sexta-feira, 18 de julho de 2014

DIA NELSON MANDELA | 18 julho | Concerto na Casa da Música




O dia Mandela é uma celebração anual
 da vida de Nelson Mandela.
Este dia especial pede a todos que doem 

67 minutos do seu tempo para uma sociedade mais justa

Música, exposição fotográfica
 e recolha de fundos para a Fundação Nelson Mandela
 Saiba mais: www.mandeladay.com

CONCERTO – DIA NELSON MANDELA
Casa da Música | 18 de julho
PROGRAMA
21:30
Apresentação do Dia Nelson Mandela pelo jornalista António Mateus

22:00

67 Minutos por Uma Causa

Atuação musical | Luís Represas e Mesa

23:07
Entrega dos fundos angariados ao representante da Fundação Nelson Mandela


Exposição de fotografias de África do fotógrafo português João Silva

Valor de entrada : 15€

E o doodle de hoje do Google:

















A educação é a arma mais poderosa 
que temos para mudar o mundo.


CPLP | «Plano Estratégico Igualdade de Género e Empoderamento das Mulheres»



E saiba mais  no site da CPLP  em Reuniões Ministeriais Sectoriais, onde um espaço para  Igualdade de Género. E, deste modo,  com este post continuamos a trabalhar para que melhor se conheça a CPLP na ótica da(s) Igualdade(s). 



quarta-feira, 16 de julho de 2014

PARLAMENTO EUROPEU | Comissão «Direitos da Mulher e Igualdade dos Géneros»













Já está constituída a Comissão do Parlamento Europeu para  os Direitos da Mulher e Igualdade dos Géneros como se pode ver aqui.  A Presidente é a espanhola  Iratxe GARCÍA PÉREZ. Uma Vice-Presidente é a portuguesa Inês Cristina ZUBER.




NADINE GORDIMER morreu





NADINE GORDIMER é  ícone na África do Sul, e é como tal que a quer retratar o «Short film» deste video. Morreu no domingo, e do muito que se tem escrito depois da sua morte, por exemplo, do jornal Público online:  

A escritora sul-africana Nadine Gordimer (1923-2014), prémio Nobel da Literatura em 1991 e uma das mais influentes vozes contra a segregação durante o regime do appartheid, morreu no domingo aos 90 anos. Um comunicado da família informa que a autora “morreu pacificamente” na sua casa de Joanesburgo, na presença dos seus filhos Oriane e Hugo. Gordimer publicou dezenas de romances e livros de contos, muitos deles retratando a África do Sul durante o regime do appartheid. Em 1974, venceu o Booker Prize com The Conservationist (O Conservador, Asa), protagonizado pelo anti-herói Mehring, um sul-africano branco e rico que vai beneficiando dos privilégios que o regime lhe confere enquanto se debate com o crescente sentimento de que a sua vida carece de verdadeiro sentido. 
Nadine Gordimer estreou-se como contista ainda nos anos 40 e publicou o seu primeiro romance, The Lying Days, em 1953. Quando recebeu o Nobel da Literatura, a Academia Sueca justificou a escolha afirmando que a “magnífica escrita épica” da romancista sul-africana trouxera “um grande benefício para a Humanidade”, uma expressão utilizada pelo próprio Alfred Nobel. Continue a ler.




Nadine Gordimer in October 1961. Photograph: Gallo Images/Alamy

E no site da Organização do Prémio Nobel,  video com «Interview with Nadine Gordimer (36 minutes)»  - Interview with the 1991 Nobel Laureate in Literature, Nadine Gordimer, by freelance journalist Simon Stanford, 26 April 2005. Nadine Gordimer talks about her childhood in South Africa; how she became aware of the racism around her (7:01); her first novel and the development of her writing (13:02); changes in South African society (20:10); the anthology 'Telling Tales' (25:50); and receiving the Nobel Prize (30:32). E neste endereço a transcrição, donde:

«(...)
At what point in your childhood did that realisation come, that you were part of a privileged elite and that there was an enormous imbalance?
Nadine Gordimer: I think it came in, you know, in less formal terms, it came from experience. When I walked to my convent school across the veldt, on the left was one of the big mines, the Springs mine, and there was the compound where the black mineworkers lived and they came from all over Africa and I was always warned, now you know don't go anywhere near the mine boys. So you were instilled with the fear of blackness even though there was the black maid of all work, nanny, whatever in the house, but of course she was a woman. She was black, but at least she didn't seem to represent the sexual threat that has always existed about white attitudes towards black, what they regarded as a threat, as if every black mineworker was waiting to jump on some ugly little 10 year old schoolgirl. But to be serious about it, there were the mine concession stores. (...)».

