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| Saiba mais |
sexta-feira, 8 de abril de 2016
«IGUALDADE DE GÉNERO NAS EMPRESAS»
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Disponível aqui. |
A brochura da imagem foi produzida no âmbito do Projeto com a mesma designação cuja Conferência de Encerramento teve lugar no dia 5 do mês em curso. Saibamos mais:
« A Conferência de Encerramento do nosso Projeto “Igualdade de Género nas Empresas – Break-Even” terá lugar no dia 5 de abril, no Auditório da Caixa Geral de Depósitos, no Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), da Universidade de Lisboa.
O Projeto teve início em 2014, contando com a
coordenação do ISEG, em parceria com o CESIS (Centro de Estudos para a Intervenção Social), o CIEG (Centro Interdisciplinar de
Estudos de Género do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, ISCSP), e o Centro de Investigação em Género
(Centre for Gender Research) da Universidade de Oslo.
Tem como grande objetivo apoiar a promoção da Igualdade de Género em sete Empresas-Âncora: APL – Administração do Porto de Lisboa, S.A., CTT – Correios de Portugal, Grupo Dorisol, Grupo Pestana (Pestana Management – Serviços de Gestão, S.A.), INCM – Imprensa Nacional-Casa da Moeda, S.A, Lisgráfica – Impressão e Artes Gráficas, S.A., e L’Oréal Portugal.
O Projeto é cofinanciado pelo EEA Grants, Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu 2009-2014, sendo a CIG – Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género - a entidade operadora de Programa.
Pretende-se com esta Conferência apresentar os principais resultados, dar a conhecer a metodologia de intervenção, os instrumentos desenvolvidos e os testemunhos das administrações e das pessoas intervenientes (equipa de investigação e elementos das task forces das empresas)». +.
Tem como grande objetivo apoiar a promoção da Igualdade de Género em sete Empresas-Âncora: APL – Administração do Porto de Lisboa, S.A., CTT – Correios de Portugal, Grupo Dorisol, Grupo Pestana (Pestana Management – Serviços de Gestão, S.A.), INCM – Imprensa Nacional-Casa da Moeda, S.A, Lisgráfica – Impressão e Artes Gráficas, S.A., e L’Oréal Portugal.
O Projeto é cofinanciado pelo EEA Grants, Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu 2009-2014, sendo a CIG – Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género - a entidade operadora de Programa.
Pretende-se com esta Conferência apresentar os principais resultados, dar a conhecer a metodologia de intervenção, os instrumentos desenvolvidos e os testemunhos das administrações e das pessoas intervenientes (equipa de investigação e elementos das task forces das empresas)». +.
quinta-feira, 7 de abril de 2016
ANGELA Y. DAVIS | «Democracia de la abolición / Prisiones, racismo y violencia»
«Durante las últimas décadas, el trabajo intelectual y la actividad política de Angela Davis se han centrado en lo que ella denomina el «abolicionismo de la prisión». Este comprende una triple abolición: la abolición de la pena de muerte; la abolición del complejo industrial-penitenciario, que debe también incluir la abolición de sus componentes militares, como la tortura y el terror, y la abolición de todos los rastros y herencias de la esclavitud que han sido mantenidos y renovados por la pena capital y el sistema de prisiones en Estados Unidos, en especial con la implantación de las prisiones de máxima seguridad.
La investigación histórica y sociológica emprendida por Davis muestra que la abolición de la esclavitud y de su legado permanecerá inacabada mientras el castigo racial siga siendo una condición definidora del espacio público. Su riguroso análisis explica cómo la raza, el género y la clase han pasado a integrar una tecnología política de los cuerpos. El sistema carcelario se convierte, de este modo, en un dispositivo biopolítico que naturaliza la democracia racial vigente en Estados Unidos.
En la extensa conversación con Eduardo Mendieta incluida también en este libro, Davis pasa revista a su formación filosófica, su compromiso político, su propio encarcelamiento y la posterior campaña en favor de su liberación. Evoca además las principales figuras del pensamiento político afroamericano (como Frederick Douglass y W. E. B. DuBois) que han influido en ella y comenta las revelaciones sobre las torturas en Abu Ghraib y los campos de detención en Guantánamo». Mais aqui.
La investigación histórica y sociológica emprendida por Davis muestra que la abolición de la esclavitud y de su legado permanecerá inacabada mientras el castigo racial siga siendo una condición definidora del espacio público. Su riguroso análisis explica cómo la raza, el género y la clase han pasado a integrar una tecnología política de los cuerpos. El sistema carcelario se convierte, de este modo, en un dispositivo biopolítico que naturaliza la democracia racial vigente en Estados Unidos.
En la extensa conversación con Eduardo Mendieta incluida también en este libro, Davis pasa revista a su formación filosófica, su compromiso político, su propio encarcelamiento y la posterior campaña en favor de su liberación. Evoca además las principales figuras del pensamiento político afroamericano (como Frederick Douglass y W. E. B. DuBois) que han influido en ella y comenta las revelaciones sobre las torturas en Abu Ghraib y los campos de detención en Guantánamo». Mais aqui.
