segunda-feira, 18 de abril de 2016

FILME | «A Espera»







«Um diálogo íntimo entre duas mulheres que aprendem a conhecer-se partilhando a mesma ausência. Com Juliette Binoche como protagonista.

Sinopse: Entre os grandes salões de uma antiga vila marcada pela passagem do tempo, Anna (Juliette Binoche), uma mulher sofrida, transcorre os seus dias em solidão. 
O campo siciliano, áspero e belíssimo, rodeia a casa e a ilha, enquanto a névoa sobe lentamente pelas saias do vulcão Etna, impedindo ao olhar de se perder ao longe. De repente, chega Jeanne, uma jovem mulher que diz ser a namorada de Giuseppe, o filho de Anna.
Ele convidou-a para ir à Sicília passar alguns dias de férias. Anna não sabia da existência de Jeanne e Giuseppe não está, mas as coisas dele estão no seu quarto. Ele vai voltar daqui a pouco tempo, diz Anna, sem conseguir revelar uma verdade para ela impronunciável. 
Os dias passam e as duas mulheres lentamente aprendem a conhecer-se. Filme apresentado em competição no Festival de Veneza».






Sobre o filme, da crítica de Jorge Leitão Ramos, no Expresso: 





RELATÓRIO | «We Start / Mapping Women´s Social Entrepreneurship in Europe»





E para se saber mais sobre o projeto «WE start»: neste endereço.



sexta-feira, 15 de abril de 2016

OLÁ CRIANÇAS ! OLÁ JOVENS ! TALVEZ LHES INTERESSE (71) | Programa de Aperfeiçoamento para Jovens Músicos / «allegro con brio» | CANDIDATURAS ATÉ 22 ABRIL 2016






Estão abertas até 22 de abril as candidaturas para "Allegro Con Brio", um Programa de Aperfeiçoamento para Jovens Músicos portugueses concebido pela Direção-Geral das Artes, com o objetivo de facilitar e apoiar a integração dos jovens músicos no mercado laboral.Saiba mais.



SOBRE AS MULHERES NA CIÊNCIA COM 2030 NO HORIZONTE


Relatório disponível aqui.
(Montagem)

Sobre a problemática sublinhada na imagem, ou seja,  a propósito das mulheres na ciência, um artigo  da ONU Brasil que recuperamos  porque o «Dia Internacional das Mulheres e Meninas da Ciência» tem que ser todos os dias:


«UNESCO: Mulheres são apenas 28% das pesquisadoras em todo o mundo»



donde:
«Com o objetivo de promover a igualdade de gênero nas esferas da produção de conhecimento e alertar para exclusões contra o público feminino, a ONU celebrou, pela primeira vez, nesta quinta-feira (11), o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência. A instituição da data foi comemorada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Em relatório recente, a agência da ONU revelou que, no mundo, as mulheres representam apenas 28% do conjunto de pesquisadores. O índice se torna menor conforme é avaliada a participação desse público em posições hierárquicas mais elevadas e atreladas à tomada de decisões. As mulheres também teriam menos acesso a financiamento, redes e cargos de destaque, conjuntura que as coloca em desvantagem para a publicação científica de alto impacto. Continue a ler.
Para mais informação, por exemplo:


Veja aqui
  
Neste Endereço 

Veja mais.


.
.    .

E terminemos este post com as palavras da Diretora-Geral da UNESCO:


«o acesso do público feminino à Ciência, Tecnologia, Engenharias e Matemáticas “não pode ser vislumbrado quando mulheres e meninas continuam sendo a maioria das crianças fora da escola e dos jovens e adultos analfabetos. Esse abismo apenas lança sociedades inteiras na penumbra, uma vez que nenhum país pode avançar com apenas metade de sua criatividade, de sua energia e de seus sonhos”»Tirado daqui, isto é, do artigo da ONU Brasil acima referido.





quinta-feira, 14 de abril de 2016

«Mulheres. Ciganas. Universitárias»






No semanário Expresso
de 2ABRIL2016 





IRIS BOHNET | «What Works / Gender Equality by Design»





Ao vermos a Agenda dos EVENTOS  de abril- junho da LSE, uma constatação: as questões da igualdade, nomeadamente de género, são parte da programação. A iniciativa de hoje, na imagem, levou-nos ao livro de Iris Bohnet cujo titulo é o da palestra:



«Gender equality is a moral and a business imperative. But unconscious bias holds us back, and de-biasing people’s minds has proven to be difficult and expensive. Diversity training programs have had limited success, and individual effort alone often invites backlash. Behavioral design offers a new solution. By de-biasing organizations instead of individuals, we can make smart changes that have big impacts. Presenting research-based solutions, Iris Bohnet hands us the tools we need to move the needle in classrooms and boardrooms, in hiring and promotion, benefiting businesses, governments, and the lives of millions.
What Works is built on new insights into the human mind. It draws on data collected by companies, universities, and governments in Australia, India, Norway, the United Kingdom, the United States, Zambia, and other countries, often in randomized controlled trials. It points out dozens of evidence-based interventions that could be adopted right now and demonstrates how research is addressing gender bias, improving lives and performance. What Works shows what more can be done—often at shockingly low cost and surprisingly high speed». E existe vídeo:




terça-feira, 12 de abril de 2016

OLÁ CRIANÇAS ! OLÁ JOVENS ! TALVEZ LHES INTERESSE (70) | Concurso de ideias sobre eliminação da violência contra as mulheres| ATÉ 31 MAIO 2016


(Montagem)





Anarchicks | «We Claim The Right»






«(...)
Apesar de toda a sua história de luta contra a discriminação, a desigualdade e o poder instalado, o punk sempre foi um meio onde o machismo garantia um lugar reservado tanto em cima do palco como à sua frente. Mesmo mulheres como Siouxsie Sioux, Chrissie Hynde ou Lydia Lunch, todas elas nascidas no e do punk, eram vistas por muitos como símbolos sexuais em primeiro lugar e como artistas em segundo. O sexismo só começou a ser fortemente abalado nos anos 90, com o surgimento do movimento riot grrrl, casa para bandas como Bikini Kill ou Sleater-Kinney, que se atiraram à rispidez e à economia dos três acordes, bem como à ideologia do-it-yourself, e os aliaram a uma dose gigante de consciência feminista de modo a combater o sexismo que grassava nesses tempos. É aí que se inspiram as Anarchicks, quarteto que tem a particularidade de ser composto por quatro mulheres.
Mas, lá está, isto não é ou não deveria ser particularidade alguma digna de registo. Por oposição a serem uma «banda feminina», as Anarchicks insistem que façamos todos a correção devida à sintaxe e nos passemos a referir a elas como «a banda», simplesmente «a banda». E, convenhamos, a primeira expressão é redutora; há na sua música uma forte influência riot grrrl, naturalmente, mas Helena Andrade, baixista do grupo, é perentória: «sou suspeita, mas gosto muito da música que faço. E se fosse feita por gajos ia gostar na mesma!». Assinale-se a coerência: não é «rock no feminino», é só «rock». E nós gostamos.

 (...)
UMA QUESTÃO DE GÉNERO
Tal problema só se resolverá, naturalmente, quando cada vez mais mulheres se chegarem à frente e decidirem combater o estado de coisas. E as Anarchicks decidiram fazê-lo no final do verão de 2011. Começaram por ser apenas duas Helena e a ex-vocalista, Priscila Devesa, passaram a trio com a entrada da baterista Catarina Henriques e, finalmente, tornaram-se numa «relação a quatro» quando a estas se juntou a guitarrista Ana Moreira, tendo entretanto encontrado nova voz pela garganta de Marta Lefay. (...).





segunda-feira, 11 de abril de 2016

JAVIER CERCAS | «As Leis da Fronteira»


«Vencedor Prémio Literário Casino da Póvoa 2016 Uma impetuosa história de amor e desamor, de enganos e violência, de lealdades e traições, de enigmas por resolver e de vinganças inesperadas. No verão de 1978, com Espanha a sair ainda do franquismo e sem ter entrado definitivamente na democracia, quando as fronteiras sociais e morais parecem mais porosas do que nunca, um adolescente chamado Ignacio Cañas conhece por acaso Zarco e Tere, dois delinquentes da sua idade, e esse encontro mudará para sempre a sua vida. Trinta anos mais tarde, um escritor recebe o encargo de escrever um livro sobre Zarco, transformado nessa altura num mito da delinquência juvenil da Transição. O que acaba por encontrar não é a verdade concreta de Zarco, mas uma verdade imprevista e universal, que nos diz respeito a todos. Assim, através de um relato que não dá um instante de trégua, escondendo a sua extraordinária complexidade sob uma superfície transparente, o romance transforma-se numa pesquisa apaixonada sobre os limites da nossa liberdade, sobre as motivações impenetráveis dos nossos actos e sobre a natureza inapreensível da verdade. Confirma também Javier Cercas como uma das figuras indispensáveis da narrativa europeia contemporânea». +.

