Em Nova York está a decorrer a «60.ª Sessão da Comissão das Nações Unidas sobre a Situação das Mulheres» onde se pretende debater a participação das mulheres na busca pelo desenvolvimento sustentável. Saiba mais na ONU Brasil. E no site da CSW60.
quinta-feira, 17 de março de 2016
RECORDEMOS ELIS REGINA | NASCIDA A 17 DE MARÇO DE 1945 | «Elis Regina & Adoniran Barbosa / Iracema» | VÍDEO SUGERIDO POR UMA LEITORA
Iracema
Iracema, eu nunca mais que te vi
Iracema meu grande amor foi embora
Chorei, eu chorei de dor porque
Iracema, meu grande amor foi você
Iracema, eu sempre dizia
Cuidado ao travessar essas ruas
Eu falava, mas você não me escutava não
Iracema você travessou contra mão
E hoje ela vive lá no céu
E ela vive bem juntinho de nosso Senhor
De lembranças guardo somente suas meias e seus sapatos
Iracema, eu perdi o seu retrato.
- Iracema, fartavam vinte dias pra o nosso casamento
Que nóis ia se casar
Você atravessou a São João
Veio um carro, te pega e te pincha no chão
Você foi para Assistência, Iracema
O chofer não teve curpa, Iracema
Paciência, Iracema, paciência
E hoje ela vive lá no céu
E ela vive bem juntinho de nosso Senhor
De lembranças guardo somente suas meias e seus sapatos
Iracema, eu perdi o seu retrato
quarta-feira, 16 de março de 2016
HELENA VASCONCELOS | «Não Há Tantos Homens Ricos Como Mulheres Bonitas que os Mereçam»
Sinopse
Uma resposta contemporânea aos romances e às heroínas de Jane Austen. Helena Vasconcelos é uma profunda conhecedora da obra de Jane Austen e, neste seu primeiro romance, põe em contraponto o universo da escritora inglesa de oitocentos e o da heroína contemporânea, Ana Teresa DeWelt, jovem mulher do século XXI, que procura a felicidade, estudando incessantemente os seus indícios e ensinamentos, ainda que velados, na prosa austeniana. O papel das jovens adultas na sociedade do fim do século XVIII e início do século XIX (com os seus ritos, costumes, valores e preconceitos) não é certamente o mesmo nos dias de hoje. Muitas coisas mudaram nas sociedades e na maneira como valorizam, ou não, a mulher, mas nem tudo mudou.
Este divertido romance, cujo título foi retirado de Sensibilidade e Bom Senso, é também uma sátira de costumes e cumpre a «agenda» dos livros de Austen: debaixo da aparência de normalidade e conformidade com as regras (também literárias), observa e critica com ironia e subtileza, os meandros da família, da amizade, do interesse material, do desejo e do amor. Saiba mais.
terça-feira, 15 de março de 2016
AINDA O DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2016 | «A Longa Batalha das Mulheres Pintoras»
No dia internacional das mulheres, a RTP2 exibiu
um documentário sobre o reconhecimento das mulheres pintoras entre o século XVI
e o século XX. No domingo passado voltou a fazer parte da programação. Se novamente vier a ser exibido, a não perder. Existe em DVD.
«Quando
se fala de pintores, facilmente se podem citar nomes como Da Vinci, Turner,
Monet, Cézanne, todos homens. E os nomes de Artemisia Gentileschi ou de Rosa
Bonheur, dizem-lhe alguma coisa?
Independentemente
das suas qualidades, as mulheres pintoras foram por muito tempo ignoradas pelos
historiadores de arte, permanecendo desconhecidas junto do grande público.
Artemisia
Gentileschi foi suficientemente forte para enfrentar os mais variados
obstáculos e ser reconhecida pelos seus pares masculinos.
O
talento de Angelika Kauffmann permitiu-lhe ser a primeira mulher admitida no
Royal Court de Londres e, mais tarde, ser uma das fundadoras da Royal Academy
of Arts. Por seu lado, Suzanne Valadon teve a audácia de desafiar a imagem do
corpo feminino nas belas-artes.
Através
de arquivos e entrevistas a especialistas o documentário "A Longa Batalha
das Mulheres Pintoras" (Women Painters, Four Centuries Of Struggle),
realizado em 2014 por Manuelle Blanc, revê a história destas artistas do
século XVI ao século XX».
Outras obras das pintoras referidas no documentário neste endereço.
As artistas citadas no documentário
Sofonisba Anguissola
Artémisia Gentileschi
Rosalba Carriera
Angelika Kauffmann
Adélaïde Labille-Guiard
Elisabeth Vigée-Lebrun
Marie-Guillemine Benoist
Rosa Bonheur
Berthe Morisot
Suzanne Valadon
.
