segunda-feira, 23 de maio de 2016

INVISÍVEIS NAS ESTATÍSTICAS



O site da Conferência neste endereço.


Entre 16-19 últimos, em Copenhaga, decorreu a conferência da imagem. Do que lá aconteceu,  esta notícia, à data:
«USD 80 milhões para recolha e tratamento de dados sobre a Mulher
O investimento é da Bill & Melinda Gates Foundation. Novo relatório do McKinsey Global Institute traz roteiro de acção e investimentos para a Igualdade de Género».
Durante a conferência de imprensa realizada ontem para a apresentação do novo relatório do McKinsey Global Institute, com um roteiro de acção e investimentos para a Igualdade de Género (IG), na conferência Women Deliver, a decorrer em Copenhaga, Dinamarca, a Bill & Melinda Foundation, pela voz da sua co-presidente, Melinda Gates, anunciou um investimento  de USD 80 milhões para a recolha e tratamento de dados sobre a Mulher, num prazo de três anos.
“São necessários dados mais confiáveis sobre a vida das mulheres, como o tempo gasto em trabalho não remunerado ou na aquicultura, por exemplo”, para acelerar os progressos, contribuindo para a informação que desenvolverá mais políticas e programas para a Mulher, explicou Melinda Gates.  Continue a ler.
Sobre o mesmo assunto o trabalho seguinte no jornal El País:

Leia aqui


sexta-feira, 20 de maio de 2016

JILL ALEXANDER ESSBAUM | «Uma Boa Mulher»



«O fascínio e a culpa de uma mulher dividida entre o amor e a luxúria. Complexo e íntimo, "Uma Boa Mulher" é a história de uma mulher que enfrenta o vazio no seu casamento e procura dar um novo sentido à sua vida. Este é um romance que explora a sensualidade e o desejo em toda a sua força libertadora e subversiva.Muito elogiado pela crítica internacional e pelos leitores, "Uma Boa Mulher" é um livro profundo e intenso sobre o casamento, a moralidade e o amor-próprio». +.

A POBREZA ESTÁ A AUMENTAR EM PAÍSES RICOS


«Pobreza não se resolve só com crescimento: é preciso emprego de qualidade, segundo OIT

com AFP
Após um período de avanços significativos na redução da pobreza, a falta de trabalho condigno está a ameaçar este progresso. No caso da União Europeia, a pobreza aumentou ligeiramente nos últimos anos , segundo um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) publicado nesta quarta-feira».

Ainda:
Daqui.


quinta-feira, 19 de maio de 2016

EIMEAR McBRIDE | «Uma Rapariga é uma coisa inacabada»



«"Uma Rapariga É Uma Coisa Inacabada", um romance breve mas intenso, dá-nos o retrato nu do relacionamento de uma jovem com o seu irmão, e da longa sombra projetada, nas suas vidas, pelo tumor cerebral de que ele padece e pela família profundamente disfuncional em que vivem.Narrado na primeira pessoa por esta rapariga sem nome, numa espécie de fluxo de consciência repleto de elipses e incoerências, que reflete o estado de quebra emocional da narradora, este é o romance de estreia de Eimear McBride, escritora irlandesa, considerada por muitos críticos a grande revelação de língua inglesa da última década. Ler este livro é mergulhar na mente da narradora, sentir a vida em bruto, tal como ela a atravessa. Nem sempre é uma experiência confortável - mas é decerto uma descoberta. «Eu acho o teu rosto o melhor que há. Quando éramos nós, éramos nós, éramos novos. Quando eras pequenino e eu uma menina. Era uma vez. Vou lembrar-te lembra-te bem. Agora. Não nessa altura. E eu ajoelho-me sobre a tua cama tranquila. Beijo a tua cara. Saio do quarto. Eu vou. Dormir. Tal como tu». +.