Na altura da atribuição do Prémio Casino da Póvoa pôde ler-se: 

Javier Cercas vence Correntes d’Escritas 
O prémio Casino da Póvoa, no valor de 20 mil euros, foi atribuído ontem, na 17.ª edição do festival Correntes d’Escritas, ao romancista espanhol Javier Cercas pelo seu romance As Leis da Fronteira, publicado em Portugal pela Assírio & Alvim. O júri, composto por Carlos Vaz Marques, Helena Vasconcelos, Isabel Pires de Lima, João Rios e José Manuel Fajardo, justifi cou a escolha, decidida por maioria, com “a atenção” que o autor presta “às grandes questões da sociedade contemporânea”, como a “inclusão e exclusão social”, a “demarcação de espaços de fronteira” ou “a experiência das margens e da conflitualidade”. A acta do júri sublinha ainda a “construção narrativa atenta à polifonia de vozes e aos seus modos distintos de convocação da memória”, neste romance, originalmente publicado em 2012, que aborda a Espanha dos primeiros anos de democracia.  (...)». Continue a ler no jornal Público.




BRUCE SPRINGSTEEN | Cancela concerto em protesto contra lei discriminatória









Bruce Springsteen cancela concerto em protesto contra lei discriminatória dos transexuais


Numa mensagem publicada no Facebook, o cantor explica que decidiu cancelar o espectáculo agendado para este domingo na Carolina do Norte por discordar da nova lei estadual que regula a utilização de quartos-de-banho públicos por transexuais.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

ESPECIALISTAS EM GÉNERO | ONU seleciona para formação de banco de consultoras e consultores | ATÉ 24 ABRIL 2016




Saiba mais




«IGUALDADE DE GÉNERO NAS EMPRESAS»




Disponível aqui.


A brochura da imagem foi produzida no âmbito do Projeto com a mesma designação cuja Conferência de Encerramento teve lugar no dia 5 do mês  em curso. Saibamos mais: 


« A Conferência de Encerramento do nosso Projeto “Igualdade de Género nas Empresas – Break-Even” terá lugar no dia 5 de abril, no Auditório da Caixa Geral de Depósitos, no Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), da Universidade de Lisboa.
O Projeto teve início em 2014, contando com a coordenação do ISEG, em parceria com o CESIS (Centro de Estudos para a Intervenção Social), o CIEG (Centro Interdisciplinar de Estudos de Género do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, ISCSP), e o Centro de Investigação em Género (Centre for Gender Research) da Universidade de Oslo.
Tem como grande objetivo apoiar a promoção da Igualdade de Género em sete Empresas-Âncora: 
APL – Administração do Porto de Lisboa, S.A., CTT – Correios de Portugal, Grupo Dorisol, Grupo Pestana (Pestana Management – Serviços de Gestão, S.A.), INCM – Imprensa Nacional-Casa da Moeda, S.A, Lisgráfica – Impressão e Artes Gráficas, S.A., e L’Oréal Portugal.
O Projeto é cofinanciado pelo 
EEA Grants, Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu 2009-2014, sendo a CIG – Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género - a entidade operadora de Programa.
Pretende-se com esta Conferência apresentar os principais resultados, dar a conhecer a metodologia de intervenção, os instrumentos desenvolvidos e os testemunhos das administrações e das pessoas intervenientes (equipa de investigação e elementos das 
task forces das empresas)». +.



quinta-feira, 7 de abril de 2016

IMPACTO SOCIAL 2016 | «Ideias com Resultados» | 2016 ABR 12 | 16:00H | ATMOSFERA M | LISBOA



ANGELA Y. DAVIS | «Democracia de la abolición / Prisiones, racismo y violencia»