. .
segunda-feira, 14 de março de 2016
sexta-feira, 11 de março de 2016
IGUALDADE | O Papel da Linguagem
![]() |
| Leia aqui |
(Montagem)
O post anterior levou-nos à Recomendação do Conselho da Europa da imagem, como se vê sobre a Eliminação do Sexismo na Linguagem. Por outro lado, leva-nos também, como em outras ocasiões, à constatação de que o assunto tem graus de apropriação muito variados. Grupos haverá em que a matéria está dada como adquirida, outros - talvez em maior número - que nem entendem porque é que o «assunto» se coloca. Bem vistas as coisas, no inicio, parece que tudo se resume à aceitação, ou não, de que a linguagem tem um papel fundamental na formação da identidade de cada pessoa e nas interacções sociais. Ver o destaque na imagem.
quinta-feira, 10 de março de 2016
quarta-feira, 9 de março de 2016
AINDA O DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2016 | «Doodle» da Google dedicado às «mulheres reais»
Sobre o «Doodle» com que a Google assinalou o DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2016 , no Observador:
Google celebra Dia Internacional da Mulher com “doodle” dedicado às “mulheres reais”.
AINDA O DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES | SESSÃO-DEBATE | «Ser Feminista Hoje ?» | 9 MARÇO 2016 | 18:30H | LISBOA
«No âmbito do Dia Internacional das Mulheres de 2016, será realizada no dia 9 de Março pelas 18h30, uma sessão-debate sobre o que é ser feminista hoje, que contará com a participação de Brenda Johnson, João Pereira, Maria José Magalhães e de Rita Ferro Rodrigues. Moderação por Fernanda Câncio».
Entrada livre | inscrição
prévia
universidadefeminista@gmail.com
terça-feira, 8 de março de 2016
«O mar dos meus olhos»
Há mulheres que trazem o mar nos olhos
Não pela cor
Mas pela vastidão da alma
Não pela cor
Mas pela vastidão da alma
E trazem a poesia nos dedos e nos sorrisos
Ficam para além do tempo
Como se a maré nunca as levasse
Da praia onde foram felizes
Há mulheres que trazem o mar nos olhos
pela grandeza da imensidão da alma
pelo infinito modo como abarcam as coisas e os homens...
Há mulheres que são maré em noites de tardes...
e calma
Ficam para além do tempo
Como se a maré nunca as levasse
Da praia onde foram felizes
Há mulheres que trazem o mar nos olhos
pela grandeza da imensidão da alma
pelo infinito modo como abarcam as coisas e os homens...
Há mulheres que são maré em noites de tardes...
e calma
Sophia
de Mello Breyner Andresen,
in Obra Poética
ANA VIEIRA
Ana Vieira morreu na semana passada. Conforme se pode ler, por exemplo, no Expresso online: «De acordo com o
galerista José Mário Brandão, a artista encontrava-se hospitalizada há algum
tempo, vindo a falecer numa altura em que uma das suas obras mais recentes, “A
arte da Fuga”, foi apresentada durante a feira ARCO Madrid (...). “Perdemos uma grande artista e uma
grande amiga”, comentou o galerista à Lusa.
Ana Vieira nasceu em Coimbra, em 1940,
e por ligação paterna cresceu na Ilha de São Miguel, nos Açores, mas vivia e
trabalhava em Lisboa, onde estudou pintura na Escola Superior de Belas Artes».
E do jornal SOL (destaques nossos): «Admirada nesse regime de quase segredo por aqueles que mostram atenção e cuidam dos caminhos que rasga a arte neste país, a artista plástica Ana Vieira deixou o exemplo de uma presença inspiradora nessa margem inquieta "com uma obra completamente singular" e de "grande intensidade", segundo o amigo e colaborador, Jorge Silva Melo, cruzando diversas disciplinas e recusando a facilidade comercial, o que a posicionou entre "um grupo prestigiado e restrito de mulheres artistas que, em Portugal, souberam e sabem realizar uma obra artística sem cedências de qualidade", como assinalou no Público a crítica de arte Luísa Soares de Oliveira.
(...)
O diretor dos Artistas Unidos lamentou que a obra de Ana Vieira não tenha obtido o reconhecimento que merecia no seu país, mas foi João Fernandes – diretor artístico do Museu Serralves na altura em que ali se realizou a primeira exposição antológica da artista (1998-99) – quem fez questão de frisar as poucas oportunidades que foram dadas a Portugal para ficar a conhecer a obra de uma das suas "artistas mais fascinantes". (...)