PREVENÇÃO E LUTA CONTRA O TRÁFICO DE SERES HUMANOS


Apesar das iniciativas da União Europeia, o tráfico de seres humanos parece estar para ficar. De acordo com alguns estudos está mesmo a crescer. Porquê?
Eu também gostaria de saber a razão. Temos mais informação e mais tecnologias disponíveis e as forças polícias estão a trabalhar em conjunto, mas penso que como em qualquer mercado também este é impulsionado pela procura. Fizemos enormes progressos há cinco anos quando criámos a diretiva sobre o tráfico de seres humanos. Mas ainda não estamos a receber os resultados e alguns Estados-Membros demoraram a implementar a legislação. Espero que este relatório dê um novo impulso à diretiva.
Falando sobre a procura, o tráfico de seres humanos é impulsionado em parte pela procura de serviços sexuais. Como podem os Estados-Membros assegurar a diminuição da procura?
Temos diferentes países a tentarem diferentes métodos com diferentes resultados, passando pelo modelo nórdico em que se penaliza o cliente ou pelo modelo holandês-alemão da legalização. Neste relatório não faço recomendações sobre nenhum dos dois. O que defendemos é que a utilização consciente de serviços de vítimas de tráfico de seres humanos deve ser punida.
A indústria do sexo é um tema que necessita de um amplo debate, não apenas no âmbito do tráfico de seres humanos. O debate é arrastado para a prostituição, mas temos que assegurar que falamos por todas as vítimas de tráfico de seres humanos.
No atual contexto da crise de refugiados e do aumento dos passadores de migrantes, por onde deve passar a nova estratégia da Comissão Europeia no combate ao tráfico de seres humanos? (...). Continue a ler.


Veja aqui

quarta-feira, 18 de maio de 2016

VICTOR J. DANILOV | «Women and Museums»



O livro da imagem é um guia de 2005, mas para quem não conhece será sempre bom saber que estas coisas existem: «Women and Museums is the first comprehensive directory of museums for, by, and about women. With useful cross-reference guides and an accessible format this unique resource provides essential information about these institutions, including interpretive themes, the historical significance of their collections, their cultural and social relevance to women, along with programming events and facility information. This volume is an important multifunctional reference for museum professionals and students, local historians, historic preservationists or anyone interested in quick and easy ways of finding information on America’s women-related museums». Saiba mais.



ESTUDO DE PÚBLICOS DE MUSEUS NACIONAIS | mulheres são assíduas






Do estudo a que se refere a imagem e de acordo com o Diário de Notícias (o destaque é nosso): «Franceses e mulheres são os mais assíduos. Escolarizados, mulheres, estrangeiros: é este o perfil do visitante de museus».
Por outro lado:«(...)A gratuitidade dos museus também é abordada: 42% não agendam a visita de forma a coincidir com a greve, mas uns expressivos 37% procuram estes dias para realizar as suas visitas. E quase 12% fazem-no a pensar nas visitas em família. "A primeira coisa a fazer é mostrar que a gratuitidade não se concentra apenas nesse dia, que há bilhetes gratuitos para várias pessoas", notou o ministro da Cultura, remetendo as recomendações ao setor para futuras e mais profundas conclusões deste estudo, que antecipam a celebração do Dia dos Museus na quarta-feira, e a noite dos museus no sábado, dia 21». Leia mais online.



DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS 2016

Ver aqui
Hoje é «O Dia Internacional dos Museus», ambiente certo para se visitar o site do «National Museum of Women in the Arts» - ver imagem acima. Ou, por exemplo,  o «National Women´s History Museum»:


Veja aqui
Mas também podiamos escolher o Museu em torno da mulher senegalesa: MUFEM -
«Un hommage à toutes les femmes. Femmes d’ici et d’ailleurs, porteuses d’histoire et animatrices de l’éducation permanente. En le réalisant, le Consortium de Communications Audiovisuelles en Afrique (C.C.A.) dirigé par Annette Mbaye d’Erneville, appuyé par un comité d’initiative composé de personnalités diverses dont des scientifiques, historiens, sociologues». +.

