quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

DIREITOS HUMANOS | «World Report 2016»





«World Report 2016 summarizes key human rights issues in more than 90 countries and territories worldwide. It reflects investigative work that Human Rights Watch staff undertook in 2015, usually in close partnership with human rights activists in the country in focus.
In his keynote essay, Human Rights Watch Executive Director Kenneth Roth details how fear drove global developments of 2015. Fears of terror attacks and potential impact of refugee influx led to a scaling back of rights in Europe and other regions. In China, Ethiopia, India, and Russia, fears that social media will energize social and political movements helped to drive a disturbing global trend: the adoption of repressive new laws and policies targeting civil society. Roth traces the ways in which human rights law can and should guide responses to these major global developments». Veja mais.






PORTUGAL 2020 | CONCURSOS | Promover a inclusão social e combater a pobreza e a discriminação | CANDIDATURAS ATÉ 31 DE MARÇO DE 2016




Ainda:
«Foi disponibilizado no Balcão 2020 o formulário de candidatura associado ao AVISO Nº POISE-36-2015-21 – “Apoio financeiro e técnico a organizações da sociedade civil sem fins lucrativos que atuam no âmbito da promoção da igualdade de género e da prevenção e combate à violência doméstica e de género e ao tráfico de seres humanos”.
Tal como explicado no aviso de abertura do concurso, para apresentar a candidatura é indispensável que o/a beneficiário/a tenha efetuado registo e autenticação no Balcão 2020. Com essa autenticação é criada uma área reservada na qual o/a beneficiário/a poderá contar com um conjunto de funcionalidades, independentemente da natureza do projeto, da Região ou do Programa Operacional a que se pretende candidatar». Mais no site da CIG.

Por outro lado, lembra-se que período de candidaturas do concurso sobre Púbicos Estratégicos também foi prorrogado - até 31 de março de 2016. 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

«10 mil crianças refugiadas desaparecidas»



No site da TSF


«O diretor do Serviço Europeu de Polícia disse ao jornal britânico The Guardian que, só em Itália, desapareceram 5 mil crianças e na Suécia outras mil.
As crianças desapareceram depois de serem registadas nos países de chegada ou asilo. "Não é razoável dizer que estamos a procurar mais de dez mil crianças. Simplesmente não sabemos onde estão, o que estão a fazer ou com quem estão", disse o chefe de gabinete da Europol.
Com a vaga de refugiados que tem chegado à Europa vêm também crianças sozinhas.
A organização Save the Children estima que, só no ano passado, entraram nos países europeus 26 mil menores sem família. A Europol acredita que do milhão de refugiados que chegaram ao Velho Continente durante o último ano, 27% serão menores».



MIGRAÇÕES

«28 December 2015

Climate migration being ignored says new report

Migration due to climate change is being largely ignored by the world's media, according to a new report from the UK-based Ethical Journalism Network (EJN).
The “Moving Stories” report reviews media coverage of migration in the 28 countries of the European Union and 14 other nations and was published to coincide with Sunday’s UN International Migrants Day.
The report said that more than 10 per cent of the population of Nepal have migrated since 1995 largely due to environmental factors but the media has not properly investigated the issue». Continue a ler.


A propósito das migrações, e em português, por exemplo,  no Jornal Público online podemos saber mais,  através de ferramentas multimédia;

«Crise migratória no Mediterrâneo

 Este ano, mais de 850 mil pessoas atravessaram o Mediterrâneo em barcos sobrelotados, depois de viagens de semanas ou meses, em fuga de perseguições, guerras, ou de uma vida sem perspectivas». Neste endereço.

E no site da Rádio Vaticano Brasil (destaque nosso):

«“Uma melhor coordenação e maior colaboração para enfrentar a crise migratória na Europa.” Este é o pedido dos participantes da conferência sobre os refugiados, organizada recentemente em Genebra, na Suíça, pelo Conselho Mundial de Igrejas (CMI) e pelas Nações Unidas. (...)
O texto sublinha a necessidade de implementar, reforçar e melhorar o sistema de acolhimento da União Europeia: “É necessária uma coordenação para enfrentar as exigências dos migrantes, protegê-los da violência sexual e de gênero, fornecer instrução para crianças e adolescentes, assistência médica e alimento. “O acesso a um igual procedimento de asilo não deve ser limitado pela nacionalidade, etnia, religião, condição de saúde dos requerentes ou por outros critérios que não sejam o da necessidade. Além disso, é urgente colaborar para combater episódios e comportamentos xenófobos, racistas e islamofóbicos”, destaca a nota.(...)». 


