segunda-feira, 14 de novembro de 2016
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
FILME | «Chocolate»
Sinopse
«Em plena Belle Époque, Chocolate cria uma colaboração sem precedentes com outro palhaço, Footit, e ambos conquistam as audiências da época. No entanto, o dinheiro fácil, o vício do jogo e a discriminação racial depressa afetam a sua amizade e ameaçam a carreira de Chocolate. A dramática, verídica e singular história de um homem que passou de escravo a artista excecional».
«Rafel Padilha nasceu em Cuba em 1868 e foi vendido quando ainda era criança. Anos depois ele consegue fugir e é encontrado nas docas por um palhaço que o coloca nas suas apresentações. Em seguida, Padilha passa a ser conhecido como Chocolat, tornando-se o primeiro artista cirrcense negro na França, um grande sucesso no final do século XIX». +.
CONFERÊNCIA | «Lisboa, uma Cidade Multicultural Aberta» | HOJE | 11 NOV 2016 | 16:00 H - 18:30 H | ISCTE | LISBOA
«Numa organização conjunta da Secretaria de Estado para a Cidadania e a Igualdade e da Fundação Inatel, realiza-se no próximo dia 11 de novembro entre as 16h00 e as 18h30 a conferência “Lisboa, uma Cidade Multicultural Aberta”. No evento, que terá lugar na Sala D1.07 do ISCTE-IUL, intervirão como oradores Joshua Ruah (Comunidade Judaica), Paulo Pedroso, (professor e ex-ministro do Trabalho e da Solidariedade), Manuel Lima (escritor angolano) e João Afonso (Câmara Municipal de Lisboa), numa sessão moderada por António Valdemar (Academia das Ciências de Lisboa e jornalista). A abertura estará a cargo da Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Catarina Marcelino, e do Presidente da Fundação INATEL, Francisco Madelino, enquanto que Luis Antero Reto (reitor do ISCTE-IUL) se encarregará do encerramento. Os organizadores pretendem com esta iniciativa criar um espaço de debate sobre os “mais diversos aspetos e pontos de vista da interculturalidade, em articulação com a cidadania e a inclusão da diversidade, ou seja, os grandes desafios das metrópoles atuais e do futuro, no âmbito dos objetivos 2030 do Desenvolvimento Sustentável, aprovados pela ONU”». (Destaques nossos).
e n t r a d a l i v r e
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
NO MUSEU DO PRADO | «El arte de Clara Peeters» | ATÉ 19 FEV 2017
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| No Expresso de 5 NOV 2016 |
Para se saber mais o site do Museu do Prado. De lá: «(...) Tanto la exposición como el catálogo que la acompaña suponen el estudio más actualizado hasta la fecha sobre su vida y su obra situando a Clara Peeters en el contexto cultural y artístico de Amberes y poniendo también el foco de atención en la situación de las mujeres artistas a principios de la Europa Moderna, cuando los prejuicios generalizados les cerraban muchos caminos».
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
«O dilema da maternidade»
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Na revista E do Expresso de 5 NOV 2016 |
O artigo da imagem - «O dilema da maternidade», texto de Carolina Reis e ilustração de Helder Oliveira - começa assim: «A época era de muita turbulência. Cinco anos de democracia, uma intervenção do Fundo Monetário Internacional e dois Governos de iniciativa presidencial. O país saía da penúria do fascismo com a incerteza e os desafios que as revoluções costumam trazer. No verão de 1979, uma imagem rompia com tudo o que se tinha visto até então na política portuguesa. No Palácio de Belém, uma lufada de ar fresco. Pela primeira vez uma mulher chefiava um executivo. Maria de Lurdes Pintasilgo, de vestido, destacava-se no meio de 17 homens que a partir daquele dia seriam seus ministros. A fotografia era rara, iria correr o mundo e ficar para a história.
Engenheira de profissão, católica empenhada na Defesa dos Direitos Humanos, feminista. Na altura, o Expresso descreveu-a de outra forma. "Uma força da natureza" como muitos a consideravam - solteirona, de «pelo na venta, rapidíssima a equacionar problemas e a propor-se resolvê-los", escreveu o jornal a 1 de julho, antecipando a nomeação. A responsabilidade de chefiar um Governo, ainda para mais numa época conturbada, só parecia possível para uma mulher se ela não tivesse filhos e pudesse, assim, estar concentrada nos desígnios do país. (...)». Se puder, não perca.
Não vem no artigo, mas aqui fica como complemento:
Remuneração igual para homens e mulheres estimula a economia
Da conferência a que se refere a imagem teve eco na comunicação social passagens da interveção da Christine Lagarde: «Christine Lagarde, que falava numa conferência em Washington, afirmou que assegurar salários e oportunidades económicas iguais para homens e mulheres aumenta o crescimento, promove a diversidade, reduz as desigualdades económicas no mundo e ajuda as empresas a aumentarem lucros». Leia mais. E veja mais, por exemplo, aqui.