Mais neste endereço


Sobre «o Dia», em geral: «O Dia Internacional dos Museus, criado pelo ICOM - Conselho Internacional de Museus, pretende celebrar e dar voz aos museus e ao papel que desempenham na sociedade actual, através da escolha de um tema de reflexão a nível mundial que permita uma discussão alargada e sobre distintos pontos de vista. Este ano esse tema recai na interligação entre museus e paisagens culturais, um tema interessante que certamente será abordado de formas muito diversas pelos museus portugueses». Mais aqui.




segunda-feira, 16 de maio de 2016

17 MAIO | DIA DE LUTA CONTRA A HOMOFOBIA E A TRANSFOBIA | Workshop/ Formativo «Identidade de Género e Intersexo» | AUDITÓRIO DA PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS |10:30H


Veja o Programa aqui
                                                                                                                   (montagem)

«9.º CICLO DE MULHERES PALHAÇO»


HINO ÀS COSTUREIRAS



No jornal Expresso desta semana /Suplemento Economia/edição impressa


E disponível online: «(...) “O Hino – que retoma o poema do Padre Querubim de Sousa, de 1960, a melodia de Resende Dias, de 1961, e conta com a harmonização de Luís G. Magalhães – pretende ser mais um elemento na valorização da profissão de costureira, que tanto tem para dar ao país”, explica ao Expresso o presidente da ANIVEC e do grupo Calvelex, César Araújo. (...)». Leia na integra.







sexta-feira, 13 de maio de 2016

LUCIA BERLIN | «Manual para mulheres de limpeza»





«"Manual Para Mulheres de Limpeza" reúne o melhor da obra da lendária escritora norte-americana Lucia Berlin, comparada a escritores como Raymond Carver, Richard Yates, Marcel Proust e Chekov. Com um estilo muito próprio, Lucia Berlin faz eco da sua própria experiência - tão rica quanto turbulenta - e cria verdadeiros milagres a partir da vida de todos os dias. As suas histórias são pedaços de vidas convulsas. Histórias de mulheres como ela: mulheres que riem, choram, amam, bebem, vivem e sobrevivem. Histórias de mães e filhas, casamentos fracassados e gravidezes precoces. Histórias de emigração, riqueza e pobreza, solidão, amor e violência. Seja em salões de cabeleireiro, lavandarias, consultórios de dentistas ou colégios de freiras, nestas páginas acontece o inesperado. Testemunham-se os pequenos milagres e tragédias da vida, que Lucia Berlin trata por vezes com humor, por vezes com melancolia, mas sempre com comovente empatia e extraordinária vivacidade, como se as personagens e os lugares - extraordinariamente reais, saltassem da página». +.


«Vivemos num tempo de respostas muito fáceis, soluções de pacotilha»





Leia mais



quinta-feira, 12 de maio de 2016

APRESENTAÇÃO | «EXÍLIOS /Testemunhos de exilados e desertores na Europa (1961-1974)» | 2016 MAIO 12 | 19:00H | LISBOA




“Exílios - Testemunhos de exilados e desertores na Europa (1961-1974)” é um livro que nasceu de conversas entre amigos e antigos camaradas que pensaram ser importante dar a conhecer memórias e histórias do seu exílio. Consta, portanto, de testemunhos de exilados e desertores na Europa (1961-1974)”. São vinte e dois autores que falam de exílios, clandestinidades, nomes de guerra, disfarces, incomunicabilidades, pensamentos estanques, vidas duplas e triplas, histórias de vida. Que relatam as dificuldades, os momentos dolorosos e felizes, a festa, a revolta, a saudade de uma pátria triste e violenta. Falar da experiência do exílio nesse tempo é também falar de uma Europa de cidadãos solidários com a causa dos exilados».



TERTÚLIA | HOJE | 12 MAIO 2016 | 18:00H | «As Mulheres Escritoras» | BIBLIOTECA ANA DE CASTRO OSÓRIO | LISBOA


quarta-feira, 11 de maio de 2016

«Como é que se ensina Direitos Humanos?»