Num depoimento que enviou ao Público, o atual subdiretor artístico do Museu Nacional Centro de Arte Rainha Sofia, em Madrid, lembra que se Ana Vieira "cultivava o seu mistério" o certo é que sofreu "com a desatenção e o desamor que o país sempre dedicou aos seus artistas". Revela ainda como, nos últimos anos, a artista que considera indispensável a qualquer história da arte do nosso tempo ou história das mulheres no nosso país, "vivia indignada com a pobreza de espírito revelada pelos governantes no seu constante esquecimento e menorização das artes". (...).
Mais tarde pediu-me para ir a sua casa ver o que já tinha feito para a exposição. Quando cheguei a casa dela, cansado de subir aquelas escadas, sofri um soco no estômago, tive de me sentar e fiquei completamente maravilhado com o que vi. Aconteceu aquilo que acontece quando descubro um trabalho ‘fresco’ que me surpreende e me enche a cabeça de interrogações.
A Ana sabia que eu só trabalho com jovens artistas e sabia muito bem que ela era um deles». Leia na integra. Saiba mais no site ANA VIEIRA.
“Toucador”, uma obra criada por Ana Vieira em 1973
D.R.
E assim assinalamos também o 8 de março de 2016, lembrando e, ao nosso jeito, homenageando ANA VIEIRA.
segunda-feira, 7 de março de 2016
A CAMINHO DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2016 | Peça «Juntas contra a violência | 8 MARÇO | 19:00H
«A associação Solidariedade Imigrante e o seu Grupo das Mulheres Imigrantes não podia deixar de celebrar o Dia Internacional da Mulher e aproveitar da data para relembrar que as mulheres continuam, ainda hoje, a ser discriminadas em vários aspetos da vida. O grupo é composto de mulheres de várias origens (África do Sul, Brasil, Cabo-Verde, França, Gana, Guiné Bissau, Itália, Luxemburgo, Portugal e Roménia) e pretende dar voz às mulheres para que possam ser protagonistas na luta pelos seus direitos.
Este ano, as mulheres da SOLIM, em colaboração com o Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa (GTO LX), vão apresentar uma peça de Teatro Fórum “Juntas contra a violência” que vai refletir sobre os vários tipos de violê...ncia que uma mulher pode encontrar na sua vida (violência psicológica, violência física, violência domestica, assedio, violação etc.). Depois da peça de teatro haverá um debate em qual estão todos convidados a participar.
Programa:
19h00: Sessão de abertura: Apresentação do Grupo / Números e factos sobre as mulheres no mundo
19h30: Peça de teatro fórum: Juntas contra a violência
20h00: Debate
20h30: Sessão de encerramento: Conclusões e objetivos
Participa!»
Este ano, as mulheres da SOLIM, em colaboração com o Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa (GTO LX), vão apresentar uma peça de Teatro Fórum “Juntas contra a violência” que vai refletir sobre os vários tipos de violê...ncia que uma mulher pode encontrar na sua vida (violência psicológica, violência física, violência domestica, assedio, violação etc.). Depois da peça de teatro haverá um debate em qual estão todos convidados a participar.
Programa:
19h00: Sessão de abertura: Apresentação do Grupo / Números e factos sobre as mulheres no mundo
19h30: Peça de teatro fórum: Juntas contra a violência
20h00: Debate
20h30: Sessão de encerramento: Conclusões e objetivos
Participa!»
A CAMINHO DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2016 | «Dia de luta e de festa» | UMAR Açores
«Em comunicado de 1 de Março, UMAR afirma: O dia 8 de março simboliza em todo o mundo a celebração da luta das mulheres pelos seus direitos. Dia de festa, de valorização das mulheres, da memória histórica dos feminismos, que mais não são do que essas mesmas lutas, tantas vezes esquecidas, pois os silêncios que caem sobre elas ainda estão por quebrar.
Celebrar o 8 de março é homenagear todas as mulheres que durante mais de dois séculos lutaram contra as opressões e múltiplas discriminações a que foram sujeitas: desde as operárias norte-americanas e russas que pagaram com a sua vida a reivindicação de melhores condições de trabalho, passando pelas sufragistas inglesas que reclamavam o simples direito ao voto e, ainda todas aquelas que nas décadas de 60 e 70 do século XX ousaram reivindicar o direito ao seu corpo que passava pelo controlo da natalidade, pela liberdade da sua sexualidade e pela luta contra a violência sobre as mulheres.