Nadine Gordimer during the interview.

E os livros de Nadine Gordimer: veja aqui. Uma nota pessoal, quando visitei a África do Sul, ainda durante o apartheid, ia de olhos bem abertos para olhar e ver aquela sociedade, e muito disso eu devo à ficção de Nadine Gordimer, cujo percurso de vida continuei a seguir, com admiração.

Terminemos com o a reação da Fundação Nelson Mandela à sua morte:


"We have lost a great writer, a patriot and strong voice for equality and democracy in the world," said professor Njabulo Ndebele, the foundation's chairman. +.


terça-feira, 15 de julho de 2014

CENTRO PORTUGUÊS DE FOTOGRAFIA | "Prostituição. Retratos de uma vida na rua" | «Os seus rostos e corpos refletem a dureza a que estas pessoas estão sujeitas diariamente na rua»





«Em "Prostituição. Retratos de uma vida na rua" (2011-2013), testemunho, através de retratos e entrevistas, a prostituição de rua na cidade de Almeria (Espanha), mais concretamente nos bairros de El Puche e Pescadería. Para isso, entro nos meandros destes locais e ganho confiança com as protagonistas retratando sem pudor, em plena via pública, as mulheres prostitutas, bem como alguns de seus amigos, clientes e proxenetas; mostro-os nus ou seminus, posando de pé, em frente à câmara, num contexto mínimo. Os seus rostos e corpos refletem a dureza a que estas pessoas estão sujeitas diariamente na rua...». +.


Rúben García

CPF
12 de julho a 2 de novembro 2014
Porto






segunda-feira, 14 de julho de 2014

GRAÇA MACHEL | «e temos de mudar essa mentalidade do "business as usual"»




De uma  entrevista a GRAÇA MACHEL, viúva de Mandela,  a David Smith / The Guardian - disponível aqui  -  ( reproduzida no Expresso desta semana com  tradução de Aida Macedo): 


«Dos cinco continentes do mundo, observa Machel, África é o único que não vai cumprir as metas do desenvolvimento do milénio no que respeita à mortalidade materno-infantil. "As atitudes têm de mudar, as instituições têm de ser melhoradas, os recursos têm de aumentar, e temos de mudar essa mentalidade do business as usual, porque foi essa atitude de deixar tudo na mesma que nos levou a conseguir tão pouco nestes 15 anos.

Esse progresso e um hospital pediátrico já projetado, que ela refere como sendo o "último desejo" de Mandela».

E saiba mais sobre  The Partnership for Maternal, Newborn & Child Health fórum em que Graça Machel está envolvida. E da publicação da imagem acima:









E lembremos os Objetivos do Milénio, que em 2015 deverão ser substituídos pelos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, desenvolvimento que reclama que se mude o «business as usual» de que fala Graça Machel. Ver aqui os «Sustainable development goals» para o pós - 2015. E, também, por exemplo,  aqui.




«CRIAR MUNDOS DE IGUALDADE» | Revista n.º 2




Zohra Sehgal | morreu com 102 anos




A notícia da morte de Zohra Sehgal  foi dada por esse mundo fora. No  New Yor Tymes em  Zohra Sehgal, 102, Beloved and Prolific Indian Actress, Dies.  Foi uma mulher que quebrou tabus, como diz a jornalista no video acima. Por exemplo:  «Sehgal started out in the 1930s as a dancer. She performed with a troupe led by Uday Shankar, the pioneer of modern Indian dance. Her travels around the world with the group were unusual for an Indian woman of her generation». Leia mais.



E  em «1945: They moved back to Mumbai as communal tensions rise and Zohra  joins Prithvi Theatre (the association lasts for 14 years). Also acts in plays staged by the Indian People's Theatre Association» - aqui, numa cronologia da sua vida,  onde também se pode ler: «1984 - She makes her grand debut as Lady Chatterjee in 'The Jewel in the  Crown'», uma série que passou em Portugal e que estará na memória de muita gente.  Sehgal  tinha o papel de  "Auntie Lili", assim era tratada pela protagonista Daphne.