Leia a entrevista na integra no OBSERVADOR

(Montagem)

«Estratégia de Educação para a Cidadania»

Ler na integra aqui

Ao lermos o diploma da imagem veio-nos à memória as frentes de trabalho  recomendadas internacionalmente, bem como o que se designa por boas práticas,  relativamente ao papel da arte e da cultura na educação, e em particular na esfera da cidadania.  Por exemplo, faz sentido trazer para aqui a forma como no Arts Council o assunto é equacionado. Desde logo:


«Because art and culture open our minds and stir our hearts 

Because art and culture inspire our children so they can flourish»




E mais em concreto:

Veja aqui




Ainda, de lá: «The Arts Council works with Department for Education, Department for Culture, Media and Sport, funded organisations and artists, schools, cultural partners, broadcasters, local authorities, Higher and Further Education institutions and other partners to ensure the provision of excellent art, museums and libraries for all children and young people. 
Since 2012, the Department for Education and the Arts Council have invested £267 million in a range of music and cultural education programmes. The largest investment has been made by the Department for Education for Music Education Hubs (£245 million over four financial years). Explore these pages to find out more about the other programmes we support.
The Arts Council also invests public funds in a national portfolio of 663 arts organisations and 21 Major Partner Museums, with the vast majority of them committed to work with children and young people».

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Em suma, talvez na educação para a cidadania não se possa esquecer a «força das ARTES», em particular das designadas Artes do Espectáculo. 



terça-feira, 10 de maio de 2016

D. MARIA I


«BEM COMUM»



«Hay algo que funciona más allá del capitalismo y del comunismo La economía del bien común, el modelo económico alternativo de Christian Felber, ha despertado un enorme interés en todo el mundo. Prueba de ello es que en menos de un año, centenares de ciudadanos, políticos, asociaciones y empresas se han unido a esta iniciativa y no parece que esto vaya a acabar aquí. Esta teoría está basada, al igual que una economía de mercado, en empresas privadas e iniciativa individual. Sin embargo, la diferencia con los modelos anteriores estriba en que las empresas no se esfuerzan por competir entre ellas para obtener más beneficio económico, sino que cooperan para conseguir el mayor bien común para la sociedad en su conjunto. En este revolucionario libro, bestseller en Austria y Alemania, se explican detalladamente los principales valores sobre los que se asienta el modelo auspiciado por Felber: dignidad humana, solidaridad, sostenibilidad ecológica, justicia social y democracia. ¿El objetivo? Poner freno a la desigualdad social, a la destrucción medioambiental y la pérdida de sentido y democracia que reina en nuestros días. ¿Te apuntas al cambio?». Tirado daqui.

O autor participa hoje na conferência a que nos referimos em post anterior:

Os Direitos Humanos e os desafios do século XXI


Dignidade, direitos humanos e sustentabilidade. Criando uma economia para o Bem Comum – Christian Felber (Ativista politico; autor de Economy for the Common Good; professor universitário). Saiba mais.

E a propósito um artigo de opinião de Frei Bento Domingues de 2013:



Disponível aqui.


Ainda, no The Guardian:  Can we create an 'Economy for the Common Good'?

segunda-feira, 9 de maio de 2016

NO DIA DA EUROPA | «Rede Europeia Anti-Pobreza»


Leia aqui


«Na conferência de abertura do Encontro Nacional, em Santarém, destinado a celebrar os 25 anos da Rede Europeia Anti-Pobreza, Carlos Farinha Rodrigues promete demonstrar que, ao contrário do que muitos afirmam, a classe média não foi a mais penalizada no período de ajustamento económico e o que a crise não poupou os "mais pobres dos mais pobres".
O professor do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) diz que os mais pobres foram de longe os que mais sofreram entre 2009 e 2013, "O rendimento dos 10% mais ricos desceu 8%. Quando analisámos a quebra do rendimento dos 10% mais pobres verificámos que desceu 24%" no período entre 2009 e 2013.
Apesar de não ter havido cortes nos salários mais baixos, Carlos Farinha Rodrigues justifica a quebra de rendimentos dos mais pobres com a redução das prestações sociais». Continue a ler na TSF.




