sexta-feira, 6 de maio de 2016

CONFERÊNCIA | «Os Direitos Humanos e os desafios do Século XXI / Globalizar a dignidade» | 2016 MAIO 9/10 | GULBENKIAN



A 9 e 10 de maio, realiza-se na Fundação Gulbenkian a conferência Os Direitos Humanos e os desafios do século XXI. Globalizar a Dignidade. Comissariada por Viriato Soromenho-Marques, esta conferência é organizada pela Fundação Gulbenkian, pelo Robert F. Kennedy Center for Human Rights e pelas embaixadas da Áustria e dos Estados Unidos da América.
Num mundo marcado ainda por muitos desafios e vulnerabilidades, esta conferência pretende discutir questões relacionadas com os direitos civis e políticos, os direitos económicos e sociais, mas também os direitos individuais e de identidade.
Em Lisboa, a marcar a abertura da conferência no final da tarde do dia 9, ao lado do presidente da Fundação Gulbenkian, Artur Santos Silva, estará Kerry Kennedy, escritora e ativista dos direitos humanos, presidente do Centro para os Direitos Humanos com o nome do seu pai, Robert F. Kennedy. Senador e procurador-geral dos EUA, Bob Kennedy foi assassinado cinco anos depois do presidente, e seu irmão, John F. Kennedy. Após a sessão de abertura, a companhia de teatro Bonifrates levará à cena a peça de Ariel Dorfman Speak truth to power, adaptada pela companhia para a língua portuguesa e já representada em inúmeros países.
O segundo dia da conferência contará com a participação de vários oradores nacionais e estrangeiros, divididos por quatro painéis em que serão discutidos os principais temas relacionados com os direitos civis, sociais e individuais, bem como os desafios que o atual século comporta em termos de educação para os direitos humanos. A conferência terminará com as intervenções de Kerry Kennedy e de Viriato Soromenho-Marques. SAIBA MAIS.

ENTRADA LIVRE
E PODE ACOMPANHAR POR LIVESTREAM 

FERNANDO CORREIA | «O Homem que não tinha Idade»





«Um grande romance de Fernando Correia. O romance em que o autor revela o mais íntimo e pessoal de si mesmo. Pode um romance ser um grito de alerta? "O Homem Que Não Tinha Idade" é um grito de revolta e um grito de amor. Este é o romance que todos os pais e todos os filhos, todos os avós e todos os netos têm de ler. João, o herói deste livro, pode ser velho e pode ser viúvo. Mas João não quer ser abandonado num depósito de trapos e sombras. João quer ter direito a uma vida livre, quer ter direito a amar e ser amado, quer fazer coisas e ser útil com as próprias mãos». +.

Ainda: sobre o livro leia aqui, na Bola,  de Manuel Sérgio.




SEMINÁRIO | «Mulheres, Inovação e Competitividade» | 2016 MAIO 20 | FIL | PARQUE DAS NAÇÕES | LISBOA




«A Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), promove, em parceria com o Grupo de Trabalho de Empreendedorismo Responsável da REDE RSO PT, o Seminário «Mulheres, Inovação e Competitividade», uma iniciativa inserida no programa «Portugal Economia Social», com o alto patrocínio do Presidente da República». Saiba mais.


quinta-feira, 5 de maio de 2016

«Para todos os que passam fome e não têm onde reclinar a cabeça»


Leia aqui, na Pastoral da Cultura

(Montagem)

UNICEF | #EuSouSofia | «SOFIA É O ROSTO DE TODAS AS CRIANÇAS QUE NINGUÉM VÊ»







UNICEF lança campanha ‘Eu Sou Sofia’ em apoio às crianças que vivem em áreas de conflito
Objetivo é dar visibilidade à situação dessas crianças e arrecadar doações para ajudar a salvar a vida desses meninos e meninas e de outros milhões de crianças vulneráveis.