«Durante las últimas décadas, el trabajo intelectual y la actividad política de Angela Davis se han centrado en lo que ella denomina el «abolicionismo de la prisión». Este comprende una triple abolición: la abolición de la pena de muerte; la abolición del complejo industrial-penitenciario, que debe también incluir la abolición de sus componentes militares, como la tortura y el terror, y la abolición de todos los rastros y herencias de la esclavitud que han sido mantenidos y renovados por la pena capital y el sistema de prisiones en Estados Unidos, en especial con la implantación de las prisiones de máxima seguridad.
La investigación histórica y sociológica emprendida por Davis muestra que la abolición de la esclavitud y de su legado permanecerá inacabada mientras el castigo racial siga siendo una condición definidora del espacio público. Su riguroso análisis explica cómo la raza, el género y la clase han pasado a integrar una tecnología política de los cuerpos. El sistema carcelario se convierte, de este modo, en un dispositivo biopolítico que naturaliza la democracia racial vigente en Estados Unidos.
En la extensa conversación con Eduardo Mendieta incluida también en este libro, Davis pasa revista a su formación filosófica, su compromiso político, su propio encarcelamiento y la posterior campaña en favor de su liberación. Evoca además las principales figuras del pensamiento político afroamericano (como Frederick Douglass y W. E. B. DuBois) que han influido en ella y comenta las revelaciones sobre las torturas en Abu Ghraib y los campos de detención en Guantánamo». Mais aqui.

A propósito, sobre Angela Davis:

quarta-feira, 6 de abril de 2016

CARTA PORTUGUESA PARA A DIVERSIDADE | Reconhecimento, respeito e valorização das diferenças




Continue a ler aqui.


Mais:  «A Carta para a Diversidadeiniciativa da União Europeia, é um dos instrumentos voluntários criados com o objetivo de encorajar os empregadores a implementar e desenvolver políticas e práticas internas de promoção da diversidade.
Uma Carta para a Diversidade consiste num documento curto assinado de forma voluntária por empregadores de vários setores (público, privado com e sem fins lucrativos). Ela descreve medidas concretas que podem ser tomadas para promover a diversidade e a igualdade de oportunidades no trabalho independentemente da raça, origem étnica e social, orientação sexual, género, idade, caraterísticas físicas, estilo pessoal e religião». Saiba mais.

CAMILO CASTELO BRANCO | «O Que Fazem Mulheres»




«Escrito como paródia aos folhetins românticos, O Que Fazem Mulheres começa com um diálogo entre mãe e filha: a primei­ra tenta convencer a segunda a casar-se por dinheiro e não por amor.
Esta é a história de Ludovina, uma jovem bela, de origem fidalga, mas sem dote que lhe possa arranjar marido. Sem intenções sérias, namora-a Ricardo de Sá, ambíguo «homem fatal», que dela diz esta frase desonrosa: «Lisonjeia um aman­te, mas não pode satisfazer as complicadas necessidades dum marido.» E há outro homem, João José Dias, regressado do Brasil, muito rico, muito velho, muito gordo.
Esta é, afinal, a história em que o fortuito arremesso de um charuto desencadeia excessos emocionais, nos quais en­contraremos, como Camilo anuncia, «bacamartes e pistolas, lágrimas e sangue, gemidos e berros, anjos e demónios».
Publicado em 1858, O Que Fazem Mulheres é um «romance fi­losófico», no sentido em que dele se podem retirar lições, por meio de máximas que exprimem uma filosofia da vida ou que proclamam ideias gerais sobre os dramas e os sentimentos do ser humano». +.