PÉTER GÁRDOS | «Carta à mulher do meu futuro»


«Em Julho de 1945, depois de sobreviver ao campo de concentração de Bergen-Belsen, Miklós, um jovem húngaro de vinte e cinco anos, é enviado para um campo de refugiados na Suécia. Pele e osso, desdentado, doente, o médico dá-lhe poucos meses de vida. Mas morrer depois de sobreviver a uma guerra não está nos planos de Miklós.Ele não se sente sozinho. Sabe que há 117 mulheres da sua terra a viver em campos de refugiados na Suécia. Ignorando a sentença de morte da febre que o atormenta todas as manhãs, envia uma carta a cada uma delas. Alguma haverá de sucumbir à sua veia poética e sedutora caligrafia.A centena de quilómetros, Lili responde. Assim começa uma história de amor redentora e inesquecível entre dois sobreviventes que eram também sonhadores.Baseada na história real dos pais do autor e narrada a partir das cartas trocadas entre os dois, o romance de Péter Gárdos relembra-nos que o amor é uma força de vida, capaz de vencer a própria morte». Ver aqui, na wook.

E um excerto da entrevista que o autor deu à revista E do semanário Expresso desta semana:




sexta-feira, 6 de maio de 2016

CONFERÊNCIA | «Os Direitos Humanos e os desafios do Século XXI / Globalizar a dignidade» | 2016 MAIO 9/10 | GULBENKIAN



A 9 e 10 de maio, realiza-se na Fundação Gulbenkian a conferência Os Direitos Humanos e os desafios do século XXI. Globalizar a Dignidade. Comissariada por Viriato Soromenho-Marques, esta conferência é organizada pela Fundação Gulbenkian, pelo Robert F. Kennedy Center for Human Rights e pelas embaixadas da Áustria e dos Estados Unidos da América.
Num mundo marcado ainda por muitos desafios e vulnerabilidades, esta conferência pretende discutir questões relacionadas com os direitos civis e políticos, os direitos económicos e sociais, mas também os direitos individuais e de identidade.
Em Lisboa, a marcar a abertura da conferência no final da tarde do dia 9, ao lado do presidente da Fundação Gulbenkian, Artur Santos Silva, estará Kerry Kennedy, escritora e ativista dos direitos humanos, presidente do Centro para os Direitos Humanos com o nome do seu pai, Robert F. Kennedy. Senador e procurador-geral dos EUA, Bob Kennedy foi assassinado cinco anos depois do presidente, e seu irmão, John F. Kennedy. Após a sessão de abertura, a companhia de teatro Bonifrates levará à cena a peça de Ariel Dorfman Speak truth to power, adaptada pela companhia para a língua portuguesa e já representada em inúmeros países.
O segundo dia da conferência contará com a participação de vários oradores nacionais e estrangeiros, divididos por quatro painéis em que serão discutidos os principais temas relacionados com os direitos civis, sociais e individuais, bem como os desafios que o atual século comporta em termos de educação para os direitos humanos. A conferência terminará com as intervenções de Kerry Kennedy e de Viriato Soromenho-Marques. SAIBA MAIS.

ENTRADA LIVRE
E PODE ACOMPANHAR POR LIVESTREAM 

FERNANDO CORREIA | «O Homem que não tinha Idade»





«Um grande romance de Fernando Correia. O romance em que o autor revela o mais íntimo e pessoal de si mesmo. Pode um romance ser um grito de alerta? "O Homem Que Não Tinha Idade" é um grito de revolta e um grito de amor. Este é o romance que todos os pais e todos os filhos, todos os avós e todos os netos têm de ler. João, o herói deste livro, pode ser velho e pode ser viúvo. Mas João não quer ser abandonado num depósito de trapos e sombras. João quer ter direito a uma vida livre, quer ter direito a amar e ser amado, quer fazer coisas e ser útil com as próprias mãos». +.