Por tudo isto, o 8 de março é um dia de festa, de valorização das mulheres, da memória histórica dos feminismos, que mais não são do que essas mesmas lutas, tantas vezes esquecidas, pois os silêncios que caem sobre elas ainda estão por quebrar». Continue a ler.
A CAMINHO DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2016 | «Os Direitos das mulheres não podem esperar ! | MDM
«É com alegria que o Movimento Democrático de Mulheres está a preparar, de norte a sul do país, as comemorações do 8 de Março – Dia Internacional da Mulher, data que é um marco indelével da
longa marcha pela emancipação das mulheres em Portugal e no Mundo.
O século XX foi um século de grandes lutas pelos direitos das mulheres e de conquistas difíceis que motivaram a luta das mulheres do mundo e que hoje correm sérios riscos de colapso com retrocessos nos direitos. Tal como no passado, as mulheres não permitirão que tais retrocessos ofusquem as suas perspectivas de terem uma condição social digna.
As mulheres e o País precisam de políticas que anulem as medidas gravosas e que promovam o aprofundamento de direitos retomando os caminhos para a igualdade, o desenvolvimento, o
progresso e a paz.
O MDM não ficará à espera! Continuará, de forma empenhada, a intervir com as mulheres portuguesas pela garantia de respostas concretas às suas aspirações. +.
A CAMINHO DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2016 | Performance «As Fases da Lua» | BRAGA
«AS FASES DA LUA - PERFORMANCE - 8 MARÇO
Integrado no programa "Junt@s na luta feminista: pela diversidade, contra a opressão!" que decorre até 31 de Março, em Braga, o coletivo Braga Fora do Armário estreia a performance "As fases da lua". A peça vai subir ao palco no dia 8 de Março, pelas 16h00, na Toca». Tirado daqui.
sexta-feira, 4 de março de 2016
A CAMINHO DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2016 | «Mulheres na Ciência»| CIÊNCIA VIVA | PAVILHÃO DO CONHECIMENTO| LISBOA
Exposição
Mulheres na Ciência
8 de março - Dia Internacional das Mulheres
lançamento do livro e inauguração de um módulo digital alusivos
à Exposição «Mulheres na Ciência»
Ciência Viva | Pavilhão do Conhecimento | Lisboa
«Com esta exposição, que reúne mais de uma centena de retratos de investigadoras portuguesas, a Ciência Viva presta homenagem às mulheres cientistas que, em Portugal, representam 46% do total de investigadores e cujo contributo tem sido determinante para o progresso da Ciência e a Tecnologia nacionais». Saiba mais.
GRUPO VOCAL FEMININO «SEGUE-ME À CAPELA» | Concerto | 2016 MARÇO 5 | 21:30 H | COIMBRA
![]() |
| Créditos: Carlos Gomes |
MÚSICA | COIMBRA
A ESCOLA DA NOITE | GRUPO DE TEATRO DE COIMBRA
[ACOLHE]
[ACOLHE]
G R U P O V O C A L
FEMININO
SEGUE-ME À CAPELA
2016 março 5 | 21:30 h
«O grupo vocal feminino Segue-me à Capela apresenta em
concerto, no próximo dia 5 de março, no Teatro da Cerca de São Bernardo, em
Coimbra, o seu novo trabalho: o CD-livro "San'Joanices, Paganices e Outras
Coisas de Mulher". Como convidados, juntam-se às sete vozes das Segue-me à
Capela o percussionista Quiné Teles, o GEFAC e o grupo Galandum Galundaina». +.
«Atualmente composto pelas cantoras Ananda
Fernandes, Catarina Moura, Joana Dourado, Margarida Pinheiro, Maria João
Pinheiro, Mila Bom e Sílvia Franklin, Segue-me à Capela é um coletivo de sete
mulheres que trabalha a música tradicional portuguesa numa perspetiva
contemporânea, usando a voz como principal instrumento. A percussão e alguns
elementos cénicos reforçam os climas gerados a partir do canto. O grupo existe
há quinze anos, realizou inúmeros concertos em Portugal e no estrangeiro, colaborou
com vários artistas, designadamente em discos e concertos, tendo editado o seu
primeiro disco no ano de 2004, em edição de autor. O CD-livro
"San'Joanices, Paganices e Outras Coisas de Mulher", agora
apresentado, é o seu segundo trabalho discográfico». +.