Na sua morte, no passado dia 10, um dos  tributos:  
«Ms. Sehgal received civilian awards from the Indian government in 1998, 2002 and 2010. Prime Minister Narendra Modi paid tribute to her on Twitter on Thursday, describing her as “prolific and full of life.”». Daqui, no NYT.
Uma vida longa e cheia!


sexta-feira, 11 de julho de 2014

MANUELA SILVA | «Cultivar uma Escuta Atenta - Desenvolver uma lucidez compassiva e operativa»

 
 
Como anunciámos em post anterior, hoje, na Gulbenkian,  está a decorrer «A Conferência "Problemas sociais complexos: desafios e caminhos" que "procurará refletir sobre os desafios que se colocam a Portugal através de novos modelos de governação, que envolvam o Estado, a sociedade civil e as empresas, numa dinâmica de colaboração. A complexidade dos problemas, nomeadamente sociais, não é compatível com a continuação de respostas isoladas. É o desafio de um novo modelo de governação integrada que estará no centro deste debate».
Neste ambiente, trazemos para o Em Cada Rosto Igualdade o artigo Cultivar uma Escuta Atenta Desenvolver uma lucidez compassiva e operativa da Professora Manuela Silva, disponível no site da Fundação Betânia, que nos parece de uma grande oportunidade,  e interessará a todos os que se preocupam com  problemas complexos que assolam o século XXI, nomeadamente na esfera da(s) igualdade(s). Começa assim:


A verdadeira revolução é a da compaixão e da ternura, a fazer crescer a amizade no lugar dos fantasmas da inimizade e da indiferença.
(Palavras do Papa Francisco por ocasião do encontro com pessoas assistidas pela Comunidade de Santo Egídio, em Roma)

Não é supérfluo lembrar que vivemos num mundo caracterizado por uma grande complexidade e acelerada mudança de paradigma, com consequente incerteza quanto ao futuro. Experimentamo-lo nos nossos quotidianos e nas nossas relações de proximidade, mas também o reconhecemos quando deparamos com as análises de base cientifica que procuram interpretar os processos de transformação acelerada e profunda em curso, que caracterizam os vários níveis da vida colectiva, a economia e a finança globalizadas, a informação, a cultura ou a acção dos media.
Como enfrentar estas novas realidades? Como preparar-nos para não sucumbir à passividade e à alienação?
O primeiro passo é, sem dúvida, o melhor conhecimento da realidade e a maior lucidez na identificação das causas geradoras do status quo. Em particular, importa identificar as situações de injustiça social, de pobreza e grande desigualdade na apropriação dos bens, de risco ecológico, de ameaças à dignidade da vida humana e à qualidade de vida das pessoas, aos impactos do marketing nas nossas aspirações e desejos e ao domínio dos media.
Deste conhecimento há de fazer parte um discernimento permanente do nosso olhar sobre a realidade e tantas vezes o esforço de converter esse olhar, ultrapassando juízos preconceituosos que nos impedem de ver a realidade tal como ela é.

Para um conhecimento lúcido sobre a realidade, há que aprender a procurar e a selecionar a informação disponível e a confrontar com outrem os nossos pontos de vista, o que, numa perspectiva espiritual, leva a cultivar uma atitude de “escuta tolerante e humilde” (Emma Ocaña). Continue a ler.


http://www.fundacao-betania.org/betania/


quinta-feira, 10 de julho de 2014

PRÉMIO REGIONAL MARIA VELEDA | Candidaturas até 20 Setembro 2014





Como já tínhamos divulgado anteriormente, e como descrito na imagem, lembramos que estão abertas candidaturas ao Prémio Regional Maria Veleda, de iniciativa da Direção  Regional do Algarve. Até 20 de Setembro.