terça-feira, 5 de abril de 2016

MULHERES EM DESTAQUE | Cristina Reis | RECEBEU O PRÉMIO DA CRITICA 2015





O Prémio foi entregue no passado dia 2 no Teatro Nacional D. Maria II. Aquando do anúncio da decisão do júri escreveu-se:
 «O Prémio da Crítica 2015 distinguiu a cenógrafa Cristina Reis, da Cornucópia, “pela arquitectura de cena que criou para o espectáculo Hamlet", anunciou este sábado a Associação Portuguesa de Críticos de Teatro. 
O júri, constituído por Emília Costa, Gonçalo Frota, Helena Simões, João Carneiro e Maria Helena Serôdio, decidiu ainda atribuir três menções especiais e uma distinção particular ao Teatro Experimental de Cascais, que celebra 50 anos, e ao seu director, Carlos Avilez.
O comunicado do júri sublinha “a admirável arquitectura de cena” que Cristina Reis concebeu para Hamlet, uma co-produção do Teatro da Cornucópia e da Companhia de Teatro de Almada. “Ainda que integrando-se no projecto criativo do encenador Luís Miguel Cintra, destacou-se não apenas pela expressiva configuração em palco do universo concentracionário, que a peça sugere, mas também pela plasticidade e valor icónico dos elementos cénicos que convocou”, argumenta o júri». Continue a ler.



AINDA É NOTICIA, AINDA SE REPARA


Leia aqui.



Uma colega do MC e leitora do Em Cada Rosto Igualdade chamou a atenção para a noticia da imagem. Uma passagem do artigo:
«As eleições do dia 10 de abril estão sendo disputadas por muitos candidatos de vários partidos, mas somente duas mulheres têm chance de ir para o segundo turno: Verónika Mendoza e Keyko Fujimori, uma antípoda da outra».


segunda-feira, 4 de abril de 2016

UMA FORMA DIFERENTE DE VIAJAR | «Focus on Women»



Veja aqui

«Nos apasiona viajar

Nuestra pasión es viajar y enseñarte lo que los turistas no ven, lo auténtico. Queremos que seas la protagonista de tu viaje, enseñándote los rincones poco transitados, los lugares con encanto, en un viaje para mujeres personalizado y pensado solo para tí. Un viaje no son solo fotos de visitas culturales sino las personas que te cruzas en tu camino viajero. Personas cuyo recuerdo prevalecerá durante mucho tiempo.
Queremos que no solo conozcas el Patrimonio Histórico de los destinos, queremos que lo descubras a través de encuentros con las mujeres más inspiradoras e interesantes de ese país, mujeres que no están en un circuito turístico, mujeres que te marcarán. ¿Te das cuenta de a experiencia de lujo que supone conocer a las mujeres más inspiradores de los países?
Te invitamos a unirte a los viajes de Focus On Women para conocer el mundo a través de sus mujeres, mujeres excepcionales que compartirán su cultura, su vida y su corazón contigo. Todo un lujo que hacen de cada viaje una experiencia auténtica». Continue a ler.

                                                                       

Sobre este projeto o post 

Otro turismo con ojos de mujer .



sexta-feira, 1 de abril de 2016

AÇÃO DE FORMAÇÃO | «Violência Doméstica: prevenção»




RAINHA SANTA | «Isabel de Aragão conseguiu criar para si própria uma imagem de piedade e de poder» | EXPOSIÇÃO NO MUSEU DE ARTE ANTIGA ANALISA O TESOURO DA RAINHA

Santa Isabel de PortugalFrancisco de Zurbarán,
c. 1635 (Museu do Prado)


«Conhecida como Rainha Santa, Isabel de Aragão conseguiu criar para si própria uma eficaz imagem de piedade e de poder. A aura desta rainha, culta, virtuosa, sagrada, perdurou no tempo e poderá explicar a preservação patrimonial de um raro conjunto de peças conhecido como «Tesouro da Rainha Santa». É a importância destas obras de ourivesaria, no contexto nacional e internacional, que esta exposição procura analisar. Duas pinturas excecionais — uma da oficina de Quentin Metsys, cedida pela Gemäldegalerie, Berlim, e outra de Francisco de Zurbarán, vinda do Museo del Prado, Madrid — ilustram o processo de beatificação (1516) e de canonização (1625) da mítica rainha do Milagre das Rosas». Saiba mais.



Entretanto, pode saber-se mais no site do Museu Machado de Castro: aqui.

OLÁ CRIANÇAS ! OLÁ JOVENS ! TALVEZ LHES INTERESSE (69) | Teatro para a infância e oficinas | NO TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE | ALMADA

Leia aqui, na pag.12

Para saber sobre o ano inteiro
 veja a TEMPORADA 2016  neste endereço. 
E para as Oficinas aqui.
Sobre a Programação o Diretor artístico
do TMJB,  Rodrigo Francisco, 
 escreveu o seguinte: