). Esta iniciativa insere-se nas comemorações do Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres, que se celebra a 25 de Novembro.

Trata-se de uma “ferramenta de sensibilização que visa ajudar na detecção, alerta e denúncia de situações que afectam a liberdade e tranquilidade de mulheres e homens, que ocorrem nas relações interpessoais e que podem ser experienciados nos contextos escolares, laborais e nas relações de intimidade”, explica Ricardo Barroso, docente e investigador da UTAD». Continue a ler.
E sobre do Dia Internacional Pela Eliminação da Violência contra as Mulheres  saiba mais do Programa desenvolvido pela a UTAD: aqui. Donde:







quinta-feira, 24 de novembro de 2016

«PRINCÍPIOS DE EMPODERAMENTO DAS MULHERES»




«(...)
Estas normas internacionais iluminam a nossa aspiração comum por uma vida em que as oportunidades estejam abertas a todos e todas. Um mundo em que as pessoas possam viver livres de violência, ter amparo legal e confiar que os Estados cumpram as suas obrigações de respeitar e proteger os direitos humanos das mulheres, homens e crianças e de fornecer serviços governamentais apropriados, tais como a educação e a saúde. Essas convenções fundamentam as legislações e ajudam a moldar valores comuns, adotados por instituições de todo o mundo. As lideranças empresariais, trabalhando em parceria com os seus governos, organizações não governamentais e as Nações Unidas, procuram aplicar essas normas internacionais que garantem os direitos do indivíduo por meio das políticas e programas especialmente concebidos para esse fim. O seu compromisso corporativo, articulado na missão da empresa e divulgado em relatórios sobre políticas e práticas, é um testemunho do crescente reconhecimento da importância destes valores para os negócios e as respectivas comunidades. (...)».Da introdução.






Veja na ONU Mulheres | Brasil



LGBT | serviço de apoio para situações de violência




Leia aqui



«As pessoas LGBTI (Lésbicas, Gay, Bissexuais, Trans e Intersexo) vão ter um serviço de apoio para situações de violência, a partir de dezembro, em Lisboa e no Porto, tendo sido assinado hoje o acordo entre organizações e Governo».
Leia na integra notícia do passado dia 22.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

MARIA EUGÉNIA VARELA GOMES | Morreu aos 90 anos





Morreu Maria Eugénia Varela Gomes, a “mãe coragem” do antifascismo

Ativista durante o Estado Novo, desempenhou um papel social importante na ajuda aos mais carenciados e aos presos políticos. A ousadia valeu-lhe o epíteto de "mãe coragem". Morreu aos 90 anos. Daqui, no Observador

Do que escreveu Maria Manuela Cruzeiro sobre Maria Eugénia Varela Gomes:
«Filha de várias gerações de militares, quer por parte da mãe, quer por parte do pai, contrariando o horror à política, cultivado por tradição de família, descobriu por si própria a sua dimensão mais nobre: a preocupação com as pessoas, sobretudo as mais desfavorecidas. Por elas desceu ao inferno dos bairros mais miseráveis de Lisboa, onde os operários vendiam o próprio sangue para pagar a renda da barraca que lhes servia de casa, forçou burocracias, escancarou portas para acompanhar e apoiar doentes e famílias no hospital de Santa Maria, fez seu o quotidiano dos operários qualificados da BP em Cabo Ruivo.
Por onde passou procurou pessoas, vítimas de injustiças e flagelações iníquas, inscreveu o seu nome na PIDE, pela recusa activa e militante em ser o que a ditadura pedia a uma assistente social: «a gota de óleo na engrenagem», teceu uma rede apertada de causas e de afectos que sempre a acompanhou, mesmo quando outras vozes a chamavam para uma outra frente de combate, como aconteceu nas campanhas eleitorais de 1958, 62, 69 e 73. Contudo, nesta nova frente, mais visível e convidativa ao protagonismo pessoal, sempre deixou para outros (sempre muitos, sempre demais…) esse estatuto, porfiando no seu combate discreto mas eficaz». Continue a ler.


EXPOSIÇÃO | «Memórias da Liberdade: Arte e Direitos Humanos» | 22 NOV 2016 - 25 JAN 2017» | CENTRO CULTURAL DE BELÉM | LISBOA






«Numa altura em que os Direitos Humanos ocupam um lugar de destaque no panorama internacional, pareceu-nos oportuno discutir a temática aproveitando, ainda, o ensejo, para apresentar ao público uma coleção de arte, denominada Mémoires de la Liberté, adquirida pela Fundação Centro Cultural de Belém em 1992, e composta por obras de artistas de renome internacional que pretenderam ilustrar os trinta artigos da Declaração Universal dos Direitos do Homem». Saiba mais.