ATIVISMO FEMININO | «Raparigas que vão à luta»



Recorte da Primeira Página do EXPRESSO de 5 de Julho de 2014


O trabalho - Texto de Christiana Martins e Ana Maria Pimentel, Fotografia de Rui Duarte Silva -   tem destaque na primeira página, como se vê na imagem,  e é capa da REVISTA: 



Lá dentro, como titulos : Militância | AS NOSSAS MALALAS, e a entrada do texto:

«Quem são as jovens portuguesas que tentam melhorar o país ?
Algumas tiveram de estudar para descobrir a importância da solidariedade.
Outras descobriram-na por necessidade. Nenhuma está sob a mira 
de uma pistola, como a paquistanesa Malala Yousafzai
cujo dia internacional se celebra no próximo dia 14,
mas todas lutam para fazer valer os seus direitos e os dos outros»   

Mais dois dos destaques:



Claro, se puder, é trabalho a  não perder. Esta é também a  juventude de que nos podemos orgulhar.  


quarta-feira, 9 de julho de 2014

OLÁ CRIANÇAS ! OLÁ JOVENS ! TALVEZ LHES INTERESSE (38) | Orquestra Juvenil Geração | Concerto | 12 Julho | Gulbenkian| Entrada Livre





Orquestra Juvenil Geração

Concerto Encerramento 
do Estágio de Verão

Sábado, 12 jul 2014  |  18:30

Anfiteatro ao Ar Livre


Este concerto, no Anfiteatro ao Ar Livre da Fundação Gulbenkian, culmina um trabalho que ocupou todo o ano letivo, cheio de ensaios, encontros, viagens, aprendizagens e muitas notas musicais ao serviço de uma intervenção na comunidade cujo resultado é visível em cada apresentação. São 150 crianças e jovens de vários municípios da área metropolitana de Lisboa que se juntam em palco, sob a direção de Ulysses Ascânio, maestro venezuelano convidado para este concerto, em que se vão ouvir obras de Tchaikovsky, Bizet, Haendel, Dvorak, Mussorgsky, Ginastera, Manuel Artés e Carlos Garcia.



«LOCKE»





A sinopse: «Ivan Locke trabalhou arduamente para conseguir a vida que ambicionava, dedicando-se ao trabalho que gosta e à família que adora. Na véspera do maior desafio da sua carreira, Ivan recebe um telefonema que desencadeia uma série de eventos que irão por em causa a sua família, o trabalho e a sua alma. Com toda a ação a decorrer ao longo de uma viagem de carro, Locke demonstra como uma decisão pode levar ao completo colapso de uma vida». Saiba mais. Um sinopse é sempre redutora: de facto, o filme desenrola-se em torno de uma decisão tomada, aliás, amiudamente referido, mas, do nosso ponto de vista,  o verdadeiramente significativo é o «valor», entre os valores,  que o protagonista elegeu e que levou àquela opção que parece por em causa uma vida. À partida, uma escolha que foge ao padrão ... . E aí a estranheza, a grandeza,  e o encanto do filme. A nosso ver, a não perder. De um outro ponto de vista, é um hino à existência, sem sentido único. Aqui o trailer.


terça-feira, 8 de julho de 2014

MULHERES E CIÊNCIA | Na Revista Digital «Horizon: The EU Research & Innovation Magazine»





Conforme podemos ler no site da CIG«Foi recentemente publicado o último número da revista digital da Comunidade Europeia, «Horizon: The EU Research & Innovation Magazine». Um dos 4 temas chave deste número, incide sobre as mulheres e a Ciência.
Com o texto introdutório, «Where are the women? Some countries are leading the way with more than 30% of women holding full academic positions, while others are way below this», este artigo pugna pela necessidade de a Comissão Europeia fazer frente a esta realidade, em direção a uma sociedade igualitária, especificamente no que ao género diz respeito». Veja aqui.
Num dos trabalhos podemos ver as estatísticas da imagem. Conclusão: muito caminho por fazer.  


GÉNERO | Que investigação ?




Ao visitarmos o UNRISD detivemo-nos na  investigação quanto a GÉNERO. Do que encontrámos: 

«In recent decades the presence of women in public life has grown, whether in politics, in the workforce, or in the migrant streams that cross international borders. At the same time, the intensive engagement of activists and researchers with the development establishment has turned "gender" into a legitimate policy issue for institutions and movements operating at different levels. Yet gender inequalities in power continue to be a persistent and integral feature of the modern world and its institutions - whether markets and macroeconomic flows; states, political parties and social movements; or the intimate sphere of family, household and community. Transformative agendas of social change are constrained not only by the continued dominance of market orthodoxy in some important arenas of policy making, but also by shifts in geopolitics, and new forms of religious and cultural politics that are being played out at global, national and sub-national levels».