Ainda: sobre o livro leia aqui, na Bola,  de Manuel Sérgio.




SEMINÁRIO | «Mulheres, Inovação e Competitividade» | 2016 MAIO 20 | FIL | PARQUE DAS NAÇÕES | LISBOA




«A Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), promove, em parceria com o Grupo de Trabalho de Empreendedorismo Responsável da REDE RSO PT, o Seminário «Mulheres, Inovação e Competitividade», uma iniciativa inserida no programa «Portugal Economia Social», com o alto patrocínio do Presidente da República». Saiba mais.


quinta-feira, 5 de maio de 2016

«Para todos os que passam fome e não têm onde reclinar a cabeça»


Leia aqui, na Pastoral da Cultura

(Montagem)

UNICEF | #EuSouSofia | «SOFIA É O ROSTO DE TODAS AS CRIANÇAS QUE NINGUÉM VÊ»







UNICEF lança campanha ‘Eu Sou Sofia’ em apoio às crianças que vivem em áreas de conflito
Objetivo é dar visibilidade à situação dessas crianças e arrecadar doações para ajudar a salvar a vida desses meninos e meninas e de outros milhões de crianças vulneráveis.

Personagem foi criada pelos animadores de 3D de filmes como ‘Planeta dos Macacos’ e ‘Avatar’ a partir de 500 imagens de crianças reais de países que enfrentam situações de emergência, como Sudão do Sul, Haiti, Somália, Ucrânia, Níger e Iêmen. Continue a ler.






segunda-feira, 2 de maio de 2016

ANA SARAGOÇA | Quando fores mãe, vais ver /e outras Pérolas do Folclore Materno»



«Criar filhos exige doses gigantescas de paciência, estoicismo, resistência e imaginação. Ao cabo de milénios desempenhando primordialmente esse papel, as mulheres de todo o mundo acabaram por desenvolver um léxico quase comum, um glossário de frases feitas que todas ouviram às mães, e todas juraram que nunca repetiriam aos filhos - com os resultados que se conhecem. O vocabulário das mães é verdadeiramente um colar, mas não de pérolas. É mais daqueles a que se vão acrescentando penduricalhos ao longo da vida, sem nunca retirar nenhum. O folclore materno tem frases certeiras em todas as áreas e para todas as fases de crescimento dos filhos: infância, adolescência e idade adulta - embora, para as mães, o conceito de idade adulta nos filhos seja altamente discutível. E, claro, com a chegada dos netos, nunca perdem uma oportunidade de nos inundar de novo com a sua imensa sabedoria...». Mais. Veja sobre o livro aqui.


PROGRAMA «BELÉM DE DIREITOS» | Brasil






A notícia chegou-nos através da Newsletter da UCCLA,  e aqui estamos a partilhá-la: 

Programa “Belém de Direitos”
Foi criado pela Prefeitura de Belém (Membro Associado da UCCLA), no Brasil, o programa “Belém de Direitos” de defesa da igualdade de direitos.
 A previsão é que o programa seja formado por uma equipa técnica e multidisciplinar, de advogados, psicólogos, assistentes sociais e nutricionistas, e com um âmbito de ação bastante vasto. O programa pretende fortalecer o combate à exclusão e ao preconceito social; combater os altos índices de violência contra a população LGBT; combater o impedimento do exercício de cidadania plena, respeitando a diversidade e a livre expressão da orientação sexual e identidade género e o combate à violência física e psicológica no meio escolar.

 Para Felícia Fiúza Nunes, da Defensoria Pública do Estado, referindo-se à minoria LGBT, “é importante que a prefeitura fomente e fortaleça esses direitos, promovendo a valorização dessas pessoas e a compreensão de que o poder público não está de costas para elas”. Saiba mais.