Personagem foi criada pelos animadores de 3D de filmes como ‘Planeta dos Macacos’ e ‘Avatar’ a partir de 500 imagens de crianças reais de países que enfrentam situações de emergência, como Sudão do Sul, Haiti, Somália, Ucrânia, Níger e Iêmen. Continue a ler.






segunda-feira, 2 de maio de 2016

ANA SARAGOÇA | Quando fores mãe, vais ver /e outras Pérolas do Folclore Materno»



«Criar filhos exige doses gigantescas de paciência, estoicismo, resistência e imaginação. Ao cabo de milénios desempenhando primordialmente esse papel, as mulheres de todo o mundo acabaram por desenvolver um léxico quase comum, um glossário de frases feitas que todas ouviram às mães, e todas juraram que nunca repetiriam aos filhos - com os resultados que se conhecem. O vocabulário das mães é verdadeiramente um colar, mas não de pérolas. É mais daqueles a que se vão acrescentando penduricalhos ao longo da vida, sem nunca retirar nenhum. O folclore materno tem frases certeiras em todas as áreas e para todas as fases de crescimento dos filhos: infância, adolescência e idade adulta - embora, para as mães, o conceito de idade adulta nos filhos seja altamente discutível. E, claro, com a chegada dos netos, nunca perdem uma oportunidade de nos inundar de novo com a sua imensa sabedoria...». Mais. Veja sobre o livro aqui.


PROGRAMA «BELÉM DE DIREITOS» | Brasil






A notícia chegou-nos através da Newsletter da UCCLA,  e aqui estamos a partilhá-la: 

Programa “Belém de Direitos”
Foi criado pela Prefeitura de Belém (Membro Associado da UCCLA), no Brasil, o programa “Belém de Direitos” de defesa da igualdade de direitos.
 A previsão é que o programa seja formado por uma equipa técnica e multidisciplinar, de advogados, psicólogos, assistentes sociais e nutricionistas, e com um âmbito de ação bastante vasto. O programa pretende fortalecer o combate à exclusão e ao preconceito social; combater os altos índices de violência contra a população LGBT; combater o impedimento do exercício de cidadania plena, respeitando a diversidade e a livre expressão da orientação sexual e identidade género e o combate à violência física e psicológica no meio escolar.

 Para Felícia Fiúza Nunes, da Defensoria Pública do Estado, referindo-se à minoria LGBT, “é importante que a prefeitura fomente e fortaleça esses direitos, promovendo a valorização dessas pessoas e a compreensão de que o poder público não está de costas para elas”. Saiba mais.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

PORQUE DOMINGO É 1.º DE MAIO | «Levemos para a rua a liberdade» /Maria Teresa Horta




O DIA DAS MÃES ESTÁ PERTO | A propósito «Um Dia de Mãe»







«Reunindo estrelas mundiais como Jennifer Aniston, Kate Hudson e Julia Roberts, lado a lado com Jason Sudekis, este filme é uma celebração do lugar universal das mães no nosso coração. Esta comédia, plena de sentimento, convida-nos a todos a disfrutar da alegria, das lágrimas e do amor, testemunhando a reunião de três gerações na semana em que se celebra o Dia da Mãe» - da newsletter «O Cinema da Villa»
Saiba mais.



PORQUE HOJE É O DIA MUNDIAL DA DANÇA | Dançando com a diferença













quinta-feira, 28 de abril de 2016

PROJETO ELA |Exposição de fotografia: «O corpo como construção social» | INAUGURAÇÃO | 2016 MAIO 7 | LEIRIA






Exposição de fotografia: «O corpo como construção social»
a inaugurar na Livraria Arquivo, Leiria, dia 7 de Maio



A CAMINHO DO DIA MUNDIAL DA DANÇA | 29 abril





Uma boa ocasião para divulgarmos uma sugestão antiga da colega Alexandra da DGARTES registada em:  

«Ballet Dancer Sergei Polunin Simply Slays Hozier’s ‘Take Me To Church’»  









quarta-feira, 27 de abril de 2016

«O CANTE NO FEMININO» | 30 abril 2016 | 15:00h | CASA DO ALENTEJO | LISBOA




Ainda:«O MDM vai realizar umas Jornadas sobre o Cante no Feminino, cujo objectivo principal é valorizar a participação das mulheres na promoção e salvaguarda do Cante Alentejano como Património Imaterial da Humanidade. As Jornadas vão decorrer em Lisboa, Serpa, Santiago do Cacém e Évora e contarão com a presença de grupos corais femininos». 