Saiba mais, nomeadamente linhas de investigação/projetos: aqui. Por exemplo:

«For the new research phase, the following thematic areas have been identified:



segunda-feira, 7 de julho de 2014

«O QUE É SER MULHER NA COMUNICAÇÃO SOCIAL» | Brígida da Cruz Henrique


Como que dando continuidade ao post anterior, divulguemos o  livro «O QUE É SER MULHER NA COMUNICAÇÃO SOCIAL»  de  Brígida da Cruz Henrique, de que tivemos conhecimento  na Feira do Livro de Lisboa, deste ano, no stand do Instituto Nacional do Livro e do Disco moçambicano. Sobre o lançamento do livro, em 2012, podemos ler aqui, donde:

«O livro relata o quotidiano dos profissionais de comunicação em Moçambique e resulta de um trabalho de investigação para elaboração da uma dissertação para obtenção, em 1997, do grau técnico profissional de comunicação social, na Escola de Jornalismo de Moçambique, hoje Escola Superior de Jornalismo.
“O Que é Ser Mulher na Comunicação Social” relata os encantos e desencantos do jornalismo moçambicano, olhando com particular incidência para a mulher jornalista. Contudo, a autora diz que a obra não discrimina os profissionais de comunicação do sexo masculino pois, também são contemplados. Aliás, segundo disse, as experiências são as mesmas.
Além de estórias da autora, a obra apresenta dois prólogos assinados respectivamente por Luísa Diogo, ex-Primeira-Ministra, e Ondina da Barca Vieira, activista pela Igualdade de Género».

E uma montagem a partir do livro:




MULHERES NA CPLP




No site do nosso Parlamento pode ler-se:

sexta-feira, 4 de julho de 2014

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL | Problemas Sociais Complexos / Desafios e Respostas | 11 jul 2014 | 9:00 h | GULBENKIAN





«A Conferência "Problemas sociais complexos: desafios e caminhos" procurará refletir sobre os desafios que se colocam a Portugal através de novos modelos de governação, que envolvam o Estado, a sociedade civil e as empresas, numa dinâmica de colaboração. A complexidade dos problemas, nomeadamente sociais, não é compatível com a continuação de respostas isoladas. É o desafio de um novo modelo de governação integrada que estará no centro deste debate». Veja o PROGRAMA.


A ENTRADA É LIVRE




«Igualdade Entre Homens e Mulheres no Desporto»






quinta-feira, 3 de julho de 2014

GRAAL| Mulheres Teologia e Mística | 28 de Julho a 1 de Agosto de 2014 | Centro do Graal | Golegã




CURSOS INTERNACIONAIS DE VERÃO DE CASCAIS | Escultoras em Portugal



No âmbito dos Cursos Internacionais de Verão de Cascais,depois do alerta da colega Mónica Guerreiro (DGARTES), destaquemos o que está em curso: ESCULTORAS EM PORTUGAL. De facto:  
“Escultoras em Portugal” é o tema que estará em foco entre 30 de junho e 5 de julho que destacará as criações escultóricas da autoria de mulheres portuguesas, do passado, mas também da atualidade, como Maria Luisa de Sousa Holstein, 3ª duquesa de Palmela, Ana de Gonta Colaço, Dorita Castel-Branco, Maria Barreira, Ângela Ferreira, Irene Vilar, Fernanda Fragateiro, Cristina Ataíde, Marina Mesquita, Joana Vasconcelos.
Este curso conta com a coordenação da conhecida historiadora de arte Raquel Henriques da Silva e Sandra Leandro, da Universidade de Évora. Entre outros investigadores, participam neste curso dedicado à escultura no feminino, diversos docentes universitários, Sandra Saldanha, Sandra Leandro, Daniela Garcia, Nuno Crespo, Laura castro, Paulo Simões, Emília Ferreira, Lúcia Almeida Matos e Sandra Vieira Jügens».
Desde logo, uma boa ilustração de que faz sentido estudar as artes do ponto de vista do FEMININO.