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

«Annie Leibovitz homenageia mulheres em exposição fotográfica»


Misty Copeland, New York City, 2015 
© Annie Leibovitz from WOMEN: New Portraits 


Conforme se pode ler aqui, em Londres, da fotógrafa Annie Leibovitz,  inaugurou-se em janeiro passado uma «nova e inédita exposição de retratos de mulheres, um trabalho iniciado em 1999 e "sempre em curso" que ela sonha em completar com o retrato de Angela Merkel.
"Através do meu trabalho estou muito interessada no que as mulheres fazem, quem somos, e foi uma grande surpresa de ver, com o projeto Women, como nós nos parecemos", disse a fotógrafa de 66 anos, conhecida por seus retratos de artistas e estrelas.
Batizada "Women: New Portraits" (Mulheres: novos retratos) e patrocinada pela União de Bancos Suíços (UBS), esta exposição mostra "mulheres de sucesso" em diversos setores - músicas, escritoras, políticas e executivas. A mostra será apresentada (...) até 7 de fevereiro na antiga central hidroeléctrica de Wapping, no leste de Londres.

(...)Depois de Londres, a exposição vai passar por Tóquio, São Francisco, Singapura, Hong Kong, Cidade do México, Istambul, Frankfurt, Nova York e Zurique nos próximos 12 meses».


Annie Leibovitz 


JACQUES RIVETTE | morreu o cineasta «autor de sagazes personagens femininas»



«Morreu um cineasta misterioso: Jacques Rivette

«(...)
A Religiosa, adaptação de Diderot, foi interditado pela censura francesa - muitos vêem no ascetismo desse filme um anúncio do Manoel de OIiveira deAmor de Perdição (1978). Foi um escândalo na França do General De Gaulle e um sucesso à medida. As pressões do mundo católico contra "um filme blasfemo que desonra as religiosas" fizeram-se sentir durante a rodagem. Não obstante, o produtor Georges de Beauregard continuou com as filmagens mesmo estando certo de que a exibição seria proibida. De facto, De Gaulle ordenaria ao seu ministro da informação, Alain Peyrefitte, “Vous vous débrouillez mais ce film ne sors pas. C’est un ordre!”. Estava-se em tempo de eleições presidenciaisé preciso contextualizar.
«(...)
As mulheres, as actrizes, foram sempre o enigma dos seus filmes - veja-se Bulle Ogier. Duas estrelas do cinema francês dos anos 90 não resistiriam a experimentar as rodagens de Rivette: Emanuelle Béart, na Bela Impertinente(livre adaptação da novela de Balzac Le Chef d'Oeuvre Inconnu), que foi mais do que um sucesso de estima em 1991 - dos últimos exemplos do cinema de autor (e um autor com notoriedade de "difícil") a criar acontecimento nas salas, por isso é mesmo de outro mundo que falamos - e Sandrine Bonnaire no díptico sobre Joana D'Arc, Jeanne la Pucelle (1994). Continue a ler no Público.

Noutras fontes:
«(...)
Autor de sagazes personagens femininas, Rivette foi desenvolvendo uma estética própria a partir dos anos 1970, em filmes de longa duração carregados de improviso e histórias de fantasia e conspiração. Mais na Metropoles

«(...) As personagens femininas são outro fio condutor do seu cinema. Fiel a algumas de suas atrizes-fetiche, como Jane Birkin, Sandrine Bonnaire, Emmanuelle Béart e Jeanne Balibar, Rivette rodou com elas títulos como L’Amour Par Terre (1984),A Bela Intrigante (1991), Jeanne la Pucelle (1993), Paris no Verão (1995), Quem Sabe? (2001), Não Toque no Machado (2007) e seu último filme, 36 Vues du Pic Saint-Loup (2009), sobre uma trupe de artistas que tenta manter seu trabalho após a morte do dono do circo onde trabalham. Leia aqui no El Paìs.

Rivette

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

VERGÍLIO FERREIRA | Faria hoje 100 anos




«O despertar para a vida de uma criança, entre a austeridade da casa senhorial de D. Estefânia, a sensualidade da sua aldeia natal e o silêncio das paredes do seminário. Um jovem seminarista de 12 anos é obrigado a ir para o seminário. E a história desenrola-se em torno das vivência e sentimentos que o jovem seminarista vai experimentando. Num ambiente negro, triste, ríspido e severo do seminário, o jovem descobre-se e descobre o mundo que o rodeia: a repressão na educação, a pobreza da sua terra, as desigualdades sociais, o desejo do seu corpo, a camaradagem, a amizade, o amor». +.



E na nossa recordação de  Vergílio Ferreira, ainda: «Vergílio Ferreira entrevista sobre «Manhã Submersa»..



