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segunda-feira, 5 de junho de 2017

FESTIVAL DE CINEMA DE CANNES 2017 | Sofia Coppola a segunda mulher a ganhar o Prémio de Realização com «The Beguiled» | A PRIMEIRA FOI A REALIZADORA YULIYA SOLNTSEVA EM 1961





«Sofia Coppola venceu o prémio de Melhor Realizadora, com o filme The Beguiled. A realizadora tornou-se assim a segunda mulher na história a arrecadar este galardão.
A primeira e última vez que isso tinha acontecido foi em 1961, com Yuliya Solntseva a receber o mesmo prémio pelo filme The Story of the Flaming Years. Este recupera a discussão sobre o tema da desigualdade de género que ainda existe no mundo do Cinema». Tirado daqui.






segunda-feira, 3 de outubro de 2016

«A arte feita por mulheres é diferente?»




Leia aqui, no Ípsilon - Público



«(...)O evento paulistano tem mais de metade do seu elenco formado por mulheres, o maior número de todos os tempos. E elas têm os olhos vidrados num mundo em colapso, alvo de catástrofes insuspeitadas que ganham vulto no horizonte.” São 47 mulheres num total de 81 artistas e colectivos.
Ao curador principal da bienal, o alemão Jochen Volz, perguntámos se o tema da bienal, “Incerteza Viva”, com um forte pendor ambiental, torna as mulheres artistas “mensageiras” privilegiadas ou é apenas uma coincidência e a maioria feminina surgiu por outra via? “Acho que são dois caminhos”, responde. “Quando a gente viaja e olha para colecções, para os museus ou para o que está a ser resenhado em revistas e em jornais, sempre vai ter uma maioria de artistas homens. Então tem que virar uma disciplina: não vamos pelo óbvio.” Houve, portanto, uma tentativa de quota? “De quota ou de, pelo menos, cultivar esta disciplina: não vamos pela superfície, pelo que está nos museus, vamos descobrir quem são as artistas mulheres que trabalham sobre um certo tema.” (...)». Leia na integra.




segunda-feira, 29 de agosto de 2016

«WOMEN OF ABSTRACT EXPRESSIONISM»





A imagem é capa do Catálogo da Exposição organizada pelo Denver Art Museum «Women of Abstract Expressionism».  Desde  que se encontrem, mesmo não procurando, iniciativas destas, é irresistível, há que as trazer para o Em Cada Rosto Igualdade. Razão primeira,  evidenciar que organizar atividades na esfera das artes em torno de «mulheres» continua a fazer sentido. Pode saber-se mais, (abençoada internet), não indo a Denver fisicamente: aqui. De lá:
«The groundbreaking exhibition Women of Abstract Expressionism celebrates the often unknown female artists of this mid-twentieth-century art movement. More than 50 major paintings are on view by artists working on the East and West Coasts during the 1940s and '50s: Mary Abbott, Jay DeFeo, Perle Fine, Helen Frankenthaler, Sonia Gechtoff, Judith Godwin, Grace Hartigan, Elaine de Kooning, Lee Krasner, Joan Mitchell, Deborah Remington, and Ethel Schwabacher. This is the first presentation of works by these artists together at one time». 

E no NYT pode ler-se:

«Abstract Expressionism is usually treated as a boys-club affair. But it wasn’t, as an exhibition called “Women of Abstract Expressionism” at the Denver Art Museum proves. Not that entry for women was easy. Of the 12 artists in the show, only a few, like Helen Frankenthaler and, to some degree, Grace Hartigan, got to take an early turn in the mainstream spotlight before being shouldered out by men. Others, like Jay DeFeo, Lee Krasner and Joan Mitchell, had to wait years for attention, which came after they died. Many other artists — Mary Abbott, Sonia Gechtoff and Judith Godwin among them — are waiting still».