Aproveite-se a ocasião para se voltar a divulgar o espaço que no Fundo Monetário Internacional e no Banco Mundial é dedicado à Igualdade de Género - por exemplo, neste endereço. Um outro acontecimento recente, de 5 de outubro último: Making Macroeconomics Work for Women. Do conteúdo: «Using recommendations from the High Level Panel and recent IMF research as a background, this session will explore how macroeconomic policy should be used as a tool to advance women’s economic empowerment and equality. It will look at what political leaders and international institutions such as the IMF should do differently to achieve the SDGs (and especially SDG No. 5 on gender equality), looking at the four focus areas of the UN High Level Panel: (i) eliminating legal barriers to female economic empowerment, (ii) addressing the care economy, (iii) reducing gender pay gaps, and (iv) expanding opportunities for women who work informally».
terça-feira, 8 de novembro de 2016
TEATRO|«As Criadas»|DE 10 NOV A 18 DEZ 2016|TNDMII
(montagem a partir da edição online)
«A s C r i a d a s »
De 10NOV até 18DEZ 2016
TNDMII
NO BRASIL | «Guia Rápido Para Jornalistas Sobre Trabalho Escravo»
«A Organização Não Governamental Repórter Brasil lançou em seu site um guia para jornalistas, detalhando a definição do que pode ser considerado trabalho análogo à escravidão, disponibilizando dados sobre o tema e indicando os setores produtivos que mais concentram a prática, além de uma lista de fontes do poder público e da sociedade civil». Continue a ler.
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
TRABALHAR PELA MUDANÇA | «Sem um desenvolvimento rápido, inclusivo e adaptado ao clima, as mudanças climáticas poderão resultar em mais de 100 milhões de pessoas a mais na pobreza até 2030»
Na sexta-feira passada, dia 4, o Acordo de Paris sobre mudanças climáticas entrou em vigor. «Seja parte de uma comunidade global que trabalha pela mudança. Escolha promover um mundo diferente hoje» foi a mensagem do Secretário - Geral da ONU como pode conferir no vídeo acima (legendado em português). E no seguinte (também legendado em português) o alerta:
Na mesma linha, «A mudança climática é uma prioridade urgente para a Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA), o fundo do Banco Mundial para os mais pobres.Sem um desenvolvimento rápido, inclusivo e adaptado ao clima, as mudanças climáticas poderão resultar em mais de 100 milhões de pessoas a mais na pobreza até 2030».
Saiba mais.
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
BEBIDAS AÇUCARADAS
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| Disponível aqui |
Fact Check. Taxar bebidas açucaradas melhora mesmo a saúde?
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
COP22 |«Abra seus olhos para um mundo sustentável»
A próxima conferência da ONU sobre mudança climática, COP22, será realizada na cidade de Marrakesh, Marrocos, a partir da próxima segunda-feira (7), seguindo até o dia 18 de novembro. Na sexta-feira (4), o Acordo de Paris sobre o clima entra em vigor. A propósito da conferência, o vídeo acima (legendado), e para Salaheddine Mezouar, President da COP22: «this conference is an “opportunity to make the voices of the most vulnerable countries to climate change heard, in particular African countries and island states. It is urgent to act on these issues linked to stability and security,” he declared. COP22 will be one of action».
SITE
COP 22 - aqui
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
UNICEF | «a poluição do ar é um dos principais fatores que explicam a morte de mais de 600 mil crianças de menos de cinco anos todos os anos»
A propósito do relatório, por exemplo:
Poluição atmosférica mata mais de 600 mil crianças por ano, diz Unicef
neste endereço. De lá: «(...) De acordo com o diretor-geral do Unicef, Anthony Lake, a poluição do ar é um dos principais fatores que explicam a morte de mais de 600 mil crianças de menos de cinco anos todos os anos. As partículas poluentes têm um efeito no desenvolvimento dos pulmões, mas também podem atrapalhar de maneira definitiva o cérebro, declarou o responsável do Unicef em um comunicado.(...).
Saiba mais no site da UNICEF.
Como facilmente se conclui, é URGENTE:
- «Reduce pollution;
- Increase children’s access to
healthcare;
- Minimize children’s exposure;
and
- Monitor air pollution».
«Five minutes with Laura Bates: Feminism, politics and business in the contemporary UK»
Laura Bates founded the Everyday Sexism Project website in 2012, and since then has become a key advocate for women’s rights in the UK. In an interview with editorsJennifer Thomson and Helena Vieira, Laura discussed the greater number of women in British and international politics, the problem of sexual assault on UK university campuses – and the many challenges which still lie ahead for the women’s movement and feminist activism.