INDIE LISBOA 2016 | «Campo de Víboras»






Do jornal Público: «Campo de Víboras, segunda ficção da encenadora e actriz lusodescendente Cristèle Alves Meira, usa aquela aldeia do Vimioso para esboçar com assinalável elegância a história de uma mulher (Ana Padrão) aprisionada na pequenez de uma mentalidade rural».


IndieLisboa 2016 | 
Ficção, 2016, 19′, DCP
Fotografia: Rui Poças
Som: Amaury Arboun, Vincent Pateau, Cédric Lionnet
Montagem: Raphaël Lefèvre
Com: Ana Padrão, Simão Cayatte, Ana Brito e Cunha, Ludovic Berthillot, Jacqueline Corado
Produtor: Gaelle Maeschi, Pandora Cunha Telles, Pablo Iraola
Produção: Fluxus Film, Ukbar
Países: Portugal

sessões / Cinema São Jorge
2016-04-28 | 19:00
2016-04-30 | 21:30




terça-feira, 26 de abril de 2016

MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO | No centenário da sua morte | «A INEGUALÁVEL»





A Inegualável


Ai, como eu te queria toda de violetas
E flébil de setim...
Teus dedos longos, de marfim,
Que os sombreassem joias pretas...

E tão febril e delicada
Que não podesses dar um passo -
Sonhando estrelas, transtornada,
Com estampas de côr no regaço...

Queria-te nua e friorenta,
Aconchegando-te em zibelinas -
Sonolenta,
Ruiva de éteres e morfinas...

Ah! que as tuas nostalgias fôssem guisos de prata -
Teus frenesis, lantejoulas;
E os ócios em que estiolas,
Luar que se desbarata...

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Teus beijos, queria-os de tule,
Transparecendo carmim -
Os teus espasmos, de sêda...

- Água fria e clara numa noite azul,
Água, devia ser o teu amor por mim...

Mário de Sá-Carneiro, in  «Indícios de Oiro»


 

FILME | «A Lei do Mercado» | VAI ESTREAR EM PORTUGAL NO PRÓXIMO DIA 28 DE ABRIL



(...)
«Os campos de batalha das sociedades ocidentais contemporâneas são financeiros. O dinheiro regula, os economistas decidem, a bolsa aprova, os bancos impõem e o cidadão sofre as consequências. Sobretudo quanto tem mais de 50 anos, não acabou de pagar a sua casa e tem uma poupança em queda. Thierry foi despedido da empresa onde trabalhava após vários anos, para que os acionistas realizassem uma operação financeira», assinala a Signis na crítica feita ao filme, em maio de 2015.
Para Magali Van Reeth, que assina o texto, “A lei do mercado” «é uma denúncia violenta de um percurso esgotante e humilhante para reencontrar um emprego, mas sobretudo para salvar a sua dignidade, a sua autoestima quando a violência social e económica é tão poderosa. Como permanecer bom quando se tem medo de perder a sua casa e quando, como se não bastasse, o velho automóvel se avaria? Como permanecer digno quando o patrão manda vigiar os seus colegas, em nome da rentabilidade?». (...). Leia mais no site da Pastoral da Cultura.





«No Festival de Cannes de 2015, o filme recebeu uma menção honrosa atribuída pelo Júri Ecuménico e Vincent Lindon ganhou o prémio para melhor ator. Na Argentina, no Festival do Mar del Plata, o júri Signis também o premiou».