HOLOCAUSTO | Ontem foi o «Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto»





«Entre as vítimas do Holocausto enviadas para Auschwitz em 1944, três mulheres levavam consigo um segredo quando passaram pelos portões do infame campo de concentração.Priska, Rachel e Anka estavam grávidas de poucas semanas, enfrentando um destino incerto longe dos seus maridos. Sozinhas, assustadas, e após terem perdido tantos familiares às mãos dos nazis, sentiam-se determinadas em lutar pelo que lhes restava: as vidas dos seus bebés.Estas mulheres deram à luz em circunstâncias inimagináveis, com intervalos de semanas entre si. Quando nasceram, os bebés pesavam menos de 1,5 Kg cada, e os seus pais haviam sido assassinados pelas forças alemãs, enquanto as mães se haviam transformado em «esqueletos andantes».Os Bebés de Auschwitz segue a incrível história das mães: primeiro em Auschwitz, onde sofreram o escrutínio cruel de Josef Mengele, o médico nazi conhecido como Anjo da Morte, que selecionava as mulheres grávidas à entrada do campo, destinando-as às câmaras de gás; depois num campo de trabalho alemão onde, esfomeadas, lutaram por esconder a sua gravidez; e, por fim, durante a viagem infernal de comboio, que durou 17 dias, até ao campo de concentração de Mauthausen, onde viriam a ser libertadas pelos Aliados.A biógrafa Wendy Holden descreve toda a história com minúcia, destacando a coragem destas mulheres e a bondade dos desconhecidos que as ajudaram a sobreviver. "Os Bebés de Auschwitz" é um livro comovente e uma celebração da nossa capacidade de amar, ajudar e sobreviver mesmo nos contextos mais tenebrosos». +
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

PARIDADE NAS ORGANIZAÇÕES | Projeto Impacto 10x10x10 | «CORPORATE PARITY REPORT 2016»


Disponível aqui.
(Montagem)


Sobre o Projeto  Impacto10x10x10 e o respectivo Relatório de 2016, recorrendo ao site da  ONU Mulheres Brasil:
«Davos, 22 de janeiro de 2016—Dez das maiores empresas do mundo divulgaram informações de diversidade de gênero em suas equipes de trabalho, incluindo dados sobre cargos de liderança e participação de mulheres em seus Conselhos, em relatório inédito sobre paridade de gênero da campanha #ElesPorElas da ONU Mulheres. O anúncio ocorreu no Fórum Econômico Mundial em Davos, onde os chefes das empresas se reuniram ao lado da Sub-Secretária Geral da ONU e Diretora Executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo Ngcuka, e da Embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres, Emma Watson.
Como parte da campanha #ElesPorElas, a ONU Mulheres lançou, há um ano em Davos, uma iniciativa chamada IMPACTO 10x10x10, com o objetivo de engajar 10 importantes tomadores de decisão dos setores governamental, corporativo e acadêmico para impulsionar uma transformação para a igualdade de gênero.
Desde que se inscreveram, os Campeões do Impacto 10x10x10 do setor corporativo fizeram da igualdade de gênero uma prioridade institucional. Um ano mais tarde, a transparência dos dados apresentados por esses Campeões em Davos ajudará empresas a medirem seus compromissos e inspirará outros empregadores a fazerem o mesmo». Continue a ler.


SÉRIE FICHEIROS SECRETOS | «Como é habitual, ofereceram-me metade daquilo que queriam dar ao David» | CONFISSÃO DA ATRIZ GILLIAN ANDERSON SOBRE O SEU SALÁRIO



«(...)
"Como é habitual, ofereceram-me metade daquilo que queriam dar ao David", contou a atriz que veste a pele de Dana Scully na série ao The Hollywood Reporter. Segundo o jornal, Anderson conseguiu depois negociar um salário igual ao de Duchovny para os novos episódios.(...)». Leia mais.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

GRAÇA COSTA CABRAL






A escultora Graça Costa Cabral morreu. Na quinta-feira passada. Quem sabe do seu trabalho enquanto artista e como cofundadora do AR.CO, em 1973, a cuja direção pertenceu ao longo de anos, só pode recomendar que se conheça esta mulher de cultura: discreta,  mas pilar de projetos. Neste momento triste em que nos deixa, do que se pode ler na comunicação social: «Nascida em São Miguel, nos Açores, em 1939, Graça Costa Cabral tirou o curso de Escultura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, e vivia e trabalhava em Lisboa. Foi, com o marido, Manuel Costa Cabral, fundadora do Ar.Co., em 1973, e ao longo de mais de 40 anos acompanhou o centro de artes como professora, responsável por sectores de formação, e presidente da direcção». +
Em particular, do Santuário de Fátima: «Entre os nomes da galeria dos artistas que trabalharam para o Santuário de Fátima encontra-se o de Graça Costa Cabral, responsável por diferentes esculturas que também em Fátima se mostram testemunho coerente do percurso desta autora”, refere a nota intitulada ‘A obra de Graça Costa Cabral (1938-2016) no Santuário de Fátima: erudição cinzelada na pedra’, assinada pelo diretor do Museu do Santuário de Fátima. “Como em tantas das suas obras, também em Fátima a escultora trata os volumes de forma rotunda, o mesmo é dizer, redonda, no que este conceito tem de aproximação à ideia de perfeição”».
Tivéssemos nós o equivalente, por exemplo, à American Women's History Online,  ao Projeto National Women Hall of Fame, ao National women´s History Museum, ao National Museum of the women in the arts,  e  não hesitaríamos em indicar o nome de Graça Costa Cabral, que tivemos o privilégio de conhecer.