22 Novembro de 2016  a 25 de Janeiro 2017  | 11:00 às 18:00 | Galeria CCB | Entrada Livre

Exposição Mémoire de la Liberté = Memória da Liberdade: Arte e Direitos Humanos
António de Campos Rosado Curador



Sobre a Exposição:





Leia aqui





terça-feira, 22 de novembro de 2016

CLAUDIA DE CAMPOS | Congresso e Mostra | 24-25 NOV 2016 | BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL | LISBOA







C O N G R E S S O
CLÁUDIA DE CAMPOS
Cultura, Literatura, Memória e Identidades
24-25 nov 2016
BNP | Auditório/Sala Multimédia
26 nov | ida a Sines

M O S T R A

CLÁUDIA DE CAMPOS (1859-1916)

Da literatura à intervenção cívica

25 NOV 2016 | 16:30 H

BNP
até 7 JAN 2017

_______________________ 

ENTRADA LIVRE



Maria Cláudia de Campos Matos, conhecida por Cláudia de Campos, nasceu no dia 28 de janeiro de 1859, em Sines, filha de Francisco António de Campos e de Maria Augusta Palma de Campos. Teve uma educação esmerada, da qual fizeram parte as literaturas inglesa e alemã.
Casou aos 16 anos com Joaquim Ornelas e Matos e, após alguns anos de casamento, estabeleceram-se em Lisboa na avenida Duque de Loulé. A vida conjugal não foi bem-sucedida, apesar dos dois filhos do casal e, em 1888, Cláudia de Campos e Joaquim Ornelas e Matos separaram-se judicialmente. A escritora tornou-se uma mulher autónoma, e iniciou uma nova fase da sua vida.
Após a separação, a escritora publicou a sua primeira obra, a coletânea de contos Rindo (1892). Foi na última década do século XIX que se concentrou a sua produção literária e ensaística. Já Coelho Neto (1864-1934), no dealbar do século XX, em carta dirigida a Garcia Redondo (1854-1916), se lhe referia nos seguintes termos: «[…] vou escrever sobre ela um artigo na Gazeta. Não conheço outra mulher que escreva a nossa língua com mais desembaraço do que essa formosa autora. […] Li os seus livros – e neles achei encanto e amargura, mel e travo – não são escritos banais, têm observação e trabalho […]». Da mesma forma, a polaca feminista, publicista e pacifista, Maria Cheliga-Loevy (1854-1927), cedo afirma acerca da autora «[…] portuguesa, cuja pátria intelectual é a Inglaterra, escritora conscienciosa, madame Cláudia de Campos tem, sobretudo, uma inclinação especial para os trabalhos de crítica. Jornalista uma vez por outra, nos seus artigos robustos, marcados por um estilo nítido, claro e preciso, dá testemunho incontestável de um espírito bem mais solidamente equilibrado do que o possuem bastantes detratores da mulher».
O romance mais destacado, Elle (1899), retratava a vila de Sines como lugar de uma infância idílica e de uma idade adulta complexa, contra os preconceitos de uma pequena povoação. A sua vertente ensaística acerca da literatura feminina e da participação das mulheres na sociedade teve o seu expoente em Mulheres: ensaios de psicologia feminina, obra publicada em 1895. Cláudia de Campos defendia a educação como meio de emancipação da mulher, o que significa que era mais reformista do que revolucionária.
Além da literatura, teve um papel cívico relevante até se afastar da ribalta e da vida social. Em 1906 fez parte da direcção da Secção Feminista da Liga Portuguesa da Paz e foi eleita vogal do Comité Português da agremiação francesa La Paix et le Désarmement par les Femmes. Vem a falecer em 30 de dezembro de 1916, fora dos grandes holofotes. +.



«ANIMAÇÃO SOCIOCULTURAL/ Globalização, Multiculturalidade, Educação Intercultural e Intervenção comunitária»



O livro da imagem é uma Edição da INTERVENÇÃO - Associação para a Promoção e Divulgação Cultural - onde estão fixados os trabalhos produzidos no âmbito do Congresso com o mesmo titulo da publicação, realizado recentemente, de 4 a 6 de novembro passado, e de que pode saber mais aqui. E aqui




segunda-feira, 21 de novembro de 2016

VISION EUROPE SUMMIT 2016 | «A Europa, a Crise dos Refugiados» | HOJE E AMANHÃ | 21 e 22 NOV 2016 | GULBENKIAN |LISBOA



«(...) a Fundação Calouste Gulbenkian recebe a segunda edição do Vision Europe Summit: um projeto comum de 8 Fundações e Think Tanks europeus – Bertelsmann Stiftung, da Alemanha; Bruegel, da Bélgica; Fundação Calouste Gulbenkian, de Portugal; CASE – Centre for Social and Economic Research, da Polónia; Chatham House, do Reino Unido; Compagnia di San Paolo, de Itália; Jacques Delors Institute, de França; e The Finnish Innovation Fund Sitra, da Finlândia, que colaboram entre si para investigar, debater e consequentemente informar e influenciar os decisores políticos e a opinião pública sobre alguns dos mais prementes desafios de política pública que a Europa enfrenta.
Para a edição deste ano, o consórcio decidiu abordar um dos temas mais desafiantes da Europa, a Crise dos Refugiados. Assim, no Vision Europe Summit 2016 acontecerá subordinada ao título “Improving the Responses to the Migration and Refugee Crisis in Europe”. Neste encontro serão apresentados quatro policy papers escritos no âmbito do Vision Europe, resultantes de um extenso trabalho de pesquisa e investigação durante o último ano por alguns autores especializados na temática das migrações. (...)». Saiba mais.