A propósito, sobre Angela Davis:
quarta-feira, 6 de abril de 2016
CARTA PORTUGUESA PARA A DIVERSIDADE | Reconhecimento, respeito e valorização das diferenças
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Continue a ler aqui. |
Mais: «A Carta para a Diversidade, iniciativa da União Europeia, é um dos instrumentos voluntários criados com o objetivo de encorajar os empregadores a implementar e desenvolver políticas e práticas internas de promoção da diversidade.
Uma Carta para a Diversidade consiste num documento curto assinado de forma voluntária por empregadores de vários setores (público, privado com e sem fins lucrativos). Ela descreve medidas concretas que podem ser tomadas para promover a diversidade e a igualdade de oportunidades no trabalho independentemente da raça, origem étnica e social, orientação sexual, género, idade, caraterísticas físicas, estilo pessoal e religião». Saiba mais.
CAMILO CASTELO BRANCO | «O Que Fazem Mulheres»
«Escrito
como paródia aos folhetins românticos, O Que
Fazem Mulheres começa
com um diálogo entre mãe e filha: a primeira tenta convencer a segunda a casar-se
por dinheiro e não por amor.
Esta é a
história de Ludovina, uma jovem bela, de origem fidalga, mas sem dote que lhe
possa arranjar marido. Sem intenções sérias, namora-a Ricardo de Sá, ambíguo
«homem fatal», que dela diz esta frase desonrosa: «Lisonjeia um amante, mas
não pode satisfazer as complicadas necessidades dum marido.» E há outro homem,
João José Dias, regressado do Brasil, muito rico, muito velho, muito gordo.
Esta é,
afinal, a história em que o fortuito arremesso de um charuto desencadeia
excessos emocionais, nos quais encontraremos, como Camilo anuncia, «bacamartes
e pistolas, lágrimas e sangue, gemidos e berros, anjos e demónios».
Publicado
em 1858, O Que Fazem Mulheres é um «romance filosófico», no sentido em que dele se podem retirar
lições, por meio de máximas que exprimem uma filosofia da vida ou que proclamam
ideias gerais sobre os dramas e os sentimentos do ser humano». +.
terça-feira, 5 de abril de 2016
MULHERES EM DESTAQUE | Cristina Reis | RECEBEU O PRÉMIO DA CRITICA 2015
O Prémio foi entregue no passado dia 2 no Teatro Nacional D. Maria II. Aquando do anúncio da decisão do júri escreveu-se:
«O Prémio da Crítica 2015 distinguiu a cenógrafa Cristina Reis, da Cornucópia, “pela arquitectura de cena que criou para o espectáculo Hamlet", anunciou este sábado a Associação Portuguesa de Críticos de Teatro.
O júri, constituído por Emília Costa, Gonçalo Frota, Helena Simões, João Carneiro e Maria Helena Serôdio, decidiu ainda atribuir três menções especiais e uma distinção particular ao Teatro Experimental de Cascais, que celebra 50 anos, e ao seu director, Carlos Avilez.
O comunicado do júri sublinha “a admirável arquitectura de cena” que Cristina Reis concebeu para Hamlet, uma co-produção do Teatro da Cornucópia e da Companhia de Teatro de Almada. “Ainda que integrando-se no projecto criativo do encenador Luís Miguel Cintra, destacou-se não apenas pela expressiva configuração em palco do universo concentracionário, que a peça sugere, mas também pela plasticidade e valor icónico dos elementos cénicos que convocou”, argumenta o júri». Continue a ler.
AINDA É NOTICIA, AINDA SE REPARA
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| Leia aqui. |
Uma colega do MC e leitora do Em Cada Rosto Igualdade chamou a atenção para a noticia da imagem. Uma passagem do artigo:
«As eleições do dia 10 de abril estão sendo disputadas por muitos candidatos de vários partidos, mas somente duas mulheres têm chance de ir para o segundo turno: Verónika Mendoza e Keyko Fujimori, uma antípoda da outra».
segunda-feira, 4 de abril de 2016
UMA FORMA DIFERENTE DE VIAJAR | «Focus on Women»
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Veja aqui |
«Nos apasiona viajar
Nuestra pasión es viajar y enseñarte lo que los turistas no ven, lo auténtico. Queremos que seas la protagonista de tu viaje, enseñándote los rincones poco transitados, los lugares con encanto, en un viaje para mujeres personalizado y pensado solo para tí. Un viaje no son solo fotos de visitas culturales sino las personas que te cruzas en tu camino viajero. Personas cuyo recuerdo prevalecerá durante mucho tiempo.
Queremos que no solo conozcas el Patrimonio Histórico de los destinos, queremos que lo descubras a través de encuentros con las mujeres más inspiradoras e interesantes de ese país, mujeres que no están en un circuito turístico, mujeres que te marcarán. ¿Te das cuenta de a experiencia de lujo que supone conocer a las mujeres más inspiradores de los países?