NOÉMIA DELGADO
«Com Alexandre O'Neill,
com quem foi casada, em 1961»
Noémia Delgado morreu. «A realizadora portuguesa Noémia Delgado, ligada ao cinema documental e ao Cinema Novo, considerada uma das mulheres pioneiras no cinema português, morreu esta quarta-feira em Lisboa aos 82 anos, disse à agência Lusa fonte ligada à família. (...). "Hoje que estou à parte, percebo que realmente era uma mulher muito só no meio de tantos homens. Na altura, eu lutava, esbracejava, mas lutava com eles como igual, não pensava que era uma mulher a lutar contra os homens. Nessa altura, não punha o problema desta maneira. Pensava que tinha os mesmos direitos que eles, mas não era por causa de ser mulher, era por ser uma profissional". (Destaques nossos). Leia na integra no DN.
quinta-feira, 3 de março de 2016
quarta-feira, 2 de março de 2016
A CAMINHO DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2016 | Iniciativas do SPGL
«Dia da Mulher | O SPGL assinala o Dia da Mulher com várias iniciativas:
- dia 8 de março, às 18h, inauguração da exposição, no Espaço ABC, sobre a
vida e obra de Maria Lamas;
- dia 8 de março, às 19h30, jantar no auditório (inscrição prévia, sujeita
à lotação da sala, através do endereço margaridalopes@sapo.pt até dia 4/3,
preço 10 euros)
- dia 10 de março, às 15h30, no Espaço ABC, apresentação do livro
As mulheres do meu país, de Maria Lamas.
Contamos com a vossa presença.
A Comissão de Igualdade Mulheres Homens»
A CAMINHO DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2016 | «Igualdade de Género e Desporto» | CONFERÊNCIA DA EIGE | 2016 MARÇO 7 | VILNIUS
![]() |
| Veja aqui. |
«Atento à proximidade da realização dos Jogos
Olímpicos e dos Jogos Paraolímpicos Rio 2016, o EIGE – Instituto Europeu para a Igualdade de
Género irá
assinalar o Dia Internacional das Mulheres com a Conferência
«Gender Equality and Sport: Towards a Level Playing Field for Women», que
decorrerá em Vilnius (Lituânia), no dia 7 de março de 2016.
Estudos elaborados pelo EIGE demonstram que, apesar de
tanto mulheres, como homens praticarem desporto, a
arena do desporto está longe de ser paritária e a maioria das decisões são tomadas
por homens. Por exemplo, nas federações nacionais de desporto dos países da UE,
apenas 14% das mulheres são detentoras de cargos relevantes ao nível da tomada
de decisão (membros da Direção, Secretárias-Gerais e Vice-Presidentes), sendo
que apenas 5% dos cargos de Presidente são ocupados por mulheres» - Do site da
CIG, os destaques são nossos. Saiba
mais.
![]() |
| Disponível aqui. |
terça-feira, 1 de março de 2016
O FEMINISMO SEGUNDO CAMILLE PAGLIA
![]() |
| Revista E | Expresso 27 FEV 2016 |
Da entrevista, à Revista E do Expresso desta semana - capa na imagem -, nas bancas, o seguinte excerto:

Pode ler-se mais sobre Camille Paglia, e em português, por exemplo, aqui. Ou seja, no site das Fronteiras do Pensamento. Deste projeto: «O Fronteiras do Pensamento propõe uma profunda análise da contemporaneidade e das perspectivas para o futuro. Comprometido com a liberdade de expressão, a diversidade de ideias e a educação de alta qualidade, o projeto promove conferências internacionais e desenvolve conteúdos múltiplos com pensadores, artistas, cientistas e líderes em seus campos de atuação». Continue a ler.
A CAMINHO DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2016 | «Apenas Mulheres» | DE CLOTILDE MOREIRA
![]() |
| Tirada daqui |
Com gosto reproduzimos o que nos foi enviado por uma leitora do Em Cada Rosto Igualdade de autoria de Clotilde Moreira - o texto e o poema:
DIA
INTERNACIONAL DA MULHER
8
de Março de 1857,
as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve para
reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10
horas. Estas operárias que nas suas 16 horas recebiam menos de um terço do
salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um
incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas.
.
. .
Apenas Mulheres
Porque somos Mulheres
apenas Mulheres
carregando o desejo de luta igual
nem atrás
conforme os conceitos antigos
nem à frente
como visionárias de impérios
por conquistar
mas simplesmente
lado a lado
com os nossos companheiros
de todas as horas
na busca de um mundo melhor…
e porque há muitos anos
num dia de Março como o de hoje
outras Mulheres tiveram de morrer
por ideais simples de dizer…
Vimos trazer a nossa palavra
um abraço breve
às nossas heroínas da América
às novas Mulheres do Mundo.
Clotilde Moreira
Subscrever:
Mensagens (Atom)


