«With our second ever female Prime Minister, British politics currently has a very feminised face – is there now potential for there to be better dialogue around women’s issues in our society?
I think that being able to see women in prominent political positions always brings a certain benefit with it, because of the role modelling potential of girls being able to see those people in those positions. But I don’t think that we can necessarily assume that meaningful feminist change comes just as a result of having women in those positions, because of course their politics are what really matters. I think there are still very grave concerns under Theresa May’s leadership, for example the ring-fencing of funding for frontline women’s services, the detention of refugee women. I don’t think we can automatically tick the box and say a female leader solves women’s issues. It’s also important to look at the bigger picture. Only 191 out of our 650 MPs are female, less than a third. There are more men in parliament right now than there have ever been female politicians. We’re still dramatically underrepresented amongst the people who are making the decisions that affect out lives on a daily basis. There’s a very long way to go.
So you don’t think that women lead differently from men?
I don’t think that there is an automatic gendered approach to politics any more than there is to any other job. I think it’s interesting when you see that being touted in the media, that women will bring a new, softer, kind of politics. I think that’s a false assumption. I think it’s possible that we’re socialised into believing that men behave more aggressively and women have a more conciliatory or a more cooperative style, and of course that might be true for some women but I certainly don’t think that it’s accurate to suggest that all women have a single political style any more than we would do the same for men». Leia na integra.
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E saiba sobre o «The everyday sexism project», em português:
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| Veja aqui |
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
SIMONE DE BEAUVOIR | «O Segundo Sexo»
«Mais de 50 anos volvidos sobre a sua primeira publicação, os temas que Simone de Beauvoir discute neste célebre tratado sobre a condição da mulher continuam a ser pertinentes e a manter aceso um debate clássico. Entretecendo argumentos da Biologia, da Antropologia, da Psicanálise e Filosofia, e outras áreas de saber, O Segundo Sexo revela os desequilíbrios de poder entre os sexos e a posição do «Outro» que as mulheres ocupam no mundo.
"O Segundo Sexo" é uma obra essencial do feminismo, e as suas considerações acerca dos condicionamentos sociais que levam à construção de categorias como «mulher» ou «feminino» ? e que estão na base da opressão das mulheres ? são hoje amplamente aceites». +. +.
«Plataforma Agenda 2030» | Monitorização dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)
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| Veja aqui |
«PNUD disponibiliza estatísticas para monitoramento dos objetivos globais das Nações Unidas
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) lançou a Plataforma Agenda 2030, com indicadores sociais sobre problemas visados pelos novos objetivos globais da ONU.
O
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) lançou na semana
passada a primeira versão da Plataforma Agenda 2030,
portal online com indicadores sociais associados aos Objetivos de
Desenvolvimento Sustentável (ODS).
O objetivo do site é
impulsionar o cumprimento das novas metas globais através da difusão de informações sobre problemas como pobreza, moradia
inadequada, falta de acesso a serviços de saúde e mudanças climáticas. Usuários
também podem contribuir com a base de dados.
A plataforma foi
construída com base em três eixos. O primeiro deles foi “informação” e levou o
PNUD e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), parceiro da
iniciativa, a coletarem e publicarem documentos sobre os ODS e a criarem
uma biblioteca digital e uma seção de perguntas e respostas». Leia na integra.
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| Neste endereço. |
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
EXPOSIÇÕES DE MARIA BEATRIZ | «TRABALHOS DE CASA 1960-2013» | «CALENDÁRIO» | « A sublevação do feminino na obra de uma artista portuguesa de emigração holandesa» | CASA DA CERCA | GALERIA RATTON
CASA DA CERCA | ALMADA
«Trabalho
de casa» | De Maria Beatriz
Co-produzida pela
Galeria Ratton
até 29
janeiro 2017
Reunindo mais de seis dezenas de obras de desenho, gravura, azulejaria e trabalhos sobre veludo, a exposição individual de Maria Beatriz, intitulada “Trabalho de casa” (1960-2013) traz de novo à Casa da Cerca a obra desta artista portuguesa, nascida em Lisboa em 1940 e radicada na Holanda desde 1970. Depois de uma antológica em 1998, na Casa da Cerca, esta exposição permite o reencontro com a obra desta artista, dando a ver, em quatro núcleos centrais, as suas áreas artísticas de intervenção, e revelando também alguns dos seus processos de inspiração plástica, desde as suas primeiras incursões na gravura, nos anos 60, a trabalhos mais recentes, em suportes diferentes e de inspiração diversa. A exposição resulta de uma co-podução com a Galeria Ratton, que simultaneamente apresenta no seu espaço uma outra exposição da artista Maria Beatriz, com obras recentes, intitulada “Calendário” - até 14 janeiro 2017.
Saiba mais
Ainda:
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| Recorte da Revista E/Expresso 22 outubro 2016 |
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