quarta-feira, 2 de julho de 2014

SOPHIA DE MELLO BREYNER | «a escritora universal, a mulher digna, a cidadã corajosa, a portuguesa insigne» | NO PANTEÃO NACIONAL




Pátria

Por um país de pedra e vento duro
Por um país de luz perfeita e clara
Pelo negro da terra e pelo branco do muro

Pelos rostos de silêncio e de paciência
Que a miséria longamente desenhou
Rente aos ossos com toda a exactidão
Dum longo relatório irrecusável

E pelos rostos iguais ao sol e ao vento

E pela limpidez das tão amadas
Palavras sempre ditas com paixão
Pela cor e pelo peso das palavras
Pelo concreto silêncio limpo das palavras
Donde se erguem as coisas nomeadas
Pela nudez das palavras deslumbradas

- Pedra   rio   vento   casa
Pranto   dia   canto   alento
Espaço   raiz   e água
Ó minha pátria e meu centro

Me dói a lua me soluça o mar
E o exílio se inscreve em pleno tempo
 



Sophia de Mello Breyner Andresen, in 'Livro Sexto'


PROGRAMA «CONNECT TO SUCCESS» | Fortalecer PMEs detidas por mulheres e promover igualdade de género no sector empresarial




A notícia da imagem levou-nos a que procurássemos  o programa «Connect to Success», e ficámos a saber que  foi lançado ontem e, sublinhe-se,  é «dedicado a fortalecer PMEs detidas por mulheres, e promover igualdade de género no sector empresarial». Conforme se pode ver no site da Embaixada dos EUA, o lançamento do programa decorreu na residência do Embaixador dos EUA, em Lisboa, e contou com a presença de oradores convidados, incluindo a Ministra das Finanças Maria Luis Albuquerque e Especialista em Diversidade da Blue Cross Blue Shields de Massachusstes, Liveda Clements. Mas nada melhor do que o comunicado à imprensa na integra para esta e outra informação:



Naturalmente, no Em Cada Rosto Igualdade vamos estar atentos ao «Connect to Success».
E, a pretexto, uma visita ao Blue Cross Blue Shield of Massachusetts:



http://www.bluecrossma.com/visitor/index.html



terça-feira, 1 de julho de 2014

OLÁ CRIANÇAS ! OLÁ JOVENS ! TALVEZ LHES INTERESSE (37) | Didier Drogba, estrela do futebol, chama a atenção para a doença da malária contando a história da sua infância




«A estrela do futebol e Embaixador da Boa Vontade do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Didier Drogba, lança uma animação que conta a história de sua infância em um país afetado pela malária e chama a atenção para a doença, que continua a tirar a vida de uma criança a cada minuto». Continue a ler.

«MEU CORPO NÃO É SEU Desvendando a Violência Contra a Mulher»



O THINK OLGA, recentemente ,  lançou o livro da imagem - um ebook: «a OLGA lança seu primeiro ebook. Meu Corpo Não É Seu é um ensaio sobre violência contra a mulher, publicado pela Breve Companhia, selo da Companhia das Letras, e escrito por Juliana de Faria e Bárbara Castro». Sobre o livro:
«Em abril de 2014, foi divulgada uma pesquisa do IPEA que trouxe dados chocantes sobre a percepção da população do país diante da violência sexual contra a mulher. O que mais chamou a atenção foi a informação de que 65% dos brasileiros acreditava que mulheres usando roupas reveladoras mereciam ser atacadas. Por dias, o assunto gerou intenso debate e campanhas que mobilizaram milhares de pessoas. O número alarmante seria corrigido depois pelo instituto de pesquisa, caindo para 26% - mas essa porcentagem não deixa de ser expressiva e prova quão forte ainda é a mentalidade que responsabiliza a vítima pelo crime que sofreu.
Com um texto claro e informativo, que une dados das pesquisas e reflexões mais atuais a depoimentos pungentes de mulheres que viveram situações de violência, este livro é fundamental para investigar por que a violência contra a mulher ainda é um dos tipos de crime mais recorrentes no mundo todo e por que tão pouco ainda é feito para preveni-la e denunciá-la».
SAIBA MAIS . 

«O ebook já está disponível para download nos sites da Cultural, Kobo, Amazon e Apple Store».