RELATÓRIO EIGE | « Igualdade de Género no Poder e Tomada de Decisão»



Conforme se pode ler no site da CIG: «O Instituto Europeu para a Igualdade de Género (EIGE) acabou de publicar o estudo « Igualdade de Género no Poder e Tomada de Decisão», o qual foi levado a cabo entre 2003 e 2014 e pretendeu monitorizar o progresso dos Estados-membros da União Europeia em termos de Igualdade de Género, no que concerne ao poder e à tomada de decisão.
Este estudo evidencia que, apesar do envolvimento político e dos esforços para reduzir as desigualdades de género, as mulheres ainda enfrentam desafios injustos nas suas vidas, como acontece nos processos de tomada de decisão em que estão sub-representadas em várias posições de liderança a nível político e económico, em vários países da União Europeia.
De acordo com o mesmo, os homens dominam os bancos centrais, os ministérios das finanças e as salas de reuniões em toda a Europa com apenas 1 em cada 25 lugares de topo a ser ocupado por uma mulher».


segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

CENTENÁRIO | «Cruzada das Mulheres Portuguesas» | BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL




M O S T R A
No Centenário da Cruzada das Mulheres Portuguesas
2016| 28 janeiro a 30 abril
Sala de Referência
 ENTRADA LIVRE


«A Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) assinala o centenário da criação da Cruzada das Mulheres Portuguesas (CMP), associação criada em 1916 com o objetivo de prestar assistência aos necessitados devido à Grande Guerra.
Foi inspirada na sua congénere francesa, La Croisade des Femmes Françaises, surgida em 1915, que, a 20 de março de 1916, um grupo de 80 mulheres, em que se incluía Elzira Dantas Machado, mulher do Presidente da República Bernardino Machado, fundou a Cruzada. A CMP desenvolveu a sua ação através de comissões (Propaganda, Enfermagem e Assistência aos Militares Mobilizados), promoveu a organização de cursos destinados a preparar enfermeiras e a criação de um hospital». Continue a ler.




«renunciou ao mandato para ser mãe»

Expresso de 16 janeiro 2016

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

OLÁ CRIANÇAS ! OLÁ JOVENS ! TALVEZ LHES INTERESSE (66) | «Amigos do Peito» | PRÉMIO ILUSTRARTE 2016




«Neste livro somos levados pela mão de um menino que mora num bairro como tantos outros. Ele quer falar-nos de amigos, amigos do peito. Para isso, o menino leva-nos pelas ruas do seu bairro. Por sinal, este bairro é muito parecido com o nosso: há uma escola, um bar, uma casa à esquina, um jardim, prédios. Mas as ruas e as casas não são a única coisas que nos parecem familiares, também a voz do menino nos soa familiar, bastante semelhante à nossa… E os amigos de quem ele fala parecem ser os nossos, porque todos temos amigos do peito e todos brincamos com eles num bairro qualquer: este espaço comum que nos recorda que somos todos feitos de amigos e sítios, e que nPrémio Ilustrarte 2016 Livro recomendado pelo Plano Nacional de LeituraEducação Pré-escolar Leitura em Voz Alta os faz estremecer por dentro quando os revemos. Um texto poético de Cláudio Thebas maravilhosamente interpretado e amplificado nas belíssimas ilustrações de Violeta Lópiz».

Entretanto, no Museu da Eletricidade, em Lisboa,  inaugurou-se ontem  a 7.ª edição da Ilustrarte — Bienal Internacional de Ilustração para a Infância - veja aqui. E a propósito da exposição o artigo

“Um livro ilustrado é um livro com brinde” 

que pode ler neste endereço, no jornal Público.





EUROSTAT | Portugal é dos países que menos mulheres emprega nas TIC

Leia no jornal OBSERVADOR 
«Portugal é o quarto país da UE que
 emprega menos mulheres em tecnologia»





























(Montagem)
no site do EUROSTAT.