Te invitamos a unirte a los viajes de Focus On Women para conocer el mundo a través de sus mujeres, mujeres excepcionales que compartirán su cultura, su vida y su corazón contigo. Todo un lujo que hacen de cada viaje una experiencia auténtica». Continue a ler.
Sobre este projeto o post
Otro turismo con ojos de mujer .
sexta-feira, 1 de abril de 2016
RAINHA SANTA | «Isabel de Aragão conseguiu criar para si própria uma imagem de piedade e de poder» | EXPOSIÇÃO NO MUSEU DE ARTE ANTIGA ANALISA O TESOURO DA RAINHA
«Conhecida como Rainha Santa, Isabel de Aragão conseguiu criar para si
própria uma eficaz imagem de piedade e de poder. A aura desta rainha,
culta, virtuosa, sagrada, perdurou no tempo e poderá explicar a
preservação patrimonial de um raro conjunto de peças conhecido como
«Tesouro da Rainha Santa». É a importância destas obras de ourivesaria,
no contexto nacional e internacional, que esta exposição procura
analisar. Duas pinturas excecionais — uma da oficina de Quentin Metsys,
cedida pela Gemäldegalerie, Berlim, e outra de Francisco de Zurbarán,
vinda do Museo del Prado, Madrid — ilustram o processo de beatificação
(1516) e de canonização (1625) da mítica rainha do Milagre das Rosas». Saiba mais.
Entretanto, pode saber-se mais no site do Museu Machado de Castro: aqui.
OLÁ CRIANÇAS ! OLÁ JOVENS ! TALVEZ LHES INTERESSE (69) | Teatro para a infância e oficinas | NO TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE | ALMADA
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| Leia aqui, na pag.12 |
Para saber sobre o ano inteiro
veja a TEMPORADA 2016 neste endereço.
E para as Oficinas aqui.
Sobre a Programação o Diretor artístico
do TMJB, Rodrigo Francisco,
escreveu o seguinte:
quinta-feira, 31 de março de 2016
quarta-feira, 30 de março de 2016
terça-feira, 29 de março de 2016
CAROL ROSSETTI | «Mulheres»
Sinopse
«O trabalho da autora questiona preconceitos e provoca reflexões profundas.
Existem mulheres negras, brancas, morenas, latinas, asiáticas, indianas, indígenas. Existem engenheiras, donas de casa, prostitutas, ministras, artistas, executivas, atrizes. Há mulheres cegas, surdas, mudas. Mulheres bipolares, deprimidas, ansiosas.
Existem heterossexuais, lésbicas, bissexuais, arromânticas, pansexuais, assexuais. Mulheres cristãs, ateias, budistas, muçulmanas.
Há mulheres que não são ativistas, que nunca ouviram falar em feminismo, que nunca discutiram racismo. Mulheres que lutam de formas diferentes, a partir de ideias que não conhecemos.
Existem mulheres que têm vergonha de partilhar as suas escolhas por medo de serem julgadas. E existem mulheres que discordam de tudo o que eu disse até aqui.
Cada Mulher tem a sua própria história, e acredito que todas merecem ser ouvidas e representadas. A minha abordagem será abrangente, convidando todos os que partilhem comigo essa ideia de liberdade a celebrar a diversidade do ser humano».Veja aqui., E neste endereço. Também aqui.
Há mulheres que não são ativistas, que nunca ouviram falar em feminismo, que nunca discutiram racismo. Mulheres que lutam de formas diferentes, a partir de ideias que não conhecemos.
Existem mulheres que têm vergonha de partilhar as suas escolhas por medo de serem julgadas. E existem mulheres que discordam de tudo o que eu disse até aqui.
Cada Mulher tem a sua própria história, e acredito que todas merecem ser ouvidas e representadas. A minha abordagem será abrangente, convidando todos os que partilhem comigo essa ideia de liberdade a celebrar a diversidade do ser humano».Veja aqui., E neste endereço. Também aqui.
segunda-feira, 28 de março de 2016
«DÈJA LU» | Uma Livraria Solidária | NA FORTALEZA DA CIDADELA DE CASCAIS
«A Déjà Lu é uma livraria de livros já lidos. Poderíamos chamar-lhes livros em segunda mão, mas não é a mesma coisa. Afinal estes são livros que já fizeram companhia a alguém. São agora revendidos por uma causa solidária, porque 100% das receitas revertem para a Associação Portuguesa de Portadores de Trissomia 21».
E o post Uma história feliz do blogue de Pedro Rolo Duarte conta-nos como nasceu a
Livraria. E, a propósito, o Dia Mundial da Trissomia 21, no blogue Delito de Opinião, que termina
assim: «É por isso que, apesar da sorte que tenho
tido, tenho de marcar o dia 21 de Março como um dia para defender o direito à
igualdade na diferença. Porque nem todas as famílias tiveram a sorte de encontrar
pelo caminho pessoas do calibre das que nós temos encontrado. Das que acreditam
que está nas suas mãos fazer a diferença». Leia na integra.
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